Moscas Mortas Revolution – Página Inicial

Blood Brothers

Posted in Música, Uncategorized by leonardomeimes on 04/08/2010

Uma das músicas que faz o Iron ainda uma boa banda.

Ainda estou aguardando o próximo CD =)

METAL RADIO: “O MAIDEN NÃO SABE MAIS COMO ESCREVER HITS”

Posted in Música, Uncategorized by leonardomeimes on 19/07/2010
16/07/2010

Fonte: Radio Metal Website

O repórter da Radio Metal, Metal’O Phil, publicou a primeira resenha faixa à faixa do “The Final Frontier”, novo disco do Iron Maiden. Confira abaixo suas impressões:

1. Satellite 15… The Final Frontier – 8’40 :
A abertura do novo álbum do Iron Maiden é uma intro longa e experimental, com baterias às vezes tribais, às vezes marciais e guitarras. Após um curto silêncio, alguns sutis arpejos e a voz de Dickinson aparecem, enquanto Nicko McBrain inicia uma robótica seção rítmica com bumbo duplo e… bem, eu realmente não sei o que o que pensar do resultado. Após mais silêncio (mais um de muitos neste álbum), tudo se torna claro quando um riff do velho Maiden e um refrão de fáceis letras começam: “The final frontieeeer, The final frontieeeeeer…”.

2. El Dorado – 6’49 :
O primeiro single, que está disponível para download gratuito no site oficial da banda, não é o maior hit do álbum nem o mais representativo. Ela começa do mesmo jeito que “Satellite 15” terminou: uma guitarra porrada, junto com Nicko Mcbrain batendo alto em seus cimbals. Este tipo de efeito “espalhafatoso” é normalmente usado para concluir uma música ou um show. Então surge um tradicional ritmo galopante com um riff parecido com o estilo Heavy/Trash do Megadeth. O refrão é cativante, mas não tão memorável, cruelmente me lembra das anedóticas faixas de abertura dos últimos dois álbuns. Estas faixas parecem mais estarem lá para encher o álbum, do que serem o resultado de alguma inspiração. Outra mania do Maiden neste álbum é que a canção termina, geralmente, da mesma forma que começou.

3. Mother Of Mercy – 5’20 :
Uma leve atmosfera medieval, como um hino de um guerreiro, emana desta faixa que começa como muitas ainda por vir neste álbum: uma parte limpa, como no prelúdio de “No More Lies” do “Dance of Death”. Após algumas explosões de riffs de guitarra, lá vem o mesmo verso novamente tocada numa versão com a guitarra mais alta, e mais uma vez o inevitável riff galopante. O refrão é outro que é fácil de se lembrar – o título da música – Dickinson parece estar, literalmente, “lançando” sua voz para alcançar as notas mais altas.

4. Coming Home – 5’52 :
A “Power Ballad” do album é semelhante à “Out of The Shadows” do “A Matter of Life and Death”. Entretanto, esta canção é mais cativante, com um bom refrão e um sutil teclado que faz uma sensível aparição. Note também que há um solo realmente bom.

5. The Alchemist – 4’25 :
Chega-se rapidamente ao grosso da coisa nesta faixa simples. Sem introdução, sem “ponte”. Apenas verso, refrão, verso, refrão, solo, verso, refrão. Fim da estória. É uma faixa tradicional com os riffs rítmicos do Maiden e o inconfundível trabalho de cimbals de Nicko.

Nós estamos a um terço do caminho, e todos os esquemas do Maiden já foram percebidos. Contudo, este álbum parece diferente. Estas faixas foram feiras para serem cativantes, mas eventualmente acabam sendo medianas… Neste momento eu penso comigo: “espere, isto é estranho, eu não recordo de muitas canções curtas…”. Minha memória vagueou levemente, principalmente por causa da inundação de faixas intermináveis que me golpearam enquanto lia o “tracklist”.

6. Isle Of Avalon – 9’06 :
O Iron Maiden demonstra seu talento para as introduções em “crescendo” com “Isle of Avalon”: primeiro as guitarras tocam sozinhas um tema árabe, então aparece o “hi-hat” junto com as mesmas tremulantes guitarras dobradas, como em “El Dorado“. O bumbo então entra discretamente. Seguindo o exemplo de “The Longest Day”, do ultimo álbum, a bateria surge como poderosas explosões, e os “tons” produzem um incontestável efeito dramático. Ao todo é uma boa faixa que segue a tradição de canções épicas do “A Matter of Life and Death”.

7. Starblind – 7’48 :
Após outra parte de guitarras limpas/teclados, seguida por um silêncio, a banda inglesa muda para uma parte pesada e vigorosa, com uma sutil e emocionante melodia. O grande refrão – levemente rápido na melodia – alterna entre linhas de vocal altas e baixas.

8. The Talisman – 9’03 :
Com um violão por detrás, quase como um velho mágico, Bruce Dickinson nos conta uma estória com uma voz de homem velho, criando um sentimento misto de conforto e incômodo. Então o prelúdio chega ao fim, diminuindo a velocidade para anunciar um escuro silêncio, colidindo num pesado novo começo. Está ficando um pouco antiquado, e agora já sabemos a manha. “The Talisman”, todavia, é uma ótima faixa. Estes nove minutos são uma sucessão de momentos intensos, com os riffs cativantes na canção, que nos fazem dizer “woooooooohooooooooohooo”.

9. The Man Who Would Be King – 8’26 :
Para esta faixa, cujo título me lembra o nome de uma álbum do Blaze Bailey, o Iron Maiden nos pega de surpresa com… uma introdução com som limpo. Mais uma vez. Este prelúdio também termina num curto intervalo, antes de mudar para uma canção mais viva. Na metade da música, a banda faz uma parada que não nos surpreende com sua mudança de tempo, como uma virada no roteiro de um filme de Hollywood não convincente. Note o agradável solo de guitarra. A canção chega ao fim de uma forma interessante, com um lento e progressivo “fade out”, um verdadeiro epílogo para este pesado momento de bravura.

10. When The Wild Wind Blows – 10’59 :
Alguns jornalistas, incluindo este humilde servo, deixaram escapar um “Oh, não!” quando eles anunciaram a última canção e sua duração. O fato é que o fim de “The Man Who Would Be King” teria sido uma grande conclusão, com quatro mini-estórias épicas; para seguir com outra canção que nunca acaba, a mais longa do álbum, que não faz você ficar a fim de ouvi-la. Não é necessário dizer que o prelúdio mais uma vez é composto de teclados e guitarras limpas. Dickinson canta novamente de uma forma narrativa. Após o incrível suspense provocado pelo enésimo silêncio, a faixa começa e as guitarras seguem com o tema do prelúdio numa versão elétrica. É bem normal, mas ainda assim permanece eficiente. “When The Wild Wind Blows” é a canção mais alegre do álbum. Parece impossível não sair pulando quando a ouvimos. Após 11 minutos e alguns perdoáveis auto-plágios, a faixa termina em perfeita simetria, com alguns arpejos abrindo caminho para um som de vento.

Opinião do momento:
Estou farto desses jornalistas que constantemente começam suas resenhas com: “foi apenas a primeira sessão de audição, o que torna difícil de opinar. Uma sessão mais profunda seria necessária para revelar realmente o sutil BLABLABLABLA…”. Nós sabemos, seu imbecil, de que se trata exatamente disto (uma primeira impressão). Então aqui vai uma opinião com uma total e responsável falta de retrospectiva, ao final da sessão. Mas seja cuidadoso, porque esta foi apenas a primeira sessão, então… ops… tá vendo?

Uma nova era chegou: O Maiden não sabe mais como escrever hits. O Maiden não está mais confortável ou afiado, como mostrado nas enferrujadas e anedóticas “El Dorado” e “The Alchemist”. Paradoxalmente, as canções intermináveis acabaram por se revelar cativantes. Elas são muito melhores construídas, menos redundantes do que as do álbum anterior. Elas formam grandes canções épicas com sucessões de ótimos riffs, grande melodias, grandes refrões e viradas espertas, mas que não dobrarão aqueles que estão insensíveis às padronizadas levadas progressivas. Todavia, este grande passo adiante é “secado” por esta redundância causada pela forma na qual as canções foram escritas. Após a quinta introdução limpa, você não pode evitar de sorrir. Você apenas tem que lidar com isto: hoje o Maiden é uma banda de Metal Progressivo, mesmo sendo uma boa banda.

O álbum será lançado no dia 16 de agosto.

Tracklist:

01. Satellite 15….The Final Frontier (Smith/Harris) (8:40)
02. El Dorado (Smith/Harris/Dickinson) (6:49)
03. Mother Of Mercy (Smith/Harris) (5:20)
04. Coming Home (Smith/Harris/Dickinson) (5:52)
05. The Alchemist (Gers/Harris/Dickinson) (4:29)
06. Isle Of Avalon (Smith/Harris) (9:06)
07. Starblind (Smith/Harris/Dickinson) (7:48)
08. The Talisman (Gers/Harris) (9:03)
09. The Man Who Would Be King (Murray/Harris) (8:28)
10. When The Wild Wind Blows (Harris) (10:59)

Musas da música brasileira

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 15/07/2010

Vozes sensacionais, que cantam com a alma e que tem o privilégio de cantar as múscas dos melhores compositores do brasil…

Check it out!

E novamente esse encontro que está para ser superado, os pianos de Wagner Tiso,

a letra maravilhosa, a voz de veludo de Nana e a delicadeza da melodia de Milton Nascimento:

Metal para bons ouvidos

Posted in Música by leonardomeimes on 14/07/2010

Para quem gosta de músicas instrumentais, escolhi os intrumentais de Metal que eu mais gosto para fazer essa lista =)

Talento, composições grandiosas, e “épicidade máxima”.

Porque agente deve gostar do Metal como música e não como imagem ou “rebeldia”.

Essa é essencial:

Mais do Metallica, o começinho desse primeiro é uma homenagem a música One of these days do Pink floyd, porém tá muito mal tocada hahahah:

IronMaiden:

Cacophony

The Final Frontier – IRON MAIDEN

Posted in Música, Uncategorized by leonardomeimes on 13/07/2010

Novo CD da donzela

Posted in Música by leonardomeimes on 13/07/2010

O Iron Maiden está de CD novo, que será lançado mês que vêm, há comentários de que esse seria o CD mais progressivo da banda de Heavy Metal Inglesa. Já liberaram na net uma faixa, fraquinha em minha opinião, chamada El Dorado e hoje lançam um video clip da primeira faixa do album.

A contagem regressiva está rolando no site : http://www.ironmaiden.com/tminus.php

Para amantes de Heavy coloco alguns dos clássicos que transformaram essa banda em uma banda de importância mundial.

Primeiramente o teaser do clip:

Aces High (CD Powerslave)

Strange in a Strange Land (CD Somewere in Time)

Bring your Daughter to the Slaughter (CD No Prayer for the Dying)

Prowler (CD Iron Maiden)

Em da última fase do Maiden:

Wicker Man (CD Brave New World)

Música para os ouvidos

Posted in Música, Uncategorized by leonardomeimes on 02/07/2010

A música é o barulho que pensa

Victor Hugo

A boa música nunca se engana, e vai direto buscas ao fundo da alma o desgosto que nunca devora

Stendhal

Qualquer bom músico deve ser um inovador

Les Baxter

Eu não sei nada sobre música. Na minha linha você não precisa saber.

Elvis Presley

Se um compositor pudesse dizer em palavras o que ele tem de dizer ele não se incomodaria dizendo em música.

Gustav Mahler

A música não mente. Se há algo a ser mudado nesse mundo, então só poderá ser mudado pela música.

Jimi Hendrix

A música expressa o que não pode ser dito e no que é impossível ficar calado.

Victor Hugo

Há mais músicas de amor do que qualquer coisa. Se as músicas pudessem lhe tornar algo todos nós amaríamos uns aos outros.

Frank Zappa

Sem música, a vida seria um erro.

Friedrich Nietzsche

Uma música que se preze nunca é objetiva, como um atestado de óbito ou uma receita de bolo.

Arnaldo Antunes

É tão absurdo dizer que um homem não pode amar a mesma mulher toda a vida, quanto dizer que um violinista precisa de diversos violinos para tocar a mesma música.

Balzac

Quem ouve música, sente a sua solidão de repente povoada

Robert Browning

Milhares de pessoas cultivam a música; poucas porém têm a revelação dessa grande arte

Ludwig Beethoven

Quando se acaba de ouvir um trecho de Mozart, o silêncio que se lhe segue ainda é dele

Sacha Guitry

Quando se ouve boa música fica-se com saudade de algo que nunca se teve e nunca se terá

Samuel Howe

Escrever sobre música é como dançar sobre arquitetura.

Laurie Anderson

A música improvisada envolve muita intuição e eu gusto de desenvolver intuição.

Fred Frith


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Contos de fadas não contribuem para amadurecimento da criança, diz terapeuta

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 30/06/2010

Pai de seis e avô de nove, o psicoterapeuta Zenon Lotufo Jr. sempre gostou de contar histórias às crianças da família. Mas nunca gostou muito dos contos de fadas.

Lotufo avalia que, em grande parte desses contos, o medo de cair nas garras de uma bruxa ou de ser punida (como ela será, no final) serve para manter uma atitude de subserviência e não contribui para o amadurecimento da criança -ao contrário do que sustentam algumas correntes da psicanálise.

Leia trechos da entrevista.

*

Folha – Para o senhor, contos de fadas não são benéficos?
Zenon Lotufo Jr. – Um dos problemas é que se generaliza, como se qualquer dessas histórias tivesse papel positivo. Muitas levam ao conformismo, usam o medo como forma de dominação e apresentam crueldades incríveis.

Até as versões “suavizadas”?
Os contos de fadas sempre foram adaptados às características de cada época. Os irmãos Grimm fizeram isso. Mas há autores que dizem que eles domesticaram os contos, que deveriam voltar a ser como eram. E eram muito cruéis. Não há provas de que a criança se beneficie disso. Esses contos surgiram em uma cultura em que o medo era moeda corrente. Todo mundo vivia com medo.

Hoje, também vivemos com medo…
Sem dúvida, mas é diferente pensar na Europa dos séculos 13 ao 18, com a cultura da culpabilização por meio da religião, as pestes, as guerras, a fome. Os contos de fadas de que estamos falando surgiram nesse contexto e em grande medida reforçavam esse medo para manter a obediência das pessoas. Em geral, culpavam as mulheres e as crianças (quando eram curiosas e desobedientes) pelos problemas.

O fato de ter sempre um final feliz não é positivo?
A mulher e a criança raramente têm um papel ativo no final feliz. Branca de Neve, Bela Adormecida e Cinderela são salvas magicamente. Essa passividade das heroínas tem uma mensagem clara: quem é boazinha, submissa, vai ser salva por um príncipe.

Então não seriam histórias para as crianças de hoje?
As histórias estão aí, ninguém vai suprimir isso. Mas é importante que o adulto que conta a história discuta esses aspectos com as crianças. Outra coisa importante é pensar se são adequadas à idade. Criança muito pequena pode ficar apavorada e não vai entender uma explicação que as contextualize.

Há entre essas histórias as que podem ser benéficas?
Algumas têm uma mensagem claramente positiva. O “Patinho Feio”, por exemplo, mostra alguém que é maltratado porque pertence a outro grupo, ajuda a entender o problema da discriminação.

Os contos podem ajudar a criança a elaborar os próprios medos, como perder a mãe ou ser abandonada?
Não há comprovação de que os contos tenham essa função e de que as crianças gostam deles por isso.

E por que continuam fazendo sucesso e atraindo tanto as crianças?
Eu não sei se eles atraem mais as crianças ou os pais. Sempre foram usados como um meio de levar à obediência: não discuta, é assim mesmo. A Chapeuzinho Vermelho é curiosa e desobediente, por isso se dá mal.

Em sua opinião, esses contos não cabem na cultural atual?
Tanto esses contos como muitos super-heróis modernos passam a ideia de um bem completo e um mal completo. Não acho que essa visão maniqueísta faça bem. De uma forma geral, havendo alternativa de uma coisa mais saudável e até mais “contracultural”, acho melhor para a criança.

Seria o caso de um filme como “Shrek”, em que os personagens típicos dos contos de fada aparecem em papéis invertidos em relação aos “bons” e aos “maus”?
Pode ser. O ogro sempre foi o mal e é apresentado de outra forma, como herói. Isso é uma forma interessante de abordar o assunto.

Só para Headbangers

Posted in Música by leonardomeimes on 24/06/2010

Fiz uma seleção de grandes apresentações apenas com as músicas mais headbanger que eu gosto.

Quem não curtir metal não ouça =) sigam esse conselho, por favor.

DEMAIS:

Esse não é ao vivo mas ess amúsica é tão poderosa que entra =)