Moscas Mortas Revolution – Página Inicial

Pequeno Paul

Posted in Uncategorized by RogBriNas on 12/07/2010

Ah sim, muito tempo que eu não venho aqui, desta vez eu vim pra comentar de uma das notícias da televisão que atualmente eu tenho considerado a mais importante.

O POLVO PAUL

A Copa de 2010 terminou de uma maneira que deixou muitos fãs sem entender muito bem o que aconteceu. Grandes seleções deixaram a Copa prematuramente, a Itália foi a que mais me surpreendeu por não chegar nem nas oitavas de final. Quando ligo a TV vejo sobre mortes (algumas brutais), roubos e estupros; a mídia é podre. Mas, em meio a tudo isso lá vem ele, um pequeno polvo que mora lá não sei aonde da Alemanha. Acontece que o pequeno animal não é simplesmente um petisco que acaba em um prato alemão tipicamente temperado. Ele é um animal de vitrine que realmente adivinha o resultado que vai dar nos jogos da Copa. Ao mesmo tempo o programa Pânico apresenta as previsões que os grandes videntes brasileiros têm. A comparação que eu faço aqui se faz lógica quando se compara os resultados, o polvo dá um banho na mãe Dinah.

Enquanto os videntes contam os gols das partidas entre ossos de galinha, o pequeno polvo apenas escolhe um pequeno mexilhão pra comer entre dois e lá vai o resultado dos jogos na forma de uma caixa de acrílico aberta. O esquema é simples, uma bandeira em cada caixa e a seleção que está representada pela caixa aberta vai ser a seleção que ganhará a partida. Simples não? Até demais, o grande problema é que os crédulos são muitos e vários deles já estão dando ofertas aos donos do Paul, a galera realmente acredita que o animal tem algum poder.

Independente de se tem ou não, a minha idéia é colocar 60 mexilhões numerados em um aquário depois de Paul ficar umas duas semanas sem comer, ele vai atacar logo uns 6, e os números da Mega Senna são: …, …, …, …, …, e …

E o que a galera está achando sobre o polvo Paul? Alguém sabe falar em alemão pra dividir o lucro da Mega Senna?

A notícia que não é tão boa, Paul já tem dois anos e um polvo vive cerca de três, panelada nele.

Futebol arte…

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 07/07/2010

Algumas das cenas menos habilidosas do futebol garantem as risadas mais longas =)

Ai vai heim:

Tagged with: , , ,

Música para os ouvidos

Posted in Música, Uncategorized by leonardomeimes on 02/07/2010

A música é o barulho que pensa

Victor Hugo

A boa música nunca se engana, e vai direto buscas ao fundo da alma o desgosto que nunca devora

Stendhal

Qualquer bom músico deve ser um inovador

Les Baxter

Eu não sei nada sobre música. Na minha linha você não precisa saber.

Elvis Presley

Se um compositor pudesse dizer em palavras o que ele tem de dizer ele não se incomodaria dizendo em música.

Gustav Mahler

A música não mente. Se há algo a ser mudado nesse mundo, então só poderá ser mudado pela música.

Jimi Hendrix

A música expressa o que não pode ser dito e no que é impossível ficar calado.

Victor Hugo

Há mais músicas de amor do que qualquer coisa. Se as músicas pudessem lhe tornar algo todos nós amaríamos uns aos outros.

Frank Zappa

Sem música, a vida seria um erro.

Friedrich Nietzsche

Uma música que se preze nunca é objetiva, como um atestado de óbito ou uma receita de bolo.

Arnaldo Antunes

É tão absurdo dizer que um homem não pode amar a mesma mulher toda a vida, quanto dizer que um violinista precisa de diversos violinos para tocar a mesma música.

Balzac

Quem ouve música, sente a sua solidão de repente povoada

Robert Browning

Milhares de pessoas cultivam a música; poucas porém têm a revelação dessa grande arte

Ludwig Beethoven

Quando se acaba de ouvir um trecho de Mozart, o silêncio que se lhe segue ainda é dele

Sacha Guitry

Quando se ouve boa música fica-se com saudade de algo que nunca se teve e nunca se terá

Samuel Howe

Escrever sobre música é como dançar sobre arquitetura.

Laurie Anderson

A música improvisada envolve muita intuição e eu gusto de desenvolver intuição.

Fred Frith


Tagged with: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Contos de fadas não contribuem para amadurecimento da criança, diz terapeuta

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 30/06/2010

Pai de seis e avô de nove, o psicoterapeuta Zenon Lotufo Jr. sempre gostou de contar histórias às crianças da família. Mas nunca gostou muito dos contos de fadas.

Lotufo avalia que, em grande parte desses contos, o medo de cair nas garras de uma bruxa ou de ser punida (como ela será, no final) serve para manter uma atitude de subserviência e não contribui para o amadurecimento da criança -ao contrário do que sustentam algumas correntes da psicanálise.

Leia trechos da entrevista.

*

Folha – Para o senhor, contos de fadas não são benéficos?
Zenon Lotufo Jr. – Um dos problemas é que se generaliza, como se qualquer dessas histórias tivesse papel positivo. Muitas levam ao conformismo, usam o medo como forma de dominação e apresentam crueldades incríveis.

Até as versões “suavizadas”?
Os contos de fadas sempre foram adaptados às características de cada época. Os irmãos Grimm fizeram isso. Mas há autores que dizem que eles domesticaram os contos, que deveriam voltar a ser como eram. E eram muito cruéis. Não há provas de que a criança se beneficie disso. Esses contos surgiram em uma cultura em que o medo era moeda corrente. Todo mundo vivia com medo.

Hoje, também vivemos com medo…
Sem dúvida, mas é diferente pensar na Europa dos séculos 13 ao 18, com a cultura da culpabilização por meio da religião, as pestes, as guerras, a fome. Os contos de fadas de que estamos falando surgiram nesse contexto e em grande medida reforçavam esse medo para manter a obediência das pessoas. Em geral, culpavam as mulheres e as crianças (quando eram curiosas e desobedientes) pelos problemas.

O fato de ter sempre um final feliz não é positivo?
A mulher e a criança raramente têm um papel ativo no final feliz. Branca de Neve, Bela Adormecida e Cinderela são salvas magicamente. Essa passividade das heroínas tem uma mensagem clara: quem é boazinha, submissa, vai ser salva por um príncipe.

Então não seriam histórias para as crianças de hoje?
As histórias estão aí, ninguém vai suprimir isso. Mas é importante que o adulto que conta a história discuta esses aspectos com as crianças. Outra coisa importante é pensar se são adequadas à idade. Criança muito pequena pode ficar apavorada e não vai entender uma explicação que as contextualize.

Há entre essas histórias as que podem ser benéficas?
Algumas têm uma mensagem claramente positiva. O “Patinho Feio”, por exemplo, mostra alguém que é maltratado porque pertence a outro grupo, ajuda a entender o problema da discriminação.

Os contos podem ajudar a criança a elaborar os próprios medos, como perder a mãe ou ser abandonada?
Não há comprovação de que os contos tenham essa função e de que as crianças gostam deles por isso.

E por que continuam fazendo sucesso e atraindo tanto as crianças?
Eu não sei se eles atraem mais as crianças ou os pais. Sempre foram usados como um meio de levar à obediência: não discuta, é assim mesmo. A Chapeuzinho Vermelho é curiosa e desobediente, por isso se dá mal.

Em sua opinião, esses contos não cabem na cultural atual?
Tanto esses contos como muitos super-heróis modernos passam a ideia de um bem completo e um mal completo. Não acho que essa visão maniqueísta faça bem. De uma forma geral, havendo alternativa de uma coisa mais saudável e até mais “contracultural”, acho melhor para a criança.

Seria o caso de um filme como “Shrek”, em que os personagens típicos dos contos de fada aparecem em papéis invertidos em relação aos “bons” e aos “maus”?
Pode ser. O ogro sempre foi o mal e é apresentado de outra forma, como herói. Isso é uma forma interessante de abordar o assunto.