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Sanções da ONU vão direto para o lixo

Posted in Política by leonardomeimes on 09/06/2010

Os EUA jogaram fora a oportunidade de sair com dignidade desse problema, agora vai começar a afundar a diplomacia entre o Irã e o ocidente de novo.

Aparentemente não é intenção dos EUA negociar, pois assim como o Iraque e o Afeganistão, o Irã é uma região importante comercialmente e militarmente.

Comercialmente o país é rico em pretóleo, e ter um governo não alinhado no Irã é uma grande perda de dinheiro para os EUA, que se invadirem e instaurarem um governo “americano” terão acesso mais fácil e mais barato ao petróleo, isso se não roubarem o petróleo.

Militarmente o país está em meio a outros países que precisam de uma atenção dos EUA, principalmente Líbano, Líbia, Síria, Turquia e Jordânia. Assim os EUA teriam mais um posto avançado de guerra, como se tornou Israel e o Iraque.

Portanto era de se esperar que os EUA fizessem pouco caso e continassem a bater de frente com o Irã, para que esse seja motivado a produzir uma bomba atômica, ou a continuar a enriquecer urânio criando, então, uma justificativa para os EUA invadirem.

Lógico que mesmo sem justificativa eles invadirião, como no Iraque.

“Sanções da ONU vão direto para o lixo”, diz Ahmadinejad

FOLHA

Em resposta à aprovação de uma nova rodada de punições contra o Irã no Conselho de Segurança da ONU, o presidente da República Islâmica, Mahmoud Ahmadinejad, disse que as sanções são “sem valor algum” e “devem ir direto para a lata do lixo, como um lenço usado”.

“Estas resoluções não valem um centavo para a nação iraniana”, declarou Ahmadinejad à agência estatal Irna, no Tadjiquistão.

A quarta rodada de sanções aprovada nesta quarta-feira por 12 votos a favor, dois contra (Brasil e Turquia) e uma abstenção, do Líbano, deve isolar ainda mais o país do restante da comunidade internacional, disse o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao comentar o resultado.

Ainda reagindo ao anúncio das novas sanções, o governo iraniano afirmou que não irá suspender as atividades de enriquecimento de urânio, mesmo com as novas punições.

“Nada vai mudar. A República Islâmica do Irã vai manter suas atividades de enriquecimento de urânio”, disse Ali Asghar Soltanieh, enviado do Irã na AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), com sede em Viena, logo depois da aprovação da medida na ONU, em Nova York.

Anteriormente, o Irã já havia rejeitado a aprovação do pacote de sanções, dizendo que a medida é “errada” e deve piorar a crise, de acordo com a rede de TV iraniana Al Alam.

“A resolução foi uma medida errada (…), não é um passo construtivo para resolver a questão nuclear. Isso tornará a situação mais complicada”, disse o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores, Ramin Mehmanparast, logo após a aprovação.

O documento foi aprovado nesta quarta-feira pelo Conselho de Segurança com 12 votos a favor, apesar de Brasil e Turquia votarem contra a resolução.
Na abertura da sessão, que começou com mais de uma hora de atraso, às 12h15 (horário de Brasília), a embaixadora brasileira da ONU, Maria Luiza Viotti, afirmou que, “na nossa visão”, a resolução “atrasará, em vez de acelerar, uma solução para a questão”.

O Líbano se absteve de votar. Os outros 12 países do Conselho de Segurança foram favoráveis, aprovando a quarta rodada de sanções contra o Irã desde 2006.

As novas sanções devem vetar investimentos exteriores iranianos em atividades e instalações relacionadas com a produção de urânio, serão estabelecidas restrições na venda de armas convencionais ao Irã. Além disso, o país será proibido de fabricar mísseis balísticos com capacidade de carregar ogivas nucleares.

Também deve haver novas restrições às operações financeiras e comerciais com o Irã, além do reforço do regime de inspeções das cargas dos navios e aviões iranianos para evitar que burlem o embargo internacional.

Isolamento

Após o resultado da votação dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou que a República Islâmica deve ficar mais cada vez mais isolada enquanto o governo iraniano “seguir ignorando” as regras internacionais do TNP.

Em pronunciamento em Washington, o presidente americano deixou claro que a aprovação do novo pacote de sanções — defendido e impulsionado em grande parte pelos Estados Unidos — “não fecha a porta da diplomacia” entre o Ocidente e Teerã, mas demonstra que toda “ação tem consequências” e nesta quarta-feira o governo do Irã “sofre as consequências” de suas atitudes.

Os EUA consideram que o Irã coloca em risco a segurança regional do Oriente Médio, criando tensões com seus vizinhos, declarando ameaças — numa clara referência a Israel — “patrocinando grupos terroristas”, e dando prosseguimento ao seu polêmico programa nuclear.

“O governo do Irã precisa entender que a segurança de seu povo não será garantida por meio de seu programa nuclear”, disse Obama.

“O aumento de tensão no Oriente Médio não é do interesse de ninguém”, disse Obama, mas o Irã “precisa entender” que com direitos vêm obrigações, e que Teerã deve respeitar os tratados internacionais sobre a produção e utilização de energia nuclear.

Barack Obama defendeu a implementação das novas sanções — as mais restritivas já aplicadas ao Irã — dizendo que Teerã “não conseguiu provar à comunidade internacional” que seu programa nuclear tem fins pacíficos.

Mais cedo, o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, chegou a afirmar que as sanções contra a República Islâmica seriam “ineficazes”, citando como exemplo a Coreia do Norte, que anunciou o total funcionamento de seu programa nuclear mesmo após as punições recebidas pela ONU.

Em resposta, Obama disse que os EUA “sabem que o Irã não mudará seu comportamento de um dia para o outro”, e que a comunidade internacional deve manter as portas da diplomacia abertas.

COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Gente diga não ao antissemitismo e sim à justiça

Posted in História, Política by leonardomeimes on 04/06/2010

Os problemas que Israel está causando atualmente não podem, e não devem, pelo bem de nosso mundo, se transformar em uma onda de antissemitismo “maquiado”. A questão de criticar Israel e suas atitudes em relação aos palestinos e, mais precisamente, à Gaza é de fato uma questão se bom senso e amor ao próximo e não uma questão de criticar as atitudes religiosas de ambas as partes.

Sabemos que tanto os sionistas Judeus quanto os muçulmanos do Hamas tem seus problemas com a lei, sendo ambos estados considerados estados terroristas pelas ações e crimes de guerra que perpetuam, o problema é transformar isso em uma polarização de religiões e, no pior dos casos, uma onda de preconceito contra Judeus e Palestinos.

 

Oriente Médio

Oriente Médio

A região em que o conflito se deflagra é conhecida mundialmente como uma das mais tensas do mundo. Ali, a Líbia, o Líbano, a Jordânia, o Egito, Israel e os Palestinos têm enfrentado vários conflitos durante os anos.  A Guerra Israel x Egito pelo canal de Suez, a guerra dos seis dias entre Israel x Iraque, Jordânia, Síria e Egito, a guerra Irã X Iraque, a guerra de Yom Kipur entre Israel x Egito, Síria e Iraque, a guerra do Líbano x Israel, essas de 1956 a 2000, e, por fim, a segunda guerra do Líbano x Israel, seguida pela Operação Chumbo Fundido entre Hamas x Israel e EUA de 2000 à 2008. Foram deixadas de fora as guerras que não envolvem Israel, pois houve muitos outros conflitos.

A região, então, é bem problemática o que pede muita cautela ao considerar os conflitos que ali acontecem. Porém a história de conflitos de Israel pode ser contada com protagonismo evidente. O território é dado como pertencente a Israel desde os tempos bíblicos, onde o Reino de Israel teria a terra prometida por Deus, como seu lugar de paz e descanso. Os primeiros templos de Israel estão na localidade. Já na época do Império Romano os Israelenses foram obrigados a deixar a terra, e, aos poucos, durante vários séculos, foram retomando a terra que era majoritariamente muçulmana após a diáspora.  Em 1880 o fluxo de Judeus que se dirigiam à região era menor do que o fluxo que preferia outras terras ao reino sagrado, e a América era o destino mais procurado, porém isso não impediu que a população de judeus crescesse na região.

Antissemitismo, comparação entre o Judaísmo e o Nazismo

Antissemitismo, comparação entre o Judaísmo e o Nazismo

O sionista Theodor Herzl formou um movimento político que queria criar um estado Israelense aos moldes do estado alemão nacionalista, que viria mais a frente a se tornar o estado Nazista de Hitler causando uma movimentação de centenas de milhares de judeus em direção à Israel, fugindo da Europa. A população de Judeus se tornou 33% da população total da região. Os Britânicos que estavam sob controle na região começaram a sofrer ataques terroristas desses movimentos judeus que queriam a independência, sendo o primeiro em 1944 contra o Ministro de Estado Britânico. Em 1948 os políticos judeus declararam a independência e proclamaram a criação do País de Israel. No outro dia todos os países árabes entraram em guerra contra Israel, quase um milhão de árabes muçulmanos foram obrigados a sair de Israel, ou fugiram, com destino aos países vizinhos.

A partir dai, os conflitos se arrastam.

Theodor Herzl, visionário do Estado judeu, em 1901.

Theodor Herzl, visionário do Estado judeu, em 1901.

Os árabes dizem que Israel se apropriou de terras que haviam estado em posse dos árabes por mais de 600 anos, o que os colocaria como reais habitantes da região, de criar um estado Judeu apesar da maioria da população ser muçulmana e de expulsar os árabes das terras que “invadiu”.

Os Israelenses dizem que a terra era a terra prometida à peles por Deus e que habitaram a região muito antes dos muçulmanos se instalarem.

Ambos os lados da discussão foram maus em relação à diplomacia, Israel decidiu utilizar a força e começou a independência com atentados e assassinatos, e depois passou por cima de todos os moradores muçulmanos ao criar o estado de Israel. então em conflitos com Síria, Líbano, Egito, e Jordânia para anexar territórios ao seu país. Quis o canal de Suez, a Cisjordânia e agora que Gaza e principalmente a Jerusalém.

Os árabes responderam também com terrorismo, ataques mísseis e outras formas de agressão.

O fato é que ambos os lados deveria abdicar das armas e simplesmente conviver como faziam antes de 1800, porém a importância política da região, e estratégica não permite acordos. Os EUA querem a região por ser um ponto de ataque e uma base avançada para ataques ao Irã, Iraque e Afeganistão então eles patrocinam Israel e endossam suas atitudes ara tê-lo. Os árabes querem as mesmas coisas e são patrocinados pela Líbia e Irã.

 

Refugiados palestinos

Refugiados palestinos

A região é uma região problemática tanto politicamente quanto religiosamente, mas uma coisa ela poderia ensinar, que a fonte desses conflitos sendo a religião não justifica, pois Jerusalém deveria ser dividia entre todos os povos que a consideram uma cidade sagrada. A cidade é local sagrado para Judeus, Cristãos e Muçulmanos. Assim a origem desses povos é uma única origem e eles deveria se considerar irmãos e não inimigos.

Não transformemos esse problema político em uma guerra de religiões, pois será muito mais fácil julgar pessoas que não estão envolvidas no confronto e gerar uma onde de antissionismo, antissemitismo, antimuçulmanismo… Assim como há muçulmanos fundamentalistas, existem também sionistas fundamentalistas e cristãos ortodoxos…,porém também existem pessoas boas em todos os lados.

Perda de terrítório dos palestinos aos judeus

Perda de terrítório dos palestinos aos judeus

Os culpados do conflito são os políticos e as nações que patrocinam essa briga, e atos desumanos podem ocorrer de ambos os lados e devem ser repreendidos da mesma forma.

O ataque de Israel ao comboio de ajuda humanitária do grupo Free Gaza ainda assim é um ato desumano e foge ao bom senso que a região necessita, deve ser repudiado e Israel deve melhorar sua relação em relação à gaza, assim os atos terroristas do Hamas poderão ser considerados crimes e não apenas uma retaliação.

Leonardo Meimes

Israel com problemas

Posted in Política by leonardomeimes on 01/06/2010

Israel admitiu que cometeu ERROS, porém está tentando minimizar o problema. Israel diz que reagiu ao que considerou uma agressão dos ativistas (que chamam de terroristas).

O fato é que Israel já tinha sido avisado sobre o navio:

Suplicy ainda pediu a Israel que liberasse a chegada da expedição e voltou a abordar o tema em artigo na última terça-feira (25). (R7)

, portanto sabia que ele viria e sabia que teria apenas pacifistas, então a decisão de parar o navio em águas internacionais por um ataque é claramente um ato de pirataria em que Israel impediu que mantimentos e ajuda chegassem ao país inimigo e se apropriou de tudo.

Além disso, o direito internacional prevê que quem atacou é responsável pelas mortes causadas no confronto. E a ONU já tinha pedido antes que Israel abrisse o cerca à Gaza por mar, assim respeitando o direito de Gaza à acesso ao comércio exterior.

Invasão de Israel ao longo dos anos

Invasão de Israel ao longo dos anos

“Se o governo israelense tivesse atendido aos chamados internacionais e ao urgente pedido para suspender o bloqueio a Gaza, isso não teria acontecido”, disse Ban à Reuters em Campala, capital de Uganda, na terça-feira. (Folha)

E

“Os habitantes de todos os territórios ocupados por Israel desde 05 de junho de 1967 precisam ter acesso, sem quaisquer impedimentos, às águas internacionais e ao espaço internacional, em conformidade com as resoluções da ONU [Organização das Nações Unidas] e a lei internacional. Esses habitantes de todos os territórios ocupados precisam ter o direito de livre entrada e saída de todos esses territórios.”, afirmou ainda o senador  Suplicy. (R7)

O ataque de Israel foi recebido em todo mundo como uma afronta aos direitos humanos.

http://noticias.r7.com/internacional/noticias/senador-suplicy-foi-convidado-para-participar-da-frota-da-liberdade-20100531.html

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/743998-lider-da-onu-pede-que-israel-suspenda-bloqueio-a-faixa-de-gaza.shtml

 

Leonardo Meimes

Falando em Israel

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 31/05/2010

Esse exército deveria tomar cuidado com suas ações, pois Israel já não é mais um país totalmente blindado contra retaliações como antes. Antigamente Israel podia fazer o que quizesse que ninguém revidava, hoje a situação talvez esteja um pouco diferente, para melhor.

Israel atacou um comboio de ajuda humanitária enviado pela Turquia, ou seja impediu que as pessoas da faixa de Gaza, que já sofrem pelo isalmento, do muro, e pelas invasões de Israel recebessem comida e remédios…

Que governinho nazista heim!

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/743162-israel-ataca-frota-de-barcos-que-levava-ajuda-a-gaza-ao-menos-16-morreram.shtml

 

Leonardo Meimes