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Corrupção no PSDB de São Paulo

Posted in Política by leonardomeimes on 11/03/2011
11/03/2011 – 08h02

Presidente da Assembleia de SP é acusado de desvio de verbas

FLÁVIO FERREIRA

ENVIADO ESPECIAL A ITAPIRA (SP)
SILVIO NAVARRO
DE SÃO PAULO

O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado Barros Munhoz (PSDB), é acusado num processo judicial sigiloso de participar do desvio de R$ 3,1 milhões dos cofres da Prefeitura de Itapira (SP), município que administrou até 2004.

Investigações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Estado encontraram dezenas de depósitos feitos em dinheiro na conta do deputado, no valor total de R$ 933 mil.

Segundo a denúncia apresentada à Justiça, que acusa Barros Munhoz de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, a movimentação em suas contas é incompatível com a renda que ele declarou na época em que era prefeito.

A Justiça de São Paulo, onde corre o processo, mandou bloquear os bens do deputado. Barros Munhoz recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para tentar liberar seu patrimônio, mas a decisão da Justiça Estadual foi mantida no ano passado.

Seis auxiliares do deputado também foram denunciados pela Promotoria. A ação civil pública foi ajuizada em setembro de 2006 e corre em segredo de Justiça para proteger o sigilo bancário dos acusados. Não há previsão para a data do julgamento.

Barros Munhoz assumirá na semana que vem seu segundo mandato como deputado estadual e deverá ser reconduzido à presidência da Assembleia com apoio quase unânime. Até o PT e outros partidos que fazem oposição ao PSDB prometem apoiá-lo.

O tucano administrou Itapira em três oportunidades e deixou a prefeitura em 2004, quando não podia mais concorrer à reeleição e não conseguiu eleger o sucessor.

Em nota encaminhada por sua assessoria, Barros Munhoz negou as acusações e disse que os promotores que o acusaram agiram por motivação política.

A investigação começou em 2004 com objetivo de apurar acusações de fraude em quatro licitações da prefeitura, que contratou a empresa Conservias Construções e Serviços Rodoviários para pequenas obras.

Os contratos somam apenas R$ 436 mil. Posteriormente, ao analisar a movimentação bancária dos acusados, o Ministério Público contabilizou depósitos de R$ 2,7 milhões em suas contas.

A promotoria não conseguiu esclarecer a origem desses recursos e somou os dois valores para chegar aos R$ 3,1 milhões indicados na denúncia à Justiça.

Documentos colhidos nas investigações e depoimentos de funcionários da prefeitura e outras testemunhas indicam que auxiliares de Barros Munhoz descontaram na boca do caixa cheques emitidos pela prefeitura para pagar a empresa Conservias e outros fornecedores.

Em 16 casos, os cheques foram endossados no verso pelo próprio Barros Munhoz e por seu secretário de Finanças, Ademir Graciato, o que permitiu que os recursos fossem sacados por funcionários da prefeitura.

Folha teve acesso a parte da ação sigilosa. Seu objetivo é reaver o dinheiro desviado dos cofres públicos e afastar os envolvidos de cargos políticos. Se for condenado à pena máxima, Munhoz ficará impedido de disputar eleições por dez anos.

PERÍCIA

Há vários indícios de que as licitações que levaram à escolha da Conservias foram fraudadas. Peritos descobriram que propostas apresentadas por concorrentes diferentes nas quatro licitações foram redigidas na mesma máquina de escrever.

Na denúncia apresentada à Justiça, os promotores André Luiz Brandão e Neander Sanches dizem que a Conservias era uma empresa fantasma, criada apenas para assegurar contratos com a prefeitura e receber pagamentos do município. A empresa fechou as portas em 2004.

Em 2008, os contratos da prefeitura com a Conservias foram aprovados em tomadas de contas feitas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Os promotores descobriram que 33 cheques emitidos pela prefeitura em favor da empresa foram sacados na boca do caixa.

O então assessor de gabinete do prefeito, Sandro Pio, e o ex-chefe do serviço de água e esgoto de Itapira Noé Massari fizeram saques.

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Corrupção nas obras do metro do governo PSDB em SP

Posted in Política by leonardomeimes on 22/02/2011

O Serra, o Alckmin e o PSDB está garantindo sua parte na corrupção em SP, como sempre.

O estado mais rico, a cidade mais rica do país é a pior para se viver, a mais desestruturada e a menos planejada, é isso que dá quase 16 anos de PSDB…

 

O livro que desnuda Serra, Dantas e a privataria

Posted in Política by leonardomeimes on 08/10/2010

A irmã do Dantas e a filha do Serra, unidas em Miami

Este ordinário blogueiro tem recebido numerosos pedidos para republicar as informações de que dispõe sobre o próximo livro de Amaury Júnior: “Os porões da privataria”.

Desde que o Conversa Afiada teve acesso ao prefácio do livro – reproduzido abaixo – Amaury foi à Polícia Federal para dizer que não violou sigilo fiscal nenhum.

Clique aqui para ler uma nota sobre este depoimento.

Amaury foi contratado pela Rede Record e assumiu o compromisso de não publicar o livro até o fim da eleição.

Enquanto isso, para atender os amigos navegantes, republicamos o primeiro post que tratou deste assunto e aloprou os Amigos do Presidente eleito, José Serra:

Livro desnuda a relação de Serra com Dantas. É por isso que Serra se aloprou


O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr.


É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.


Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.


É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.


Um dos documentos  Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.


O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros, devidamente derrota na última eleição, e pelo relator da CPI  do Banestado, o petista José Mentor.


Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.


Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.


As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.


Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.


Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.


Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:


Os porões da privataria


Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.


Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …


Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.


A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.


(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se  der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)

Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).


O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York.  É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.


A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.


O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.


O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.


Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br,  em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia  do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.


Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.


Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para  Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.


De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.


Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…


Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.


(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.

(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.


(*) PiG: Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Desgoverno Serra: número de homicídios cresce 23% em um ano na cidade de São Pauloano-na-cidade-de-sao-paulo/

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 05/10/2010

O factóide “Ministério da Segurança” foi lançado porque o Serra não tem como explicar porque a excelente gestão tucana, que impera há 15 anos em São Paulo, tem baixa eficácia na área de segurança pública. (clique aqui para ler nossos posts a respeito).

Matéria do G1 (clique aqui) mostra isso com todas as letras, embora esteja escondidinha na parte inferior do seu portal.

“O número de homicídios dolosos (com intenção de matar) cresceu 23% na cidade de São Paulo em um período de um ano, segundo balanço divulgado na sexta-feira (30) pela Secretaria da Segurança Pública do estado. Os dados comparam o número de homicídios no primeiro trimestre deste ano – 376 – com o do primeiro trimestre de 2009 – 305.”

Listo abaixo alguns links para matérias recentes, que mostram o quadro de violência em São Paulo – capital e interior:

Polícia Civil investiga participação de PMs em mortes no litoral de SP

Carcereiro é morto durante fuga de presos no interior de SP

Policial Civil é morto em tentativa de assalto na Zona Norte de SP

Governo indenizará família por morte de motoboy em SP

Secretário da Segurança acompanha apuração de denúncias contra PMs

***

Como mostramos em post anterior “Serra: o desastre da segurança pública em números” (clique aqui), o DesGoverno Serra aplicou pouco em Segurança, mas diz que aplicará muito se for presidente.

Veja o gráfico que mostra o percentual do orçamento em Segurança em relação à Receita Total do Governo de São Paulo.

Esse percentual teve uma queda significativa entre 2002 e 2006, estabilizando nesse patamar de queda durante a gestão Serra.


Como acreditar em alguém que diz que fará muito no futuro se pôde e não fez no passado recente?

Serra defende o aborto

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 05/10/2010

http://festivaldebesteirasnaimprensa.wordpress.com/2010/10/04/serra-legislou-a-favor-do-aborto-igrejas-o-pau-que-bate-em-chico-tem-que-bater-em-franciso/

Clique aqui e acesse a Norma Técnica “PREVENÇÃO E TRATAMENTO DOS AGRAVOS RESULTANTES DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA MULHERES E ADOLESCENTES”, assinada por José Serra, em 1998, quando Ministro da Saúde.

A posição enunciada pela Dilma é exatamente a concretizada nesta Norma Técnica. Sem tirar nem pôr.

Entretanto, a Dilma foi execrada por setores da Igreja Católica e por algumas Igrejas Evangélicas por ser a favor do aborto, embora não haja um registro sequer dessa posição. Ao contrário ela sempre diz que mulher alguma é a favor do aborto.

Se setores anti-petistas da Igreja Católica execraram a Dilma por “defender o aborto”, mais motivos terão para execrar o Serra por ter feito uma norma que atende as mulheres que querem fazer aborto.

Embora este FBI defenda esta norma assinada pelo Serra, exigimos isonomia de tratamento neste segundo turno: o pau que bate em Chico tem que bater em Franciso!

Abaixo, alguns trechos da Norma, para orientação de cardeais, bispos, padres, freis, freiras e leigos católicos

A garantia de atendimento a mulheres que sofreram violência sexual nos serviços de saúde representa, por conseguinte, apenas uma das medidas a serem adotadas com vistas à redução dos agravos decorrentes deste tipo de violência. A oferta desses serviços, entretanto, permite a adolescentes e mulheres o acesso imediato a cuidados de saúde, à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e à gravidez indesejada.

As equipes envolvidas diretamente na assistência deverão receber treinamento sobre o atendimento humanizado às mulheres que poderão ser submetidas à interrupção da gravidez. Os médicos deverão, além disso, ser treinados para a utilização das diferentes técnicas recomendadas para a interrupção da gestação.

Esse atendimento deverá ser iniciado por ocasião da primeira consulta, devendo estender-se a todo o período de atendimento à mulher e após a interrupção da gravidez

“...se a mulher estiver grávida ou suspeitando de gravidez, deve-se identificar claramente a demanda trazida por ela, focalizada nos seguintes aspectos: identificação do desejo de interrupção da gravidez ou não, discussão a respeito dos direitos legais já garantidos à mulher, existência de valores morais e religiosos que possam determinar ou influenciar a decisão da mulher e a discussão de alternativas à interrupção da gravidez, como a entrega da criança para adoção, a realização de pré-natal etc.

VI. ATENDIMENTO À MULHER COM GRAVIDEZ DECORRENTE DE ESTUPRO
Esse atendimento deverá ser dado a mulheres que foram estupradas, engravidaram e solicitam a interrupção da gravidez aos serviços públicos de saúde.

Procedimentos para a interrupção da gravidez
O procedimento deverá ser diferenciado, de acordo com a idade gestacional.
I. Até 12 semanas, podem ser utilizados, para o esvaziamento da cavidade uterina, os dois métodos identificados a seguir.

1. Dilatação do colo uterino e curetagem

2. Aspiração Manual Intra-Uterina (AMIU)

***

Bem, se as Igrejas estavam em dúvida sobre a posição do Serra, em relação ao aborto, agora não estão mais, graças a este FBI.

Assim, façam o favor de execrar o Serra e pedir voto nulo.

É o mínimo que vcs podem fazer!

Porque “o pau que bate em Dilma tem que, necessariamente, bater em Serra!!!”

Quanto às Organizações Serra (Globo, Folha, Estadão e Veja, entre muitos outros veículos), estão autorizadas a reproduzir esta matéria esclarecedora para o segundo turno.

Ligações de Serra com Gilmar Mendes e Daniel Dantas

Posted in Política by leonardomeimes on 01/10/2010

Serra só votou contra trabalhador e cria a SUDEME: Superintendência da Demagogia

Posted in Uncategorized by leonardomeimes on 21/09/2010

Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/09/21/serra-so-votou-contra-trabalhador-e-cria-a-sudeme-superintendencia-da-demagogia/

Centrais acusam tucano de impostura e golpe contra trabalhadores

As centrais sindicais lançaram manifesto conjunto na última quarta-feira (7) onde alertam a população para que não se deixe enganar pelas mentiras veiculadas na rádio e na televisão por José Serra, candidato de Fernando Henrique e do PSDB à Presidência da República, a respeito de pretensas medidas que teria proposto em prol da classe trabalhadora. Serra age como um verdadeiro lobo vestido em pele de cordeiro.

Sob o título “Serra: impostura e golpe contra os trabalhadores”, CUT, Força Sindical, CTB, CGTB e Nova Central denunciam que “o candidato José Serra (PSDB) tem se apresentado como um benemérito dos trabalhadores, divulgando inclusive que é o responsável pela criação do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e por tirar do papel o Seguro-Desemprego. Não fez nenhuma coisa nem outra. Aliás, tanto no Congresso Nacional quanto no governo sua marca registrada foi atuar contra os trabalhadores”. De acordo com as centrais, “a mentira tem perna curta e os fatos desmascaram o tucano”.

Falsificando a história

A nota assinada pelos presidentes das centrais (Wagner Gomes, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil; Artur Henrique, da Central Única dos Trabalhadores; Miguel Torres, em exercício, da Força Sindical; Antonio Neto, da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil e José Calixto Ramos, da Nova Central Sindical dos Trabalhadores) ressalta é fundamental que a população seja bem informada a respeito dos fatos para que dimensione o tamanho da falsidade que vem sendo divulgada pelo PSDB.

“A verdade”, esclareceram, é que “o seguro-desemprego foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores”. Da mesma forma, “o FAT foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado”.

Reprovado pelo Diap

Na Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988), o candidato tucano votou reiteradamente contra os trabalhadores, assinala o manifesto: “Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas; não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo; não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário; não votou para garantir 30 dias de aviso prévio; não votou pelo aviso prévio proporcional; não votou pela estabilidade do dirigente sindical; não votou pelo direito de greve; não votou pela licença paternidade; não votou pela nacionalização das reservas minerais”.

Por isso, conforme recordam os sindicalistas, José Serra foi reprovado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que conferiu aos parlamentares uma nota entre zero a dez de acordo com a posição assumida na votação dos temas de interesse da classe trabalhadora, em particular o capítulo sobre direitos sociais.

Serra, que a esta altura já tinha se bandeado para o lado da direita, teve nota 3,75 pelo desempenho na Constituinte. Vale lembrar que no primeiro turno da Constituinte, o atual candidato tucano tirou nota 2,50 e, no segundo turno, por se ausentar em várias votações em que havia votado contra, levou nota 5,0 – o que lhe elevou a média para 3,75.

Homem do capital financeiro

Já em 1994, diante da proposta de Revisão Constitucional, lembram as centrais, “Serra apresentou a proposta nº 16.643, para permitir a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual sindicato pretendia negociar. Ainda por essa proposta, os sindicatos deixariam de ser das categorias, mas apenas dos seus representados. O objetivo era óbvio: dividir e enfraquecer os trabalhadores e propiciar o lucro fácil das empresas. Os trabalhadores enfrentaram e derrotaram os ataques de Serra contra a sua organização, garantindo a manutenção de seus direitos previstos no artigo 8º da Constituição”.

Conforme o manifesto, “é por essas e outras que Serra, enquanto governador de São Paulo, reprimiu a borrachadas e gás lacrimogêneo os professores que estavam reivindicando melhores salários; jogou a tropa de choque contra a manifestação de policiais civis que reivindicavam aumento de salário, o menor salário do Brasil na categoria; arrochou o salário de todos os servidores públicos do Estado de São Paulo”.

“As Centrais Sindicais brasileiras estão unidas em torno de programa de desenvolvimento nacional aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho, com mais de 25 mil lideranças sindicais, contra o retrocesso e para garantir a continuidade do projeto que possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo nos últimos sete anos, a geração de 12 milhões de novos empregos com carteira assinada, que acabou com as privatizações, que descobriu o pré-sal e tirou mais de 30 milhões de brasileiros da rua da amargura”, conclui o documento assinado pela CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central e CGTB.

Enfim, Serra é um homem do capital financeiro e, como tal, já se revelou inimigo da classe trabalhadora. Definitivamente não merece a confiança das centrais sindicais.

E o “vale coxinha” ?

E o “Salário PSDB” – Pior Salário Do Brasil ?

Agora, o Tijolaço pega ele de outro jeito – pelas falsas promessas:

O candidato José Serra está criando  uma nova estatal.

A Sudeme. Superintendência da Demagogia e da Mentira.

Prometeu um salário mínimo de 600 reais. Nada contra, muito pelo contrário. Acho que, inclusive, vamos chegar perto disso. Mas ele, como Ministro do Planejamento, não propôs aumentos assim no Orçamento da União. O Governo do qual fez parte, ao contrário, não fez senão uma pífia manutenção do arrocho do mínimo, durante oito anos.

Hoje, prometeu o 13º do Bolsa Família. Bolsa Família, como se sabe pelas explicações de sua mulher, Monica Serra, é aquele dinheirinho distrubuído para o pobre ser indolente e não querer mais trabalhar.

E disse que vai criar uma secretaria especial para o semiárido nordestino, como forma de combater a seca. Esqueceu, talvez, que o governo do luminar Fernando Henrique Cardoso extinguiu um órgão criado para isso, a Sudene, que teve em Celso Furtado o seu fundador e primeiro dirigente.

Por isso, o que que está criando mesmo é a Sudeme. Mas aviso logo que Gepetto e o Grilo Falante não vão poder trabalhar lá, senão é nepotismo e compadrio. Todos os servidores têm que ser aprovados por concurso. Só passa quem for reprovado no polígrafo, aquele aparelhinho que detecta as mentiras.

Até o tal analista de expressões faciais que a Folha contratou já percebeu que Serra tem o  “prazer dos trapaceiros”.

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As propagandas eleitorais começaram

Posted in Política by leonardomeimes on 18/08/2010

e já temos algum programas interessantes…

Seria bom ver o Plínio como presidente, só teria que tomar cuidado para não aumentar o salário do povo demais causando hiperaquecimento, inflação e um rombo ainda maior na previdência, como foi no governo de Salvador Allende no Chile. As coisas tem que ser feitas com responsabilidade, e creio que o Plínio tem.

Mas temos que ter cuidado com governos assim, pois assim que o Plínio começasse a nacionalizar empresas e a tornar as coisas mais difíceis par aos Bancos, provavelmente um golpe militar seria financiado pelos EUA novamente para que eles continuem dominando a América do Sul por mais alguns anos.

Privatizações… privatizações… privatizações…

Posted in cidadania, Política by leonardomeimes on 10/04/2010

Assunto que promete ter sua importância durante a campanha política, de ambos os lados, as privatizações são um tema que divide claramente PT e PSDB.

O ex-governador Serra se viu em maus lençóis quando surgiram as notícias sobre as privatizações que faria em São Paulo.  “A Nossa Caixa, a Sabesp, o Metrô, CPTM, CDHU, Dersa, Emae, Cosesp, EMTU, Cetesb, Emplasa, CPP, Prodesp, Imesp, CPOS, IPT e Codasp (…) haviam sido escolhidos”, segundo o site Causa Operária Online. Ou seja mesmo antes de presidente Serra já havia começado as privatizações.

No lançamento de suas campanhas cada partido deu sua posição sobre o assunto, o PSDB pela voz de Aécio Neves declarou , ao comentar o governo FHC:

privatizamos, sim, setores que precisavam ser, como a telefonia (…), que negaram espaço à eficiência

Porém o que não foi dito é que privatizações que deveriam ter melhorado e muito a estrutura de nosso país não funcionaram. Como a privatização das linhas férreas, não só continuamos com a mesma quantidade e qualidade de linhas, que não foram ampliadas, como agora pagamos caro pela utilização delas. O mesmo serve para estatais de energia privatizadas, que não ampliaram as redes. Não vou falar nada das privatizações de estradas, pois essas são apenas falcatruas e corrupções (o governo faz as estradas, como o Rodoanel, muito bem feitas e bem pavimentadas e vende a preço de “banana” para empresas que podem explorar aquela estrutura por tempo ilimitado…

O único sucesso “em partes” nas privatizações foi a telefonia, que realmente evoluiu, seguindo o curso da telefonia mundial, porém temos uma telefonia cara e que atende muito mal seus clientes, sem dizer nada sobre serviços de internet, que são, talvez, os mais caros do mundo.

Assim, respondendo aos comentários de Aécio, o presidente Lula deu a posição que será adotada pelo governo Dilma caso assuma:

Sou um homem de boa índole, mas em um momento auspicioso, o ex-governador de Minas (Aécio Neves) disse que eles (oposição) reforçariam as privatizações e foi muito aplaudido. Foi o momento de maior aplauso na festa dele. Eu não quero esses aplausos.

Se não fosse o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES, nós teríamos sucumbido à crise. Quem fala isso pensa que tem de entregar os dedos, porque os anéis entregaram há muito tempo.

Os anéis pode ser uma referência a Vale do Rio Doce, praticamente roubada do povo.

Essa discussão claramente será um ponto importante dos debates, e tenho uma posição bem formada sobre o assunto. Acho as privatizações uma agressão contra o funcionalismo público, que perde praticamente todos os direitos trabalhistas que tinham quando estudaram e passaram em seus concursos. correm riscos de serem demitidos em mutirão e substituídos por parentes e amigos do novo dono da empresa. Sem contar o prejuízo para a sociedade que pagou por dezenas de anos para que a construção daquele bem fosse possível e que de repente e por preços irrisórios vê aquele investimento ser despejado descarga a baixo.

 

O povo paga para ter esses serviços públicos e, assim que são estabelecidos, são vendidos e o povo tem que pagar de novo para tê-los.

Leonardo Meimes

 

Fontes:

http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=1455

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4374302-EI7896,00-Lula+critica+discurso+de+PSDB+na+precandidatura+de+Serra.html

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4374013-EI7896,00-Aecio+defende+privatizacoes+e+diz+que+Brasil+nao+se+resume+ao+PT.html