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Máquina do Tempo!

Posted in Educação, Uncategorized by leonardomeimes on 30/04/2010

Segundo a mordena física é possível sim viajar no tempo, apenas necessitamos de uma tecnologia que ainda não temos. O conhecimento para tal já está em desenvolvimento e com as teorias que temos para explicar a interação espaço-tempo já pode-se prever a utilização de luz e energia para criação de máquinas do tempo.

Absurdo não? Não!

Vejam o comentário abaixo sobre o livro do físico brasleiro Mário Novello:

 

Por que não podemos voltar ao passado?” Esta questão pairou durante muito tempo sobre a cultura ocidental, sem que uma resposta racional, simples e convincente nos fosse concedida.

Em Máquina do tempo , o físico Mário Novello apresenta como os cientistas, com o auxílio da teoria da gravitação de Einstein (a chamada Relatividade Geral), têm equacionado o problema.

O autor realiza a delicada tarefa de tornar a resposta a essa questão compreensível para um público de não-especialistas. E exerce com brilhantismo uma dupla função: informar aos leitores que não são físicos o estado atual de nosso conhecimento sobre viagens não-convencionais no tempo; e produzir um inventário crítico capaz de fornecer aos estudiosos do assunto um roteiro para análises mais aprofundadas.

Mário Novello é um cientista e, como tal — entre a sofisticação da matemática e as alternâncias do movimento da física, por exemplo — se apropria de curvas do tempo que violam nossas certezas, que envolvem a questão temporal: a de que um corpo só pode viajar para o futuro afastando-se do passado. À diferença do pensamento antigo, que subjugava o tempo às variáveis do movimento, existem curvas aceleradas que tornam possível a um observador que se movimente sobre elas retornar ao passado.
Uma série crescente de dificuldades teóricas liberta o tempo — afirma o pensador moderno Mário Novello, com seu sonho de um Universo centrado, labirintos de luz, para uma viagem quase sem fim do espírito, em que círculos e demonstrações da matemática misturam-se com o desejo do tempo, com o desejo de tempo puro, um pouco de tempo puro.

Texto do filósofo Cláudio Ulpiano