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A polícia de Curitiba também é criminosa

Posted in Política, Textos Próprios by leonardomeimes on 06/02/2012

A polícia do PSDB é igual em todo país…

Ontem, eu estive no pré-carnaval de Curitiba como muitas pessoas de bem que participam todo domingo daquela festa. Como todo evento que cresce, há a necessidade de policiamento: para isso existe na Polícia Militar as unidades de Eventos. Só que o pré-carnaval, como todo carnaval deveria ter um policiamento mais presente do que a nossa PM e Guarda Municipal deu.

Nesse fim de semana, e no anterior, a quantidade de gente atingiu proporções que não são comuns em Curitiba. Estima-se que ontem pelas 21 horas ainda havia mais de 1000 pessoas no Largo da Ordem se aglomerando em frente ao Brasileirinho onde tradicionalmente, todo domingo, uma roda de samba é formada. A pergunta é:

  • sendo um carnaval, porque não havia policiamento durante todo o evento para evitar que marginais aparecessem?

O único esforço das autoridades para facilitar o evento foi o bloqueio de algumas ruas, de resto parece que a polícia estava apenas esperando um motivo para acabar com aquele evento.

Pois que o motivo veio quando algum desses marginais que poderia estar preso, não deve estar, resolveu agredir uma viatura da polícia que passava. A reação?

Duas viaturas da RONE e diversas viaturas dos Guardinhas desceram o Largo da Ordem mandando para casa mais de 1000 pessoas, das quais 99% estava dançando, se divertindo, entre as quais havia um cadeirante, idosos, uma mulher grávida… 

No local antes da Rone aparecer, não havia uma briga se quer! Só havia felicidade. Nas fotos já se vê o Largo esvaziado…

Foto: Albari Rosa

Parece a receita para uma ação desastrada não é? Pois eles ainda apimentaram ainda mais o clima. Entre os equipamentos de trabalho que foram usados pela polícia para dispersar o povo, que não tinha nada a ver com a garrafa jogada, estava:

  • caceteies, que foram usados com toda a sua desenvoltura;
  • escudos;
  • escopetas de bala de borrada que atingiram pelo menos 10 pessoas, incluindo um músico do bloco e um rapaz que estava com a mão levantada e tentou conversar com a polícia (esse na cabeça);
  • bombas e gás que eram jogadas na multidão para dispersar, o que causou uma correria de muitas pessoas que poderia ter terminado em tragédia.

Isso é tudo? Não.

Foto: Julio Garrido.

Não conversaram com repórteres, não deixaram ninguém ficar no Largo da Ordem, local público! Queriam ainda voltar pelo largo quando um grupo de pessoas se pôs em frente deles e conseguiu impedir.

Júlio Garrido (disponibilizou as fotos) comenta em seu facebook que:

Passada a batalha perguntei a um soldado do batalhão de choque a causa disso, ele disse : “Alguém atirou uma garrafa na viatura lá no cavalo babão” e eu perguntei mas e por causa disso vocês atiram em todo mundo? “A gente não sabe quem é bandido ou não é”, foi o que ele respondeu.
Essa é a lógica da PM? Se não sabe quem é bandido logo todos são?
Sinceramente não preciso deste tipo de polícia, melhor viver entre bandidos.

Essa história já é velha conhecida não? Alguém  se lembra da manifestação pela legalização da maconha que foi duramente rechaçada em SP? Dos estudantes que apanharam da PM na USP? Dos viciados que são espalhados pelo entro de São Paulo em vez de receberem assistência social, ou de prenderem apenas os traficantes? Das 2000 pessoas qeu foram evacuadas de Pinheirinho?

É… provavelmente você ainda se lembra de mais situações me que a polícia agiu de forma completamente desproporcional, causando mais violência do que os “marginais”.

Será que nosso estado e nossa cidade que são conhecidas por outros motivos também serão conhecidas pela atuação de uma polícia desumana, agressiva e autoritária?

Foto: Jaime Costa (Gazeta do Povo).

Cabe a vocês eleitores saberem quem está por trás disso, pois se eu sou defendido por essa polícia que é mais violenta com a população do que os marginais, eu preferia ficar à mercê.

O que é que o Luciano Ducci vai dizer? e o Beto Richa? Ou vão dizer que a ação da PM foi exemplar?

Logo colocarei um vídeo da confusão, com vista de cima, pois eu estava, por sorte, no primeiro andar do prédio do Brasileirinho, alguém gravou tudo de camarote.

Leonardo Meimes

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PSDB, seus financiadores, seus juízes e sua polícia, fazem jus à fama…

Posted in Política by leonardomeimes on 26/01/2012

Protogenes defendendo o interesse do povo! Não à privataria!

Posted in Política by leonardomeimes on 16/12/2011

PSDB nunca mais!

 

 

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Privataria, entrevista com Amaury

Posted in Política by leonardomeimes on 16/12/2011

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Privataria, divulgada na TV!

Posted in Política by leonardomeimes on 13/12/2011

Corrupção no PSDB de São Paulo

Posted in Política by leonardomeimes on 11/03/2011
11/03/2011 – 08h02

Presidente da Assembleia de SP é acusado de desvio de verbas

FLÁVIO FERREIRA

ENVIADO ESPECIAL A ITAPIRA (SP)
SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz (PSDB), é acusado num processo judicial sigiloso de participar do desvio de R$ 3,1 milhões dos cofres da Prefeitura de Itapira (SP), município que administrou até 2004.

Investigações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Estado encontraram dezenas de depósitos feitos em dinheiro na conta do deputado, no valor total de R$ 933 mil.

Segundo a denúncia apresentada à Justiça, que acusa Barros Munhoz de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, a movimentação em suas contas é incompatível com a renda que ele declarou na época em que era prefeito.

A Justiça de São Paulo, onde corre o processo, mandou bloquear os bens do deputado. Barros Munhoz recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para tentar liberar seu patrimônio, mas a decisão da Justiça Estadual foi mantida no ano passado.

Seis auxiliares do deputado também foram denunciados pela Promotoria. A ação civil pública foi ajuizada em setembro de 2006 e corre em segredo de Justiça para proteger o sigilo bancário dos acusados. Não há previsão para a data do julgamento.

Barros Munhoz assumirá na semana que vem seu segundo mandato como deputado estadual e deverá ser reconduzido à presidência da Assembleia com apoio quase unânime. Até o PT e outros partidos que fazem oposição ao PSDB prometem apoiá-lo.

O tucano administrou Itapira em três oportunidades e deixou a prefeitura em 2004, quando não podia mais concorrer à reeleição e não conseguiu eleger o sucessor.

Em nota encaminhada por sua assessoria, Barros Munhoz negou as acusações e disse que os promotores que o acusaram agiram por motivação política.

A investigação começou em 2004 com objetivo de apurar acusações de fraude em quatro licitações da prefeitura, que contratou a empresa Conservias Construções e Serviços Rodoviários para pequenas obras.

Os contratos somam apenas R$ 436 mil. Posteriormente, ao analisar a movimentação bancária dos acusados, o Ministério Público contabilizou depósitos de R$ 2,7 milhões em suas contas.

A promotoria não conseguiu esclarecer a origem desses recursos e somou os dois valores para chegar aos R$ 3,1 milhões indicados na denúncia à Justiça.

Documentos colhidos nas investigações e depoimentos de funcionários da prefeitura e outras testemunhas indicam que auxiliares de Barros Munhoz descontaram na boca do caixa cheques emitidos pela prefeitura para pagar a empresa Conservias e outros fornecedores.

Em 16 casos, os cheques foram endossados no verso pelo próprio Barros Munhoz e por seu secretário de Finanças, Ademir Graciato, o que permitiu que os recursos fossem sacados por funcionários da prefeitura.

Folha teve acesso a parte da ação sigilosa. Seu objetivo é reaver o dinheiro desviado dos cofres públicos e afastar os envolvidos de cargos políticos. Se for condenado à pena máxima, Munhoz ficará impedido de disputar eleições por dez anos.

PERÍCIA

Há vários indícios de que as licitações que levaram à escolha da Conservias foram fraudadas. Peritos descobriram que propostas apresentadas por concorrentes diferentes nas quatro licitações foram redigidas na mesma máquina de escrever.

Na denúncia apresentada à Justiça, os promotores André Luiz Brandão e Neander Sanches dizem que a Conservias era uma empresa fantasma, criada apenas para assegurar contratos com a prefeitura e receber pagamentos do município. A empresa fechou as portas em 2004.

Em 2008, os contratos da prefeitura com a Conservias foram aprovados em tomadas de contas feitas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Os promotores descobriram que 33 cheques emitidos pela prefeitura em favor da empresa foram sacados na boca do caixa.

O então assessor de gabinete do prefeito, Sandro Pio, e o ex-chefe do serviço de água e esgoto de Itapira Noé Massari fizeram saques.

O livro de Amaury Ribeiro Jr. vem aí

Posted in Política by leonardomeimes on 02/03/2011

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/o-livro-de-amaury-ribeiro-jr-vem-ai

Redação Carta Capital, 1 de março de 2011 às 18:17h

O jornalista pode pagar o pato e ser condenado sozinho pela PF no caso do dossiê sobre o tucano José Serra

O blog do Lucas Figueiredo apurou: uma primeira versão do famoso livro que agitou a campanha eleitoral já foi entregue.

O livro e o risco de Amaury Ribeiro Jr.

Por Lucas Figueiredo (lfigueiredo.wordpress.com)

A chapa vai esquentar!

Enganou-se quem achava que não passava de fantasia a história do livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr. sobre supostas irregularidades nas privatizações promovidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Não era cascata de Ribeiro Jr. para se livrar das graves acusações que pesam contra ele na Polícia Federal. O livro existe, tem editora e, pelo que apurou o blog, uma primeira versão da obra já foi inclusive entregue.

Tucanos, petistas e empresários, tremei-vos!

Mas deve tremer também Ribeiro Jr., pois até agora, no inquérito que apura o caso do dossiê contra José Serra, a PF acredita ter provas para condenar apenas o jornalista.

Segundo também apurou o blog, com as provas que tem até agora, a PF tende a fechar o inquérito com as seguintes conclusões:

1) Em 2009, Ribeiro Jr. teria violado o sigilo fiscal de Serra quando produzia um dossiê sobre o tucano para o Estado de Minas, jornal em que trabalhava na época como repórter;

2) Apesar de supostamente ter encomendado o dossiê a Ribeiro Jr. e de ter pagado as despesas para a produção da papelada, oEstado de Minas e sua direção não teriam infringido a lei. Pelo Código Penal, encomendar dossiê não é crime. Crime foi a quebra do sigilo de Serra, ato que teria sido arquitetado unicamente por Ribeiro Jr.;

3) Apesar de o próprio jornalista ter afirmado que o objetivo do dossiê seria “proteger” o então governador de Minas Aécio Neves (PSDB), de quem o Estado de Minas é aliado, não há provas no inquérito que sustentem que de fato o cliente final da papelada fosse o tucano mineiro. Na época, Aécio disputava com José Serra a condição de candidato do PSDB à Presidência da República;

4) Depois de deixar o Estado de Minas, na virada de 2009 para 2010, e ao negociar sua participação em um núcleo de inteligência que estava sendo criado para a pré-campanha de Dilma Rousseff, Ribeiro Jr. apresentou a petistas informações que colhera sobre Serra na época em que trabalhava no Estado de Minas. Entretanto, apesar de terem tomado conhecimento de dados supostamente obtidos por meio de crime, nenhum integrante do PT ou da pré-campanha de Dilma infringiu a lei. Para os petistas, vale o mesmo raciocínio do caso do Estado de Minas: a decisão de quebrar o sigilo teria sido responsabilidade exclusiva de Ribeiro Jr.

Isso é o que a PF tem até agora. Com base na letra fria da lei, Ribeiro Jr. poderá ser o único a pagar o pato. Ele foi indiciado em quatro crimes: violação de sigilo fiscal, corrupção ativa, uso de documento falso e oferecimento de vantagem a testemunha. O jornalista alega inocência e afirma peremptoriamente não ter quebrado o sigilo fiscal de Serra.

Agora é esperar pelo livro para ver debaixo desse angu tem mesmo alguma carne.

Carta Capital

 

 

Corrupção nas obras do metro do governo PSDB em SP

Posted in Política by leonardomeimes on 22/02/2011

O Serra, o Alckmin e o PSDB está garantindo sua parte na corrupção em SP, como sempre.

O estado mais rico, a cidade mais rica do país é a pior para se viver, a mais desestruturada e a menos planejada, é isso que dá quase 16 anos de PSDB…

 

Oposição e a demagogia do salário mínimo

Posted in cidadania, Política by leonardomeimes on 16/02/2011

A oposição está agora tentando se colocar como defensora dos trabalhadores tentando forçar o governo a aprovar um salário mínimo maior do que o que é acordado, aumento relativo ao aumento do PIB e a inflação de dois anos atrás, porém o que não dizem é que daqui a dois anos, o salário ganhará um aumento real e grande devido ao PIB de 2010 e 2011, que foi muito maior do que em 2009 e anos anteriores.

Até quando eles manterão a cara de pau? O acordo foi feito a muitos anos e ainda não foi quebrado, e é bom que não seja, pois em 2014 o governo não terá escolha a não ser aumentar o salário mínimo muito. A oposição esquece que o país está com uma inflação pequena, mas que precisa ser controlada, e esquece que colocar mais dinheiro no mercado ajuda a sumir com as mercadorias e consequentemente aumenta a inflação. Eles querem quebrar o Brasil fazendo demagogia…

Leonardo Meimes

Artigo de base e opiniões:

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/economia/salario-minimo-deve-ser-votado-na-proxima-semana

A polêmica sobre o novo Salário Mínimo

Redação Carta Capital9 de fevereiro de 2011 às 18:09h

Governo reafirma vencimento de 545 reais e diz que não aceitará valores superiores. CartaCapital ouviu especialistas. Leia e comente

Considerado o primeiro teste de fogo do governo Dilma Rousseff, a votação do novo Salário Mínimo, para o ano de 2011, deve acontecer na próxima semana. O governo vai insistir na proposta de 545 reais, valor calculado com base na inflação do ano anterior e na variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Como em 2009 o PIB não cresceu, o valor foi estabelecido pela inflação (6,46%).

Desse modo, o governo anunciou que estão encerradas as negociações com as centrais sindicais, que defendem um reajuste para 580 reais. “Na questão do mínimo, não há mais negociação. Vamos reafirmar os 545 reais”, disse o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, que participa do Fórum Social Mundial no Senegal. O texto que será enviado à Câmara até sexta-feira tratará da política de salário mínimo até 2014, considerando a mesma regra utilizada para o cálculo de 2011.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Dilma Rousseff determinou que, se necessário, o PT feche questão em torno do Salário Mínimo. Assim, parlamentares do partido que insistirem em apresentar emendas com outros valores poderiam ser punidos. “Se nenhum partido aliado apresentar nada, fica mais fácil derrubar as emendas da oposição”, disse Cândido Vaccarezza, líder do governo na Câmara.

Para Vaccarezza, mudar o acordo de reajuste do mínimo estabelecido em 2007 seria temerário para os próprios trabalhadores. Ele também frisou que desde 2003 o vencimento mínimo teve ganhos reais de 63%.

Para ser votado na próxima semana, o texto enviado a Câmara deve conter um artigo sobre o parcelamento de dívidas junto à Receita Federal, o que permitiria sua votação antes das 23 medidas provisórias pendentes na fila em uma sessão extraordinária.

Além das centrais sindicais, que reivindicam o valor de580 reais, a oposição dividi-se entre propostas de 565 reais (DEM e ala tucana ligada à Aécio Neves) e 600 reais (PSDB ligado a José Serra). O senador Itamar Franco (PPS) chegou a propor que o candidato derrotado nas eleições fosse convidado a explicar sua proposta eleitoral no Congresso, numa tentativa de trazê-lo de volta ao centro do cenário político.

CartaCapital ouviu economistas, sindicalistas e parlamentares sobre a polêmica. Leia suas opiniões e comente.

Francisco Vignoli, professor da FGV e especialista em Finanças Públicas

Existe uma regra posta já há três anos. Tivemos, nos anos passados, ganhos reais, tanto é que houve uma recuperação do Salário Mínimo, sensivelmente maior do que a inflação acumulada no período. Esse reajuste (545 reais) é o correto porque é factível para o governo concebê-lo e é o pactuado. Mantida esta regra, no ano que vem vamos ter uma correção do salário mínimo por volta de 11%, contando o crescimento do PIB de 2010. O valor é afetado para baixo nesse presente momento em função da taxa de crescimento do PIB de 2009, que foi de -0,2%.

Se não tivesse ocorrido em momentos passados esse crescimento real, acho que se justificaria o conflito entre governo e centrais. Agora, nestas circunstâncias, eu acho que essa polêmica está totalmente deslocada, porque se mudar a regra do jogo agora, significaria mexer em 2012.

Além do mais, a eleição já acabou. Não dá para ficar brincando com coisas extremamente sérias. Nas eleições do ano passado surgiu a proposta de 600 reais e os jornais deram recentemente que existe um movimento inclusive de levar o candidato derrotado à Brasília para apresentar sua ideia. Eu acho isso um absurdo e, do ponto de vista da responsabilidade fiscal, uma coisa grosseira. Abrir essa discussão novamente, para mim, não é produtível.

Deputado Federal Devanir Ribeiro (PT-SP)

Eu venho da área sindical e defendo que todos os acordos sejam cumpridos. Quando assinava um acordo com empresários, eu tinha que cumpri-lo e exigir que ele cumprisse sua parte. Nós fizemos um acordo que resultou numa recuperação e acréscimo o poder do salário mínimo, que vai até 2023. O Lula apresentou esse projeto que foi até 2010, fim do seu mandato, e agora a Dilma apresenta um novo que vai até o final do seu governo, 2014, para que esse acordo seja mantido. Se no meio de 2009 houve uma crise mundial e o crescimento do PIB não foi o esperado, o acordo tem que ser cumprido. Isso porque o ano que vem o aumento vai ser bem melhor, já que 2010 foi ótimo e esperamos que 2011 seja ainda melhor.

O governo não pode fazer demagogia, porque quem vai pagar essa conta? Se a inflação não for controlada e ela corroer o salário, quem vai perder: aquele que ganha 50 salários mínimos ou quem ganha um? Não podemos embarcar na canoa de aventureiros. Defender 560 ou 600 reais trata-se de pretensão eleitoreira para 2012, é uma plataforma. Quando eles (oposição) foram governo, quanto deram de aumento?

Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT)

A UGT tem a seguinte percepção: fizemos um acordo no passado, cujo valor seria de 545 reais, o mesmo que o governo está insistindo. Nós não estamos argumentando as questões econômicas que levaram ao valor do reajuste, mas sim que o governo considere os mesmo mecanismos utilizados em 2008 e 2009, como a liberação dos compulsórios para os bancos, a renúncia fiscal para montadoras e para material de construção, para o salário mínimo. Não queremos romper o acordo que construímos, que considera a inflação e o crescimento do PIB de dois anos. Só que houve uma crise mundial e o Brasil sofreu. Não foi uma marolinha, houve decréscimo de 0,2% do PIB. .

Ai está o impasse: o governo acha que nós queremos romper o acordo, mas não.

Um valor de salário mínimo mais elevado pode trazer consistência a nossa economia e é um distribuidor de renda extraordinário e motivo de inclusão social. Então tem que ter o mesmo tratamento dado aos empresários e aos banqueiros durante a crise. Esse é o nosso argumento.

 

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Beto Richa vai privatizar a Celepar

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 07/02/2011

O governador confirmo que tem a intenção de privatizar a Celepar… uma empresa que sempre foi do estado e que sempre trouxe benefícios para o estado, inclusive vendendo tecnologia, como o sistema de ouvidoria para outros estados…

BANDO DE TROUXA QUE VOTA NELE!

Leonardo Meimes

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/02/07/tucano-quer-privatizar-o-parana-bessinha-nele/

Beto Richa confirma privatização da CELEPAR; ouça o áudio


O endereço eletrônico é: http://esmaelmorais.com.br/?p=44237#comments


No mesmo blog há uma nota comentando que o Beto Richa afirmou que a COPEL (que tem ações negociadas na bolsa de NY) teria perdido competitividade.


Mentira! A COPEL é uma empresa eficiente, competitiva, que cobra uma das menores taxas de energia elétrica do país.


Será que Beto quer privatizar a COPEL (*) (que, dizem, vale R$ 12 bi) ???

(*) O Daniel Dantas comprou a Copel do Jaime Lerner como comprou a Cemig do Eduardo Azeredo. De mãe para filho. O Itamar se elegeu governador de Minas e tomou a Cemig de volta do Daniel Dantas. Botou ele e a Elena Landau para correr. O Requião passou o Governo todo a lutar na Justiça para tomar a Copel de volta. Pelo menos o Daniel Dantas não manda mais lá. Como acionista minoritário das duas, o Dantas, por contrato, tinha o direito, exclusivo, de fazer TODAS AS COMPRAS da Copel e da Cemig. Isso é que é jestão tucana !

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