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Oposição e a demagogia do salário mínimo

Posted in cidadania, Política by leonardomeimes on 16/02/2011

A oposição está agora tentando se colocar como defensora dos trabalhadores tentando forçar o governo a aprovar um salário mínimo maior do que o que é acordado, aumento relativo ao aumento do PIB e a inflação de dois anos atrás, porém o que não dizem é que daqui a dois anos, o salário ganhará um aumento real e grande devido ao PIB de 2010 e 2011, que foi muito maior do que em 2009 e anos anteriores.

Até quando eles manterão a cara de pau? O acordo foi feito a muitos anos e ainda não foi quebrado, e é bom que não seja, pois em 2014 o governo não terá escolha a não ser aumentar o salário mínimo muito. A oposição esquece que o país está com uma inflação pequena, mas que precisa ser controlada, e esquece que colocar mais dinheiro no mercado ajuda a sumir com as mercadorias e consequentemente aumenta a inflação. Eles querem quebrar o Brasil fazendo demagogia…

Leonardo Meimes

Artigo de base e opiniões:

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/economia/salario-minimo-deve-ser-votado-na-proxima-semana

A polêmica sobre o novo Salário Mínimo

Redação Carta Capital9 de fevereiro de 2011 às 18:09h

Governo reafirma vencimento de 545 reais e diz que não aceitará valores superiores. CartaCapital ouviu especialistas. Leia e comente

Considerado o primeiro teste de fogo do governo Dilma Rousseff, a votação do novo Salário Mínimo, para o ano de 2011, deve acontecer na próxima semana. O governo vai insistir na proposta de 545 reais, valor calculado com base na inflação do ano anterior e na variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Como em 2009 o PIB não cresceu, o valor foi estabelecido pela inflação (6,46%).

Desse modo, o governo anunciou que estão encerradas as negociações com as centrais sindicais, que defendem um reajuste para 580 reais. “Na questão do mínimo, não há mais negociação. Vamos reafirmar os 545 reais”, disse o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, que participa do Fórum Social Mundial no Senegal. O texto que será enviado à Câmara até sexta-feira tratará da política de salário mínimo até 2014, considerando a mesma regra utilizada para o cálculo de 2011.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Dilma Rousseff determinou que, se necessário, o PT feche questão em torno do Salário Mínimo. Assim, parlamentares do partido que insistirem em apresentar emendas com outros valores poderiam ser punidos. “Se nenhum partido aliado apresentar nada, fica mais fácil derrubar as emendas da oposição”, disse Cândido Vaccarezza, líder do governo na Câmara.

Para Vaccarezza, mudar o acordo de reajuste do mínimo estabelecido em 2007 seria temerário para os próprios trabalhadores. Ele também frisou que desde 2003 o vencimento mínimo teve ganhos reais de 63%.

Para ser votado na próxima semana, o texto enviado a Câmara deve conter um artigo sobre o parcelamento de dívidas junto à Receita Federal, o que permitiria sua votação antes das 23 medidas provisórias pendentes na fila em uma sessão extraordinária.

Além das centrais sindicais, que reivindicam o valor de580 reais, a oposição dividi-se entre propostas de 565 reais (DEM e ala tucana ligada à Aécio Neves) e 600 reais (PSDB ligado a José Serra). O senador Itamar Franco (PPS) chegou a propor que o candidato derrotado nas eleições fosse convidado a explicar sua proposta eleitoral no Congresso, numa tentativa de trazê-lo de volta ao centro do cenário político.

CartaCapital ouviu economistas, sindicalistas e parlamentares sobre a polêmica. Leia suas opiniões e comente.

Francisco Vignoli, professor da FGV e especialista em Finanças Públicas

Existe uma regra posta já há três anos. Tivemos, nos anos passados, ganhos reais, tanto é que houve uma recuperação do Salário Mínimo, sensivelmente maior do que a inflação acumulada no período. Esse reajuste (545 reais) é o correto porque é factível para o governo concebê-lo e é o pactuado. Mantida esta regra, no ano que vem vamos ter uma correção do salário mínimo por volta de 11%, contando o crescimento do PIB de 2010. O valor é afetado para baixo nesse presente momento em função da taxa de crescimento do PIB de 2009, que foi de -0,2%.

Se não tivesse ocorrido em momentos passados esse crescimento real, acho que se justificaria o conflito entre governo e centrais. Agora, nestas circunstâncias, eu acho que essa polêmica está totalmente deslocada, porque se mudar a regra do jogo agora, significaria mexer em 2012.

Além do mais, a eleição já acabou. Não dá para ficar brincando com coisas extremamente sérias. Nas eleições do ano passado surgiu a proposta de 600 reais e os jornais deram recentemente que existe um movimento inclusive de levar o candidato derrotado à Brasília para apresentar sua ideia. Eu acho isso um absurdo e, do ponto de vista da responsabilidade fiscal, uma coisa grosseira. Abrir essa discussão novamente, para mim, não é produtível.

Deputado Federal Devanir Ribeiro (PT-SP)

Eu venho da área sindical e defendo que todos os acordos sejam cumpridos. Quando assinava um acordo com empresários, eu tinha que cumpri-lo e exigir que ele cumprisse sua parte. Nós fizemos um acordo que resultou numa recuperação e acréscimo o poder do salário mínimo, que vai até 2023. O Lula apresentou esse projeto que foi até 2010, fim do seu mandato, e agora a Dilma apresenta um novo que vai até o final do seu governo, 2014, para que esse acordo seja mantido. Se no meio de 2009 houve uma crise mundial e o crescimento do PIB não foi o esperado, o acordo tem que ser cumprido. Isso porque o ano que vem o aumento vai ser bem melhor, já que 2010 foi ótimo e esperamos que 2011 seja ainda melhor.

O governo não pode fazer demagogia, porque quem vai pagar essa conta? Se a inflação não for controlada e ela corroer o salário, quem vai perder: aquele que ganha 50 salários mínimos ou quem ganha um? Não podemos embarcar na canoa de aventureiros. Defender 560 ou 600 reais trata-se de pretensão eleitoreira para 2012, é uma plataforma. Quando eles (oposição) foram governo, quanto deram de aumento?

Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT)

A UGT tem a seguinte percepção: fizemos um acordo no passado, cujo valor seria de 545 reais, o mesmo que o governo está insistindo. Nós não estamos argumentando as questões econômicas que levaram ao valor do reajuste, mas sim que o governo considere os mesmo mecanismos utilizados em 2008 e 2009, como a liberação dos compulsórios para os bancos, a renúncia fiscal para montadoras e para material de construção, para o salário mínimo. Não queremos romper o acordo que construímos, que considera a inflação e o crescimento do PIB de dois anos. Só que houve uma crise mundial e o Brasil sofreu. Não foi uma marolinha, houve decréscimo de 0,2% do PIB. .

Ai está o impasse: o governo acha que nós queremos romper o acordo, mas não.

Um valor de salário mínimo mais elevado pode trazer consistência a nossa economia e é um distribuidor de renda extraordinário e motivo de inclusão social. Então tem que ter o mesmo tratamento dado aos empresários e aos banqueiros durante a crise. Esse é o nosso argumento.

 

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Comercial de TV – Lula faz alerta contra boatos na campanha

Posted in Política by leonardomeimes on 30/09/2010

Tucano consegue barrar mais uma pesquisa eleitoral no Paraná

Posted in Política by leonardomeimes on 29/09/2010

Redação Carta Capital, 28 de setembro de 2010 às 18:38h

Beto Richa, candidato do PSDB ao governo do estado, consegue a quarta impugnação de levantamento sobre intenção de voto

Enquanto lidera uma espécie de cruzada nacional pela liberdade de informação, o PSDB consegue proibir, pela quarta vez, a divulgação de uma pesquisa sobre intenções de voto para o governo do Paraná.

A Justiça do estado concedeu nesta terça-feira 28 mais uma decisão favorável a Beto Richa, candidato tucano no estado. Pela decisão, a pesquisa Datafolha encomendada pela Rede Paranaense de Comunicação não poderá ser divulgada.

A briga do tucano com as pesquisas começou quando um levantamento do Datafolha apontou queda nas preferências dos eleitores por Richa. O último Datafolha “liberado” no Paraná apontava uma redução de 13 pontos na vantagem de Richa sobre o segundo colocado, Osmar Dias (PDT).

Após tal divulgação, Richa conseguiu impugnar mais duas pesquisas Datafolha, uma do Ibope e outra Vox Populi. Não consta que a candidatura nacional tenha criticado a falta de liberdade de informação no Paraná.

Dilma Rousseff e a resposta que demoliu o senador Agripino Maia (DEM-RN)

Posted in Política by leonardomeimes on 28/09/2010

Senador José Agripino Maia (DEM): “A senhora mentiu na ditadura, mentirá aqui?”

DILMA ROUSSEFF: “Qualquer comparação entre a ditadura militar e a democracia brasileira, só pode partir de quem não dá valor à democracia brasileira.
Eu tinha 19 anos, fiquei três anos na cadeia e fui barbaramente torturada, senador. E qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para os seus interrogadores, compromete a vida dos seus iguais e entrega pessoas para serem mortas. Eu me orgulho muito de ter mentido senador, porque mentir na tortura não é fácil. Agora, na democracia se fala a verdade, diante da tortura, quem tem coragem, dignidade, fala mentira. E isso (aplausos) e isso, senador, faz parte e integra a minha biografia, que eu tenho imenso orgulho, e eu não estou falando de heróis. Feliz do povo que não tem heróis desse tipo, senador, porque agüentar a tortura é algo dificílimo, porque todos nós somos muito frágeis, todos nós. Nós somos humanos, temos dor, e a sedução, a tentação de falar o que ocorreu e dizer a verdade é muito grande senador, a dor é insuportável, o senhor não imagina quanto é insuportável. Então, eu me orgulho de ter mentido, eu me orgulho imensamente de ter mentido, porque eu salvei companheiros, da mesma tortura e da morte. Não tenho nenhum compromisso com a ditadura em termos de dizer a verdade. Eu estava num campo e eles estavam noutro e o que estava em questão era a minha vida e a de meus companheiros. E esse país, que transitou por tudo isso que transitou, que construiu a democracia, que permite que hoje eu esteja aqui, que permite que eu fale com os senhores, não tem a menor similaridade, esse diálogo aqui é o diálogo democrático. A oposição pode me fazer perguntas, eu vou poder responder, nós estamos em igualdade de condições humanas, materiais.
Nós não estamos num diálogo entre o meu pescoço e a forca, senador. Eu estou aqui num diálogo democrático, civilizado, e por isso eu acredito e respeito esse momento. Por isso, todas as vezeseu já vim aqui nessa comissão antes. Então, eu começo a minha fala dizendo isso, porque isso é o resgate desse processo que ocorreu no Brasil. Vou repetir mais uma vez:
Não há espaço para a verdade, e é isso que mata na ditadura. O que mata na ditadura é que não há espaço para a verdade porque não há espaço para a vida, senador. Porque algumas verdades, até as mais banais, podem conduzir a morte. É só errarem a mão no seu interrogatório.
E eu acredito, senador, que nós estávamos em momentos diversos da nossa vida em 70.
Eu asseguro pro senhor, eu tinha entre 19 e 21 anos e, de fato, eu combati a ditadura militar, e disso eu tenho imenso orgulho.”

PSDB barra pesquisas no Paraná

Posted in Política by leonardomeimes on 27/09/2010

Após queda de Beto Richa, coligação questiona sondagens de intenção de voto do Ibope, Datafolha e Vox Populi

24/09/2010 | 00:07 | GLADSON ANGELI E HELIBERTON CESCA COM COLABORAÇÃO DE DANIELA NEVES E FÁBIO SILVEIRA, DO JORNAL DE LONDRINA

Em uma semana, a Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação de três pesquisas de intenção de votos ao governo do Paraná, todas a pedido da coligação “Novo Paraná” do candidato Beto Richa (PSDB). A mais recente, do Ibope, começou a ser realizada na segunda-feira e seria divulgada ontem. Na terça-feira, por força de uma liminar, foi proibida a publicação da pesquisa realizada pelo Vox Populi e na quarta-feira do levantamento do Datafolha.

Os advogados da coligação de Beto Richa entraram na Justiça contra o Ibope alegando problemas no plano amostral do instituto. O candidato ao governo pelo PRTB, Robinson de Paula, também questionou a pesquisa pelo fato de seu nome não contar na relação de candidatos para um eventual segundo turno. O juiz auxiliar Luciano Carrasco aceitou os argumento e proibiu a veiculação da pesquisa sob pena de aplicação de multa no valor de R$ 200 mil.

Justiça manda tucano retificar mensagens

O juiz eleitoral Juan Daniel Pereira Sobreiro concedeu ontem uma liminar suspendendo o envio de e-mail do candidato ao governo do Paraná pelo PSDB, Beto Richa, com números de intenção de voto de uma pesquisa não registrada no Tribunal Regional Eleitoral no Paraná (TRE-PR). Ele ainda determinou a retificação da informação. A decisão atende a uma ação da campanha de Osmar Dias (PDT).

Na decisão, Carrasco argumenta que a sondagem não atende aos requisitos exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por “não definir claramente o plano amostral, deixando de revelar os porcentuais utilizados para as faixas etárias, sexo e grau de instrução”. Já a não inclusão do nome de Robinson de Paula para o segundo turno infringe, segundo o juiz, o artigo 3.º da Resolução 23.190 do TSE.

O trecho citado estabelece que a partir de 5 de julho de 2010, o nome de todos aqueles que tenham solicitado registro de candidatura deverá constar das pesquisas realizadas mediante apresentação da relação de candidatos ao entrevistado. O pedido de impugnação da pesquisa pela coligação ocorre no momento em que os levantamentos mostram uma reação de Osmar Dias (PDT). Na última pesquisa Datafolha, divulgada no dia 16 de agosto, a diferença entre os candidatos, que chegou a ser de 13 pontos, havia caído para 5 pontos porcentuais.

A coordenação da campanha do pedetista criticou a postura do tucano por só pedir impugnação de levantamentos na reta final da disputa. “O que choca é que não há nenhuma diferença entre os registros das pesquisas anteriores e estas. A única coisa que muda é a data do levantamento”, disse Guilherme Gonçalves, coordenador jurídico da chapa de Osmar.

Em campanha na cidade de Londrina, Norte do estado, Beto Richa negou ter a “intenção deliberada” de impugnar as pesquisas. Ele justificou as medidas judiciais adotadas por sua coligação, alegando que os resultados dos levantamentos estariam sendo divulgados antecipadamente. “Partidários do senador estavam previamente anunciando o resultado de pesquisa que ainda estava em campo. Isso não cheirou bem para nós e a Justiça entendeu dessa forma, não fui eu [que impugnei as pesquisas]”, afirmou.

Para o cientista político David Fleisher, da Universidade de Brasília (UnB), a tentativa de impedir a publicação de pesquisas mostra desespero do candidato. “A pesquisa afeta o eleitorado. Neste ano tivemos casos de partidos processando institutos de pesquisa, o que mostra que o resultados dessas pesquisas realmente afeta a opinião pública”, afirma.

Fleisher disse que o resultado dos levantamentos geram a ideia de voto útil, que é aquele no qual o eleitor tende a decidir pela “mar” de crescimento de um dos candidatos.

Os institutos Vox Populi e Da tafolha recorreram, mas tiveram os pedidos de liberação das pesquisas negados. O recurso do instituto Ibope ainda não foi julgado.

Serviço:

Na pesquisa Datafolha divulgada em 16 de agosto foram ouvidas 1.246 pessoas em 47 municípios paranaenses. O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 14 de setembro e a margem de erro é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) com o número 21.776/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) 30.034/2010.

O escândalo no governo do Mato Grosso do Sul que a Globo não exibiu

Posted in Política by leonardomeimes on 21/09/2010

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Dilma lembra que assessor de Serra sumiu com R$ 4 milhões

Posted in Política by leonardomeimes on 21/09/2010

Daniel Bezerra, editor geral

Fonte: http://blogdadilma.blog.br/2010/09/dilma-lembra-que-assessor-de-serra-sumiu-com-r-4-milhoes.html

A presidenciável Dilma Rousseff recorreu ontem a um dos mais recentes escândalos que eclodiram dentro do PSDB para desqualificar os novos ataques do candidato de oposição ao Governo Lula, José Serra. Desde sábado, Serra vem usando as denúncias sobre supostos tráfico de influência e pagamentos de propina a funcionários da Casa Civil, que Dilma chefiou, para afirmar que ela “ou não é capaz ou é cúmplice”. A candidata reagiu ontem.

“Nem uma coisa, nem outra. Sabe por quê? Não acredito que alguém saiba tudo o que está acontecendo na sua própria família. E também não acredito que alguém saiba tudo o que acontece no governo. Até porque eu tenho lido que o presidente da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), que ele (Serra) nomeou, sumiu com R$ 4 milhões da campanha dele”.

A referência de Dilma é alusiva ao caso do engenheiro Paulo Vieira de Souza revelado no início de agosto pela revista IstoÉ. Baseada em “oito dos principais líderes e parlamentares do PSDB”, a revista conta que Paulo Vieira de Souza, “também conhecido como Paulo Preto ou Negão, teria arrecadado pelo menos R$ 4 milhões para as campanhas eleitorais de 2010, mas os recursos não chegaram ao caixa do comitê do presidenciável José Serra”.

A uma fonte citada como “ex-secretário do governo paulista que ocupa lugar estratégico na campanha de José Serra à Presidência”, a revista atribuiu ainda a seguinte declaração.

“Não podemos calcular exatamente quanto o Paulo Preto conseguiu arrecadar. Sabemos que foi no mínimo R$ 4 milhões, obtidos principalmente com grandes empreiteiras, e que esse dinheiro está fazendo falta nas campanhas regionais”.

Os R$ 4 milhões seriam referentes apenas ao valor arrecadado antes do lançamento oficial das candidaturas, o que impede que a dinheirama seja declarada, tanto pelo partido como pelos doadores.

“Essa arrecadação foi puramente pessoal. Mas só faz isso quem tem poder de interferir em alguma coisa. Poder, infelizmente, ele tinha. Às vezes, os governantes delegam poder para as pessoas erradas”,

disse à ISTOÉ Evandro Losacco, membro da Executiva do PSDB e tesoureiro-adjunto do partido.

Até abril, Paulo Preto ocupou posição estratégica no Governo Serra. Escolhido e nomeado pelo então governador, foi diretor de engenharia da Dersa, a estatal paulista responsável por algumas das principais obras viárias, inclusive o Rodoanel, orçado em mais de R$ 5 bilhões, e a ampliação da marginal Tietê, orçada em R$ 1,5 bilhão.

“No caso do Rodoanel, segundo um dirigente do PSDB de São Paulo, cabia a Paulo Preto fazer o pagamento às empreiteiras, bem como coordenar as medições das obras, o que, por força de contrato, determina quanto a ser pago às construtoras e quando. No Diretório Estadual do partido, nove entre dez tucanos apontam a construção do eixo sul do Rodoanel como a principal fonte de receita de Paulo Preto”

, publicou a revista.

Outras fontes tucanas disseram que o elo principal de Paulo Preto com o PSDB é ou era Aloysio Nunes Ferreira, ex-secretário da Casa Civil de Serra e candidato do partido ao Senado. Paulo e Aloysio são amigos há mais de 20 anos.
“O nome do engenheiro”, lembrou a revista, “está registrado em uma série de documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a chamada Operação Castelo de Areia, que investigou a construtora Camargo Corrêa entre 2008 e 2009. No inquérito estão planilhas que listam valores que teriam sido pagos pela construtora ao engenheiro. Seriam pelo menos quatro pagamentos de R$ 416,5 mil entre dezembro de 2007 e março do ano seguinte. Apesar de o relatório de inteligência da PF citar o nome do engenheiro inúmeras vezes, Paulo Preto não foi indiciado e, em janeiro, o inquérito da Operação Castelo de Areia foi suspenso por causa de uma liminar concedida pelo Superior Tribunal de Justiça.” Brasília Confidencial –

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Mídia e militares: saudades de 1964?

Posted in Política by leonardomeimes on 21/09/2010

Sergio Lirio

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/midia-e-militares-saudades-de-1964

Eis o clima na reta de chegada da sucessão presidencial

Momento máximo da loucura da campanha eleitoral. A mídia insiste na tese de que o governo Lula e o PT tem um projeto autoritário e pretendem calar a imprensa “livre’ (embora seja incapaz de apontar um caso concreto nos últimos oito anos de tentativa de restrição à liberdade de expressão). Ao mesmo tempo, parte da mídia se associa aos militares para defender sua suposta autonomia ameaçada. Ou não é isso que se pode concluir sobre o seminário marcado para a quinta-feira 23 na sede do Clube Militar, no Rio de Janeiro? Intitulado “A democracia ameaçada: restrições à liberdade de expressão”, o debate reunirá Reinaldo Azevedo e Merval Pereira, entre outros.

Da última vez que a mídia juntou-se aos militares em nome da “liberdade e da democracia”, deu no que deu: 21 anos de ditadura, com todos os seus custos à sociedade e à própria imprensa. Na mesma quinta 23, movimentos sociais farão um ato em São Paulo contra o que chamam de “mídia golpista”. O evento paulista já mereceu diversas críticas nos meios tradicionais de comunicação, que apontam um aparelhamento por parte do PT cujo intuito seria limitar o trabalho intrépido da “imprensa livre”.

O “debate” no Clube Militar, área de recreação de oficiais saudosos dos tempos da repressão, não mereceu nenhum registro. Muito menos críticas. É a imparcialidade de sempre.

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O Globo e o ato contra o golpe midiático

Posted in Política, Uncategorized by leonardomeimes on 21/09/2010

Por Altamiro Borges

(Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/pig/2010/09/21/miro-globo-tenta-o-golpe-contra-ato-contra-golpe-do-globo/)

O ato “contra o golpismo midiático e em defesa da democracia”, que ocorrerá nesta quinta-feira, dia 23, às 19 horas, na sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, parece que incomodou o poderoso monopólio da família Marinho. O site do jornal O Globo deu manchete: “Após ataques de Lula, MST e centrais sindicais se juntam contra a imprensa”. Já o jornal impresso publicou a matéria “centrais fazem ato contra a imprensa”. Como se nota, o império global sentiu o tranco!

Diante desta reação amedrontada, é preciso prestar alguns esclarecimentos. Em primeiro lugar, o ato do dia 23 não está sendo convocado pelas centrais sindicais, MST ou partidos. Ele é organizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, entidade fundada em 14 de maio último, que reúne em seu conselho consultivo 54 jornalistas, blogueiros, acadêmicos, veículos progressistas e movimentos sociais ligados à luta pela democratização da comunicação. A entidade é ampla e plural, e tem todo o direito de questionar as baixarias da mídia golpista.


As mentiras sobre o protesto

As manchetes e a “reporcagem” do jornal O Globo tentam confundir os leitores. Insinuam que o protesto é “chapa-branca” e serve aos intentos do presidente Lula, que “acusa a imprensa de agir como partido político”. A matéria sequer menciona o Centro de Estudos Barão de Itararé e tenta transmitir a idéia de que o ato é articulado pelo PT, “siglas aliadas”, MST e centrais. A repórter Leila Suwwan, autora do texto editorializado, cometeu grave erro, que fere a ética jornalística.

Em segundo lugar, é preciso explicitar os verdadeiros objetivos do protesto. Ele não é “contra a imprensa”, como afirma O Globo, jornal conhecido por suas técnicas grosseiras de manipulação. É contra o “golpismo midiático”, contra a onda denuncista que desrespeita a Constituição – que fixa a “presunção da inocência” – e insiste na “presunção da culpa” que destrói reputações e não segue os padrões mínimos do rigor jornalístico – até quem saiu da cadeia é usado como “fonte”.


Falso defensor da liberdade de imprensa

O Globo insiste em se travestir como defensor da “liberdade de imprensa”. Mas este império não tem moral para falar em democracia. Ele clamou pelo golpe de 1964, construiu o seu monopólio com as benesses da ditadura e tem a sua história manchada pelo piores episódios da história do país – como quando escondeu a campanha das Diretas-Já, fabricou a candidatura do “caçador de marajás”, defendeu o modelo destrutivo do neoliberalismo ou criminaliza os movimentos sociais.

Quem defende a verdadeira liberdade de expressão, contrapondo-se à ditadura midiática, estará presente ao ato desta quinta-feira. Seu objetivo é dar um basta ao golpismo da mídia, defender a soberania do voto popular e a democracia. Ele não é contra a imprensa, mas contra as distorções grosseiras dos donos da mídia. Não proporá qualquer tipo de censura, mas servirá para denunciar as manipulações dos impérios midiáticos, inclusive dos que são concessionárias públicas.

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Boicote a mídia golpista e imparcial

Posted in Política by leonardomeimes on 21/09/2010

Caros blogueiros, temos que levar essa imprensa golpista à falencia, deveremos utilizar os serviços prestados por eles ao minimo indispensavel possivel, deveriamos cancelar tudo aquilo que possa causar prejuizos a eles, exemplo:

1 – cancelar assinatura de jornais e revistas;
2 – cancelar assinatura de tv por assinatura (ski, a cabo e etc.);
3 – evitar comprar produtos de empresas que fazem propaganda massiva nas redes de tv (casas bahia, omo, cerveja skol), só para citar algumas;
4 – utilizar ao indispensavel o uso do telefone (celular e fixo);
5 – boicotar os jogos de futebol (deixar de entupir os estadios), pratique outro tipo de lazer;
6 – cancelar conta bancaria do banco bradesco;
7 – evitar comprar produtos da marca philipe;
8 – evitar o maximo possivel assistir programação da tv globo, band, sbt;
9 – entupir os sites da imprensa golpista com comentarios, porem sem baixarias ou agressões;
10 – boicotar tambem as radios da imprensa golpista;
11 – procurar organizar passeatas de forma pacifica e ir para as ruas protestar sobre os pessimos serviços que prestam essas empresas afim semsibilizar mais pessoas a cancelar serviços desses ditas empresas golpistas e as associadas a elas.

Com essas medidas, a imprensa golpista e as empresas associadas a elas, ou as que utilizam tambem de seus serviços, sofrerão enormes prejuizos, e se persistir usando os meios sordidos ou baixos, irão à falencia. A razão de ser de uma empresa são seus clientes, se os clientes boicotar comprar produtos de um açougue, uma farmacia ou mercearia, elas cessam as suas atividades, o mesmo poderá a com as grandes empresas, um exemplo disso foi a crise financeira que levou à falencia grandes bancos, seguradoras tanto europeus como norte americanos, e a globo pode ser extinta tambem, isso depende de nós brasileiros.