Moscas Mortas Revolution – Página Inicial

Leonardo Boff – MIDIA COMERCIAL EM GUERRA CONTRA LULA E DILMA

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 30/09/2010

O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros.

Sou profundamente a favor da liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o “silêncio obsequioso” pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o “Brasil Nunca Mais”, onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário. Esta história de vida me avalisa fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade.

O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.

Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, comportam-se como “famiglia” mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos do Estado de São Paulo, da Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e xulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico, assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem deste povo. Mais que informar e fornecer material para a discusão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.

Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido à mais alta autoridade do pais, ao Presidente Lula. Nele vêem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.

Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.

Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma) “a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e nãocontemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo, Jeca Tatu, negou seus direitos, arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que continua achando que lhe pertence (p.16)”.

Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles têm pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascedente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidene de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.

Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados de onde vem Lula e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coronéis e “fazedores de cabeça” do povo. Quando Lula afirmou que “a opinião pública somos nós”, frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palavra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.

O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.

Outro conceito inovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava os já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.

O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, o fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA faz questão de não ver, protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.

O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e no fundo, retrógrado e velhista ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes.

Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das má vontade deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.

Leonardo Boff, teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra

O fator grosseria na campanha de Serra

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 29/09/2010

É necessário conhecer um pouco os efeitos dessa grosseria de Serra com os prefeitos do PSDB, para entender a razão da votação esperada de Geraldo Alckmin ser tão superior a dele no estado de São Paulo. Ou entender a razão da debandada dos prefeitos do PMDB, depois que Orestes Quércia abandonou a campanha ao Senado por problemas de saúde.

Desde o dia em que botou os pés no Palácio Bandeirantes, na condições de governador, Serra assumiu a postura de um Imperador. Conhecidos de muitos anos se espantavam com o deslumbramento de um quase septuagenário. Parecia que Serra se vingava de anos e anos em que ficou em segundo plano, seja como Secretário de Montoro ou Ministro de FHC, seja como filho de uma família de classe média do Braz.

A educação nunca foi seu forte. Em geral, atribuía-se sua grosseria a uma suposta timidez, embora a maioria dos tímidos seja recatada.

No poder, extrapolou.

Conseguiu criar no próprio PSDB resistências até mais fortes do que o anti-petismo do PSDB paulista. E explica em grande parte sua derrota clamorosa em São Paulo. O próprio afastamento do campeão d votos do partido, Gabriel Chalita, se deu depois dele esperar por cinco horas ser recebido por Serra.

Como se recorda, o Serra planejava sair de São Paulo com 5 milhões de votos de vantagem. O PT, mais otimista, esperava perder por apenas 2 milhões. Provavelmente Dilma terá 5 milhões a mais que Serra justamente no estado em que os tucanos sempre foram mais fortes.

Na raiz de tudo, uma antipatia generalizada dos prefeitos tucanos em relação a Serra.

Em Marília, reduto tucano, o prefeito Mário Bulgarelli jurou publicamente jamais apoiar Serra, embora preste todo apoio a Alckmin.

Sua bronca decorre de uma sucessão infindável de grosserias de Serra, contra ele e contra terceiros. A começar do fato de jamais ter sido recebido no Palácio Bandeirantes, nem por Serra nem por Aloizio Nunes.

Foi a menor das grosserias.

Recorda-se de um evento das Fatecs no Palácio Bandeirantes. Houve um concurso para o desenvolvimento de inovações. Marília venceu em primeiro, com um tipo de quitute; Bauru ficou em segundo. Somados, dois colégios eleitorais com 750 mil pessoas.

A premiação foi no Palácio Bandeirantes. Prefeitos, deputados, diretores de Fatec, alunos reunidos, mais Geraldo Alckmin e o prefeito Gilberto Kassab. Serra entra, não cumprimenta ninguém, recusa o quitute que foi-lhe oferecido por uma mocinha simpática, sem lhe dar satisfação, sequer agradecer a gentileza.

A diretora do Paula Santos fez um discurso e em determinado momento mencionou uma estatística qualquer. Falou em 500. Serra começou seu discurso sem saudar nenhum dos presentes e dando uma bronca nela. Não eram 500, mas 496 e não se devia exagerar nos dados. A senhora, de branca ficou rubra, causando constrangimento geral nos presentes.

Segundo o prefeito, vendo sua indignação Alckmin lhe fez um sinal conformado tipo “não ligue”. Kassab estava constrangido, sussurrando frases tipo “o que fazer”. Todos envergonhados com a grosseria pública de Serra.

Noutra feita, Serra veio a Marília. A cidade tem uma estrada de contorno necessitando de recapeamento. Antes do início da solenidade, um assessor de Serra informou o prefeito que o recapeamento estaria sendo providenciado. O prefeito subiu ao palanque, falou antes do governador, e agradeceu a promessa do recapeamento.

Serra tomou a palavra e chamou o prefeito de mentiroso na frente de todo mundo. Disse que jamais tinha prometido nada.

O deputado estadual da região, político de 240 mil votos, também não quer ver Serra nem pintado.

É uma bronca tão grande que, quando fala de Serra, o prefeito – sujeito calmo e afável – avermelha e despeja toda sorte de adjetivos: “Presunçoso, mal educado, grosseiro, egocêntrico,

arrogante…”.

(Do Luis Nassif  Online, http://www.brasilianas.org/luisnassif )

Dilma: a(o) Anti-Cristo?

Posted in Política by leonardomeimes on 29/09/2010

Há muito, não se via e nem se ouvia tanto absurdo, a respeito de um candidato à Presidência, como está sendo propagado e forjado nestas eleições, levianamente, contra Dilma Rousseff.

Primeiro, o alarde dos argumentos de que ela foi terrorista e de que não podia nem pisar em solo norte-americano. Após suplantadas estas falácias, veio outra tentativa de desestabilizá-la: a questão da quebra do sigilo fiscal (sem nenhuma prova de que a mesma estivesse, direta ou indiretamente, envolvida). Agora, emergem, na internet, ambas sem fundamento plausível e sem prova, a terceira e a quarta leva de argumentos ridículos; um verdadeiro show de barbaridades: a de que nem Cristo, querendo, impede a vitória da candidata e a que questiona a sua orientação afetivo-sexual.

Muitos já devem ter recebido o email, cujo teor afirma que Dilma, em suposta entrevista, teria afirmado que nem Cristo, querendo, tira-lhe a vitória. Onde está a gravação ou o vídeo (com voz e/ou imagem) da candidata fazendo esta afirmação? A resposta é uníssona: na maldade de alguns(mas) eleitores(as) – insatisfeitos(as) com o resultado das pesquisas, que continuam apontando a possibilidade de vitória de Dilma no primeiro turno.

Cada pessoa é livre para fazer a sua escolha, é lógico. E uma das grandes riquezas da nossa Democracia reside, particularmente, nesta liberdade. Mas “satanizar” uma pessoa, como estão fazendo com Dilma, com argumentos absolutamente débeis, é, no mínimo, ridículo.

E, na leva dos discursos absurdos, não faltam os que até o câncer, de que fora acometida a candidata, é levado em consideração – como uma “arma” que Satanás tem nas mãos para que o Vice de Dilma, oportunamente, assuma a Presidência (Vice este que, também, já está maldito na língua de muitos(muitas) que se afirmam cristãos(ãs))!

Paira um temor (nas mensagens que venho recebendo – especialmente de alguns evangélicos), movido por emoções e bastante irracionalidade, de que, caso eleita, Dilma interferirá, negativamente, no funcionamento das igrejas, como se isto fosse uma intenção dela (nunca foi!) ou como se um(a) Presidente(a), sozinho(a), tivesse este supra-poder de “rasgar” uma Constituição formal como a nossa. Para estas pessoas, imaginar interferências em templos é questão de poder; quase de “vida ou morte”, como se a salvação estivesse contida dentro de paredes. Daí o evidente desequilíbrio delas.

Realmente, trazer Cristo para a disputa presidencial, para ver se isto tira votos de Dilma, é a prova de que alguns(mas) fanáticos(as) estão desesperados ou quase beirando a imbecilidade.

Os argumentos (todos que tenho visto) utilizados para tentar desestabilizar a campanha de Dilma Rousseff são infundados, muito frágeis, facilmente desmontados.

Até da orientação sexual da candidata já se ouve especular, como se houvesse algum problema, que a incapacitasse para governar, caso ela fosse lésbica. E isto, sendo verdade, é da conta de quem? Em que aspecto a orientação afetivo-sexual de uma pessoa, como um dado isolado, qualifica-a ou a desqualifica para administrar? Em nenhum.

Tenho muito a elogiar quando penso em Serra ou em Marina (por exemplo), mas já fiz a minha escolha e ela é muito sólida: votarei em Dilma, porque tenho muito mais razões para fazê-lo (e falo pela racionalidade – não por questões de fé). Minha fé, cristã de berço, nada tem a ver com os representantes que escolho.

O problema, que atualmente põe o Brasil em atraso (com relação a vários países), encontra-se no Congresso: bancadas que legislam por doutrinas (tomando discursos fundamentalistas, como se estivessem em altares de templos), esquecendo-se de que o Estado brasileiro é LAICO – ou seja, não deve, em suas decisões, levar em conta nenhuma vertente doutrinário-religosa. O Estado deve ser o porta-voz da legalidade com embasamento unicamente científico.

Os(as) que estão criando e repassando estas mensagens distorcidas contra Dilma são fundamentalistas – e muitos(as) optaram por Marina, não por sua história de vida ou política (também, bastante admirável), mas por a mesma ser evangélica (e Marina seria, então, “a ação e a voz divinas” no comando da nação, cujo Deus é o Senhor destes(as) eleitores(as). Se não for o Senhor deles(as), não serve!).

Por isto, frente a esta perseguição a Dilma, é como se eu ouvisse, claramente, Cristo exclamar: “Perdoai-lhes, Pai, pois não sabem o que fazem.”

Há diversos preconceitos que circundam a candidatura de Dilma: por ser mulher, por ter lutado contra a Ditadura Militar – o que deveria ser motivo de orgulho para todos(as) nós -, por ser a mais provável sucessora de Lula, etc.

Não há nada de comprovado, na suposta biografia de Dilma que andam repassando pela internet, que desabone a sua moral, a sua competência ou a sua integridade. Muito pelo contrário: a sua história a dignifica muito.

Já está comprovado que todas as pessoas que se destacaram na luta contra o regime militar no Brasil (a exemplo da corajosa então jovem Dilma Rousseff) foram acusados / fichados dos mais horrendos crimes, justamente porque, de modo corajoso, ousaram enfrentar – como poucas(os) – uma estrutura de atrocidades mantida pelos militarem que se apropriaram do poder no país por tantos anos.

É justamente pela personalidade tão marcada pela coragem, que, desde jovem, Dilma vem assumindo posições e cargos estratégicos no Brasil em prol de uma sociedade mais livre, justa, solidária e progressista.

Quanto ao argumento de que Dilma foi “terrorista”, esse é falso e, em parte, distorcido. Falso, porque não há qualquer prova de que Dilma tenha tomado parte de ações “terroristas”. Distorcido, porque é fato que Dilma fez parte de grupos de resistência à ditadura militar, do que deve se orgulhar, e que este grupo praticou ações armadas, o que pode (ou não) ser condenável.

Como bem lembra Jorge Furtado, “José Serra também fez parte de um grupo de resistência à ditadura, a AP (Ação Popular), que também praticou ações armadas, das quais Serra não tomou parte. Muitos jovens que participaram de grupos de resistência à ditadura hoje participam da vida democrática como candidatos. Alguns, como Fernando Gabeira, participaram ativamente de seqüestros, assaltos a banco e ações armadas. A luta daqueles jovens, mesmo que por meios discutíveis, ajudou a restabelecer a democracia no país e deveria ser motivo de orgulho, não de vergonha.” A conquista da liberdade, tão sonhada e sólida (como o é em nossos dias de Constituição de 1988), devemos, especialmente, a estas pessoas.

Tenho inúmeras razões para votar em Dilma (o meu texto ficaria muito longo se eu elencasse, aqui, todas estas razões) e mais motivos ainda para que o projeto de Lula seja, a cada dia, mais consolidado no país – cuja chance, acredito, estar na escolha de Dilma para a Presidência. Mas repito: cada pessoa é absolutamente livre para escolher. A escolha, com decência e sem atacar de modo infundado quem quer que seja é, sem dúvida, mais bonita.

Dilma, ao meu ver, é a candidata mais preparada para assumir o comando político-administrativo do país e já é possível antever o fato histórico de termos a primeira Presidenta da República!

Fico envergonhado, como cidadão de senso crítico e atento ao passado histórico do nosso país, quando recebo emails, scraps ou mensagens frágeis, de teor infundado, cujo objetivo é, tão somente, tentar desestabilizar a candidatura de Dilma Rousseff ou manchar a sua imagem.

Felizmente, Dilma (destemida, desde cedo) não tem se abatido por esta leva de barbáries. É como se suas forças, pelo contrário, estivessem todas renovadas para, em breve, governar o Brasil!

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Enézio de Deus Silva Júnior
Membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM
Mestrando em Família na Sociedade Contemporânea, UCSAL
Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental
Especialista em Direito Público
Advogado – 0AB-BA 20.914

Zé Pedágio em apuros. Os contratos da Fence com o Governo de SP

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 23/09/2010

Fonte: NaMariaNews

Em texto anterior mostramos uma feliz coincidência: a mesma Fence Consultoria Empresarial, do coronel e ex-SNI Enio Gomes Fontenelle, que atuou no Ministério da Saúde, nos grampos do TSE, entre outros recantos paradisíacos do poder, está trabalhando em SP, precisamente contratada pela PRODESP. Como está lá, há dois contratos assinados em poucos dias, com início em 2008.

Ao contrário do que a Educação faz, a Secretaria de Gestão Pública mostra os documentos de contratos por inexigibilidade de licitação. É justamente sobre eles que vamos falar agora. Difícil de entender alguns pontos, daí ajuda seria bem-vinda.

O primeiro contrato, 005/2008, no valor de R$69.120,00, publicado em DO 26/abril, rezava o seguinte (imagens retiradas do documento de 14 páginas):

1- O valor e reajustes – pág. 5. Para executar os serviços, o pagamento mensal será da seguinte forma: R$384,00 para cada um dos 180 itens elencados:

Mas, se houver pedidos extras, emergenciais, a coisa fica assim: paga-se R$2.000,00 por visita, não inclusos no valor total do contrato (pág.7):

2- Os ambientes de inspeção contra intrusões eletrônicas – págs. 12 e 13.

e

3- O objeto – pág. 1. O mais interessante desse contrato, além do valor, é notar muito bem o objetivo da Fence Consultoria Empresarial no troço:

(…) Prestação de serviços Técnicos Especializados em Segurança de Comunicações (…) visando a detecção de intrusões eletrônicas nas instalações da PRODESP ou em outras localizações de seu interesse.
Quer dizer, se não fomos induzidos a entender tudo errado, já que somos absolutamente leigos, a verificação deve ser inicialmente no prédio da PRODESP, mas se algum espírito obsessor arretado e paranoico decidir que o mercadinho da esquina, a casa do cachorro, o teu quarto, o gabinete do Sr. Paulo Renato Costa Souza, uma escola ou o diabo do local que passar na veneta do cidadão investigador de intrusões eletrônicas são dignos de uma vassourada eletrônica básica, então tá tudo bem? É isso? Não é provável, mas nas Notas 1 e 2 da página 2, em execução dos serviços e prazos reiteram a sentença:
Daí que a PRODESP pode mandar varrer o universo inteirinho, até fora de sua Sede, em caráter emergencial ou não, em até 48 horas – embora esteja faltando a palavra no contrato. Continuamos a compreender tudo errado?
Ou melhor, o que quiseram dizer, agora pensando como profissional contratante, foi que a PRODESP pode mandar vasculhar qualquer outro ponto onde atue, entre a sua clientela governamental? Dá uma olhada onde poderia ser o pequeno universo, sem esquecer que a internet estadual está no meio:

Ver também aqui e aqui.
4- A vigência – pág 8. Embora esteja escrito que o contrato teria validade de 12 meses, contados a partir da data de sua assinatura, podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos, mediante comum acordo, por escrito, entre as partes, limitado a sessenta meses (Lei 8.666/93 art. 57), em 18/setembro/2008 o DO publica seu encerramento assinado em 11/agosto:

Contr.:PRO.001.5388. Proc.: 84638. Forn.: Fence Consultoria Empresarial Ltda..
Ass.: 11/08/2008. Encerramento – Obj.: Serviços Técnicos Especializados em
Segurança da Comunicação. Mod.: Inexigibilidade nº 005/2008

O segundo contrato com a Fence Consultoria Empresarial, 014/2008, saiu publicado em DO em 5/julho/2008, mas foi assinado em 27/maio (conforme DO), portanto antes do encerramento do primeiro. Há pouquíssimas modificações na redação do documento, este com 15 páginas.

As diferenças entre os dois são pequenas. A começar pelos Serviços Emergenciais. Nas imagens abaixo os dois contratos juntos (014/2008 seguido de 005/2008).

Na sequência, aparecem duas vezes o item 3.1.5, em Obrigações da Contratada (pág. 3 em ambos). Isso destrambelhou um pouco a numeração, mas os conteúdos são os mesmos; volta à normalidade no item 3.2 da pág. 4.

E aí vem a grande diferença, o valor passou para R$858.640,08, sendo R$69.120,00 mensais (fora os extras em custos operacionais por serviço). Em V. Preços e Reajustes, e Serviços Emergenciais, págs. 5 a 7 (em decorrência, o item VI. Pagamento, foi bastante modificado)::


A validade do contrato é a mesma (pág.8):

No restante, poucos detalhes se modificaram, mas os ambientes a serem rastreados contra as intrusões eletrônicas iniciais são mantidos (Anexos 1 e 2, págs. 13 e 14) .

Momento questionário

Caso você não tenha morrido de tédio até o momento deve estar se perguntando:
– Por que contrataram a Fence sem licitação? Não existiriam outras empresas semelhantes no mercado? Ou foi por “notório saber”?
– Como se faz tal rastreamento de intrusões eletrônicas? E como se faz o mesmo serviço fora da PRODESP?
– O que acontece caso sejam encontrados os tais intrusos eletrônicos? O que se faz com a “informação”?
– Como conseguiram colocar os intrusos eletrônicos dentro da fortaleza que é a PRODESP (ou outros órgãos estaduais)?
– Por que os contratos com a Fence foram assinados somente a partir de abril de 2008, antes não havia o mesmo risco?
– Por que são dois contratos? Um deles encerrado depois de outro começado? Então o valor suposto no texto anterior é ainda mais alto?
– Seria possível também rastrear tudo que fazem pela WEB e computadores (nesses órgãos ligados à PRODESP)?
Sei.

Eis os mistérios. Nada é dito nos tais contratos. Rezam que a contratante deve fornecer escadas que alcancem os tetos e chaves para tudo que é sala, o resto é incógnita.

Quem souber e puder, por gentileza esclareça para que o mundo seja um lugar melhor de se viver.

Para ler as minutas dos contratos na íntegra, comparar tudo e ver outras diferenças recorra ao Diário Oficial, E-Negócios Públicos, nos seguintes links onde aparecem, ao que tudo indica, os arquivos originais: Contrato 005/2008 e Contrato 014/2008.

Ler mais: http://namarianews.blogspot.com/2010/09/os-contratos-da-fence-com-o-governo-de.html#ixzz10IZ2YSbF

Yeda Cruisius (PSDB) quebra sigilo de 96.000 pessoas no RS

Posted in Política by leonardomeimes on 23/09/2010

O chefe de Gabinete da governadora Yeda Crusius (PSDB), Ricardo Lied, foi exonerado. Um dos nomes de maior confiança de Yeda, Lied teve a exoneração publicada pelo Diário Oficial do estado na terça-feira (21), mesmo dia em que surgiram mais 29 nomes de políticos, procuradores, militares, delegados, advogados, jornalistas e empresários espionados ilegalmente através do Sistema de Consultas Integradas, da Casa Militar, do Palácio Piratini.

Também anteontem, a promotoria de Justiça que investiga o caso revelara que o nome de Lied aparece em e-mails trocados com a Casa Militar. Em uma das mensagens, de 2008, o chefe de gabinete pedia informações sigilosas sobre o ex-deputado estadual Luis Fernando Schmidt (PT).

Desde a prisão do sargento César Rodrigues de Carvalho, da área de inteligência da Casa Militar, que precipitou outra crise no governo gaúcho, Lied passou a ser um dos personagens mais referidos no escândalo da arapongagem. Citado pelo sargento como um dos superiores de quem recebia ordens para acessar dados sigilosos, Lied deverá ser um dos próximos depoentes na investigação dirigida pelo promotor Amílcar Macedo.

Ricardo Lied tem negado qualquer implicação nas violações de sigilo. Uma primeira denúncia contra ele foi feita em 2009 pelo então ouvidor da segurança pública Adão Paiani, mas não surtiu qualquer efeito. Ao contrário, o chefe de Gabinete continuou prestigiado pela governadora, que demitiu o denunciante. Na época, Paiani apresentou oito gravações de áudios à OAB, autorizadas judicialmente, quatro delas mostrando Lied em conversa com o vereador Márcio Klaus (PSDB), do município de Lajeado.

No sétimo diálogo, captado às 21h14 de 16 de setembro, Lied e Klaus discorrem sobre a ficha do então candidato do PT à Prefeitura de Lajeado, Luis Fernando Schmidt, e também os investimentos dos governos federal e estadual na região:

Klaus pergunta a Lied: “Ô Ricardo, aquela questão tu ficou devendo, aquele negócio lá do PT.”

O chefe de gabinete responde: “O que?”.

E Klaus: “O negócio do DAER e a ficha do Luis Fernando…”

Lied: “Não tem nada o Luis Fernando (Schmidt). Não tem nada na ficha dele; nada, nada, nada; eu tenho comigo, não tem nada; ele só tem uma perda de documento. Nunca teve nada na ficha”.

Klaus insiste: “E o negócio do DAER (Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem, órgão estadual)?

Lied – “O negócio do DAER eu não passei porque quem mais fez investimento foi o PT. O PT pagou 6 milhões, a Yeda tá pagando 400 mil e ainda tem que pagar 1,6 milhão atrasados. Quem mais teve investimento foi o PT (…)”

Cerca de 96.000 acessos de dados sigilosos foram realizados através do sistema operado no Palácio Piratini em menos de dois anos – em 2009 e até agosto de 2010. Mais de 60 vítimas foram identificadas até agora pela promotoria. Da relação constam, por exemplo, o ex-ministro Tarso Genro, hoje candidato ao governo gaúcho pelo PT, o senador Sérgio Zambiasi (PTB), um deputado federal, quatro deputados estaduais, entre eles a presidente da CPI da Corrupção, Stela Farias (PT), que vasculhou os bastidores da administração tucana.

Também aparecem como tendo seus dados acessados o procurador federal Adriano Raldi, que denunciou a governadora por improbidade administrativa, além do então marido de Yeda, Carlos Crusius, mais assessores e aliados políticos – posteriormente Yeda foi retirada da ação, que tramita na Justiça Federal, por ter foro privilegiado. E empresários como Jayme Sirotsky, presidente emérito do grupo RBS e integrante do comitê executivo da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).

http://blogdadilma.blog.br/2010/09/rs-cai-chefe-de-gabinete-de-governadora-tucana-suspeito-de-espionagem.html

Folha torna-se novamente aparelho do crime no Brasil

Posted in Política by leonardomeimes on 23/09/2010

Mauro Carrara

Fonte: Blog da Dilma

A empresa que edita a Folha de S. Paulo foi braço físico da Ditadura Militar e da repressão.

Seu jornal Folha da Tarde era um QG dos grupos que sequestravam, torturavam e matavam.

A Folha de S. Paulo apoiou convenientemente os assassinos militares até o governo Geisel.

Depois, por motivos comerciais, vestiu a pele de cordeiro.

Recentemente, passou a delinquir novamente.

Passou a chamar a Ditadura de “Ditabranda”.

Forjou com o grupo Ternuma uma falsa ficha de Dilma Rousseff.

E agora comete o mais grave crime de campanha, ao construir uma fábula de calúnia acerca da gestão da candidata do PT na Secretaria de Minas e Energia do Rio Grande do Sul e na Fundação de Economia e Estatística (FEE), entre 1991 e 1992.

As expressões utilizadas na matéria comprovam o CRIME de calúnia: “apontam favorecimento” e “mostram aparelhamento”.

A matéria foi produzida a partir de uma investida de “jagunços” autoritários da Folha que passaram dias no Rio Grande do Sul exigindo, ofendendo e ameçando pessoas, especialmente aquelas que cuidam dos arquivos públicos.

Mas em que parte da reportagem os agentes do PSDB travestidos de jornalistas mostram que todas as contas de Dilma foram aprovadas pelo TCE gaúcho?

A pergunta é: como podem promotores e juízes eleitorais autorizar esse tipo de crime de natureza eleitoral?

E os outros promotores e juízes: como podem permitir que a imprensa se transforme num instrumento de calúnia e destruição de reputações?

A ordem democrática vem sendo gravemente ameaçada mais uma vez.

Globo-Abril-Folha-Estadão seguem à frente nesta escalada neofascista, destinada a destruir a ordem institucional.

Que o partido de Dilma Rousseff leve sua justa reclamação ao horário da TV.

Os brasileiros de bem já não admitem a impunidade para os criminosos midiáticos.

CORRUPÇÃO SISTÊMICA – FHC, SERRA & CIA

Posted in Política by leonardomeimes on 23/09/2010

(*) Texto de Ester Neves

Fonte: Blog da Dilma

Penso que corrupção é tudo que se pratica no sentido de contribuir para o apodrecimento do tecido social e degradação da vida. Por esse prisma identifico a corrupção praticada em duas frentes: a chamada corrupção endêmica, porque é uma praga que campeia no seio da humanidade, em maior ou menor grau, desde que o homem existe sobre a face da terra, e a corrupção sistêmica. Essa favorecida pelas leis criadas sob a égide da moral do mundo cão em que vivemos, onde o que importa é o “ter” em detrimento do “ser”.

Como diria o meu saudoso pai, Serra promete “mundos e fundos, mas depois não dá nem fundos imundos”. Isso porque é da natureza do seu partido, por uma questão de filosofia e princípios doutrinários, adotar política econômica que não leva em conta as reais necessidades do povo. Entenda a política econômica do PSDB aqui.

Favorecem, primordialmente, a especulação financeira, em prejuízo da produção de riquezas efetivas. Uma política econômica que privilegia o capital alienígena em detrimento das condições de sobrevivência do povo (emprego e renda), e promove um verdadeiro genocídio ao redor do mundo, através da globalização. E depois o Sr. Serra vem dizer que é a favor da vida? Deveria ser honesto e admitir que é à favor da vida dos seus iguais, pois não é à toa que a sua filinha atua nessa área do capital especulativo, também chamado de moedas podres ou capital volátil, e enriqueceu.

Procure saber como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra, e por seu genro, Alexandre Bourgeois.

Não há dúvidas de que todos esses tucanos, que ficam apavorados com a possibilidade de se fazer um dossiê com seus dados fiscais, foram agentes da corrupção sistêmica generalizada, promovida na era FHC. Esses senhores que atuavam no “limite da irresponsabilidade”, conforme foi dito por um deles, no diálogo divulgado das conversas telefônicas grampedas, no BNDES.

A bem da verdade, não é apenas os tucanos que ficam apavorados. Mas, toda a elite, inclusive a grande mídia, que sempre mamou nas tetas do governo, à custa das mazelas impostas ao povo.

O cidadão tem direito a ter os seus sigilos fiscais preservados. Mas, o que é inaceitável é a forma tendenciosa e imoral como a mídia trata a questão. Na era FHC, em todos os casos de graves indícios de corrupção ela fingiu-se de morta. Agora, por que esse estardalhaço todo? Não foram só os tucanos que tiveram seus dados cadastrais acessados. Até o presidente Lula e sua família foram vítimas. E Serra sabia disso, desde outubro de 2009. Veja aqui.
Não dá para acreditar na indignação do Serra, um ano depois do fato ocorrido.

Embora a verdade esteja sendo sonegada pela grande mídia, na internet existem matérias esclarecedoras, para quem tiver interesse em saber a verdade e não se deixar manipular, conforme estas que indico abaixo:
Matéria de 14/10/2002 (era FHC) sobre a Empresa da filha de Serra em Miami, com a função de agenciar licitações públicas no Brasil.

Filha de Serra expôs sigilo de 60 milhões de brasileiros – Em 30 de janeiro de 2001, o peemedebista Michel Temer, então presidente da Câmara dos Deputados, enviou um ofício ao Banco Central, comandado à época pelo economista Armínio Fraga. Queria explicações sobre um caso escabroso. Naquele mesmo mês, por cerca de 20 dias, os dados de quase 60 milhões de correntistas brasileiros haviam ficado expostos à visitação pública na internet, no que é, provavelmente uma das maiores quebras de sigilo bancário da história do País. O site responsável pelo crime, filial brasileira de uma empresa argentina, se chamava Decidir.com e, curiosamente, tinha registro em Miami, nos Estados Unidos, em nome de seis sócios. Dois deles eram empresárias brasileiras: Verônica Allende Serra e Verônica Dantas Rodenburg.

Está previsto para ser lançado no próximo ano o livro do jornalista Amaury Jr, sobre toda a corrupção que houve no governo FHC, com as imorais privatizações. As revelações contidas apenas na apresentação desse livro já alopraram o Sr. Serra. Imagina quando for publicado todo o conteúdo do livro? Já da para imaginar a podridão.

Com a leitura desses textos qualquer um entende muito bem o que está em jogo e tentam esconder com esse estardalhaço todo da quebra de sigilo fiscal dos tucanos.

(*) Ester Neves é escritora – autora, entre outros, dos seguintes livros: 1) Uma Ex-tucano Que Caiu na Real; 2) O Papel Social da Mulher Cristã; 3) Frágil? Nem Tanto – A História de Uma Trabalhadora Brasileira Vítima do Neoliberalismo.

A última pesquisa DATAFOLHA/FOLHA DE SÃO PAULO foi manipulada

Posted in Política, Uncategorized by leonardomeimes on 23/09/2010

Daniel Bezerra

Fonte: Blog da Dilma

A última pesquisa DATAFOLHA/FOLHA DE SÃO PAULO que mostrou DILMA com 49%(2 pontos a menos), SERRA com 28%(subiu 1 ponto) e MARINA com 13%(2 a mais) foi manipulada. Isso mesmo, MANIPULADA para mostrar que a chuva de denúncias feita pela Mídia(PIG) deu resultado. O DATAFRAUDE perguntou aos entrevistados sobre o envolvimento da DILMA ROUSSEFF no suposto escândalo envolvendo EUNICE GUERRA. O objetivo do DATAFRAUDE era induzir no eleitor a culpabilidade de Dilma Rousseff.
CUIDADO ELEITOR, essas pesquisas foram MANIPULADAS!

Globo foi o maior dedo duro de 1964

Posted in Política by leonardomeimes on 23/09/2010

Amigo navegante enviou ao Conversa Afiada essas duas páginas do Globo de 7 de abril de 1964.

É um documento histórico.
Fonte: Conversa Afiada

Atribuído a um grupo de democratas, o Globo publicou no dia 7 de abril de 1964, poucos dias depois da intervenção militar, a lista dos que tinham assinado um manifesto do Comando dos Trabalhadores Intelectuais.

Como hoje, o Globo do Dr Roberto colaborava com o Golpe: “chamamos a atenção de alto-comando militar para os nomes que o assinaram”.

É o dedo duro na sua manifestação mais cristalina.

Repare, amigo navegante, alguns dos nomes que o Globo queria mandar para a câmara de torturas:

Ferreira Gullar, Carlos Diegues, Arnaldo Jabour, Chico Anísio, Paulo Francis, Tereza Rachel, Jorge Zahar.

Que horror !

É a “Lista de Schindler” de sinal trocado: é a “Lista do Globo”, dos que deveriam ser cremados.

Viva o Brasil !

Paulo Henrique Amorim



O modo tucano de operar: R$ 3 milhões mensais

Posted in Política by leonardomeimes on 23/09/2010

O deputado estadual Ary Rigo (PSDB), primeiro-secretário da Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul e principal operador político do governador serrista André Pucinelli, conta detalhes do esquema de corrupção.

Está tudo aí:  a  própria Assembléia, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e o prefeito de Dourados (hoje incomunicável numa prisão estadual).

A grana era de R$ 3 milhões mensais.

Em Campo Grande e nas principais cidades do Estado a revolta toma conta da população. Em poucas horas mais de 50 mil pessoas viram no Youtube o vídeo abaixo, gravado sem que o tucano Ary Rigo soubesse.