Moscas Mortas Revolution – Página Inicial

Climbing up the Walls

Posted in Música by leonardomeimes on 22/03/2013

Climbing Up The Walls

I am the key to the lock in your house
That keeps your toys in the basement
And if you get too far inside
You’ll only see my reflection
It’s always best when the light is off
I am the pick in the ice
Do not cry out or hit the alarm
You know we’re friends ‘til we die

And either way you turn
I’ll be there
Open up your skull
I’ll be there
Climbing up the walls

It’s always best when the light is off
It’s always better on the outside
Fifteen blows to the back of your head
Fifteen blows to your mind
So lock the kids up safe tonight
Shut the eyes in the cupboard
I got the smell of a local man
Who’s got the loneliest feeling

That either way he turns
I’ll be there
Open up your skull
I’ll be there
Climbing up the walls
Climbing up the walls
Climbing up the walls

Subindo Pelas Paredes

Sou a chave da fechadura em sua casa
Que mantém seus brinquedos no porão
E se você for muito adentro
Você apenas verá meu reflexo
Eu sou sua face quando ela dorme esta noite
Eu sou a escolha no gelo
Não grite nem toque o alarme
Somos amigos até a morte

E qualquer caminho que você tome
Eu estarei alí
Abrindo seu crânio
Eu estarei alí
Subindo pelas paredes

É sempre melhor quando as luzes não estão acesas
É sempre melhor do lado de fora
Quinze golpes por detrás de minha cabeça
Quinze golpes à tua mente
Portanto tranque as crianças a salvo esta noite
E cerre os olhos no armário
Não grite nem toque o alarme
Você se sentirá o mais solitário

E qualquer caminho que você tome
Eu estarei alí
Abrindo seu crânio
Eu estarei alí
Subindo pelas paredes
Subindo pelas paredes
Subindo pelas paredes

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Chico Buarque – Paratodos

Posted in Música by leonardomeimes on 28/01/2013

O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Meu maestro soberano
Foi Antonio Brasileiro

Foi Antonio Brasileiro
Quem soprou esta toada
Que cobri de redondilhas
Pra seguir minha jornada
E com a vista enevoada
Ver o inferno e maravilhas

Nessas tortuosas trilhas
A viola me redime
Creia, ilustre cavalheiro
Contra fel, moléstia, crime
Use Dorival Caymmi
Vá de Jackson do Pandeiro

Vi cidades, vi dinheiro
Bandoleiros, vi hospícios
Moças feito passarinho
Avoando de edifícios
Fume Ari, cheire Vinícius
Beba Nelson Cavaquinho

Para um coração mesquinho
Contra a solidão agreste
Luiz Gonzaga é tiro certo
Pixinguinha é inconteste
Tome Noel, Cartola, Orestes
Caetano e João Gilberto

Viva Erasmo, Ben, Roberto
Gil e Hermeto, palmas para
Todos os instrumentistas
Salve Edu, Bituca, Nara
Gal, Bethania, Rita, Clara
Evoé, jovens à vista

O meu pai era paulista
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro
Meu tataravô, baiano
Vou na estrada há muitos anos
Sou um artista brasileiro

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Tudo que Jesus …

Posted in Filosofia by leonardomeimes on 25/01/2013

Tudo que Jesus poderia desejar através de sua morte, em si mesma, era oferecer publicamente a maior prova possível, um exemplo de seus ensinamentos. Mas os discípulos estavam muito longe de perdoar sua morte – apesar de que fazê−lo seria consoante ao evangelho no mais alto grau; e também não estavam preparados para se oferecerem, com doce e suave tranqüilidade de coração, a uma morte similar… Muito pelo contrário, foi precisamente o menos evangélico dos sentimentos, a vingança, que os possuiu. Parecia−lhes impossível que a causa devesse perecer com sua morte: “recompensa” e “julgamento” tornaram−se necessários (– e o que poderia ser menos evangélico que “recompensa”, “punição” e “julgamento”!). – Uma vez mais a crença popular na vinda de um messias apareceu em primeiro plano; a atenção foi direcionada a um momento histórico: o “reino de Deus” virá para julgar seus inimigos… Mas nisso tudo há um mal−entendido gigantesco: conceber o “reino de Deus” como ato final, como uma simples promessa!

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Deus deu seu fi…

Posted in Filosofia by leonardomeimes on 25/01/2013

Deus deu seu filho em sacrifício para a remissão dos pecados. De uma só vez acabaram com o Evangelho! O sacrifício pelos pecados, e em sua forma mais obnóxia e bárbara: o sacrifício do inocente pelo pecado dos culpados! Que paganismo apavorante! – O próprio Jesus havia suprimido o conceito de “culpa”, negava a existência de um abismo entre Deus e o homem; ele viveu essa unidade entre Deus e o homem, que era precisamente a sua “boa−nova”… E não como um privilégio! – Desde então o tipo do Salvador foi sendo corrompido, pouco a pouco, pela doutrina do julgamento e da segunda vinda, a doutrina da morte como sacrifício, a doutrina da ressurreição, através da qual toda a noção de “bem−aventurança”, a inteira e única realidade dos Evangelhos é escamoteada – em favor de um estado existencial pós−morte!… Paulo, com aquela insolência rabínica que permeia todos seus atos, deu um caráter lógico a essa concepção indecente deste modo: “Se Cristo não ressuscitou de entre os mortos, então é vã toda a nossa fé” – E de súbito converteu−se o Evangelho na mais desprezível e irrealizável das promessas, a petulante doutrina da imortalidade do indivíduo… E Paulo a pregava como uma recompensa!…

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A grande mentir…

Posted in Filosofia by leonardomeimes on 25/01/2013

A grande mentira da imortalidade pessoal destrói toda razão, todo instinto natural – tudo que há nos instintos que seja benéfico, vivificante, que assegure o futuro, agora é causa de desconfiança. Viver de modo que a vida não tenha sentido: agora esse é o “sentido” da vida…

Nietzsche, O anticristo

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Os sentimentos …

Posted in Filosofia by leonardomeimes on 25/01/2013

Os sentimentos aristocráticos foram subterraneamente carcomidos pela mentira da igualdade das almas; e se a crença nos “privilégios da maioria” faz e continuará a fazer revoluções – é o cristianismo, não duvidemos disso, são as valorações cristãs que convertem toda revolução em um carnaval de sangue e crime!

Basta pensar em como a igreja aproveitou todos os movimentos populares de revolução para acender ao poder, até mesmo a inquisição espanhola se beneficiou da libertação da Espanha as mãos de Napoleão para reiniciar seus julgamentos!

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O exemplo ofere…

Posted in Filosofia by leonardomeimes on 25/01/2013

O exemplo oferecido por aquela maneira de morrer, a liberdade e superioridade a todo sentimento de ressentimento – uma completa explicação de quão pouco ele foi compreendido! Tudo que Jesus podia esperar conseguir com a sua morte, em si mesma, foi oferecer a mais forte prova possível, ou exemplo, de seus ensinamentos de maneira mais pública… Seus discípulos, porém, estavam muito longe de perdoar sua morte – embora, se assim tivessem feito, concordariam com os evangélios no mais alto grau; e nem estavam eles dispostos a se oferecerem, com gentil e serena tranquilidade no coração, a semelhante morte… ao contrário, o que então os dominou foi o menos evangélico dos sentimentos, a vingança. Parecia impossível que a causa fosse parecer com a sua morte: tornavam-se necessários a “recompensa” e o “julgamento”… Mais uma vez surgiu no primeiro plano a crença popular no advento de um messias; a atenção se voltou para um momento histórico: o reino de deus viria, com o julgamento de seus inimigos… tudo isso, porém, redundava em um completo disparate: imagine-se o “reino de Deus” vindo no fim, como mera promessa!

Nietzsche mostra que as virtudes que o evangelio buscava espalhar foram minadas pelos próprios discípulos, que não souberam dar a outra face à tapa e tiveram ressentimento, quiseram vingança e como não tinham poder para isso profetizaram que um Reino de Deus viria ondo todos que fossem “maus” seriam julgados e condenados.

Nada próximo do exemplo que Jesus deu.

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Olhos Nos Olhos – Chico Buarque

Posted in Música by leonardomeimes on 23/01/2013

Quando você me deixou, meu bem,
Me disse pra ser feliz e passar bem.
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci,
Mas depois, como era de costume, obedeci.

Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer.
Olhos nos olhos,
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais

E que venho até remoçando,
Me pego cantando, sem mais, nem por quê.
Tantas águas rolaram,
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você.

Quando talvez precisar de mim,
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim.
Olhos nos olhos,
Quero ver o que você diz.
Quero ver como suporta me ver tão feliz.

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A desobediência…

Posted in Filosofia by leonardomeimes on 22/01/2013

A desobediência a Deus, que na realidade significa para o sacerdote a desobediência “à lei”, toma o nome de “pecado”; os meios prescritos para a reconciliação com Deus são, é claro, precisamente os meios que coloca a pessoa mais efetivamente sob o julgo do sacerdote; somente ele pode “salvar”… Considerados psicologicamente, os “pecados” são indispensáveis a toda sociedade organizada em base eclesiástica; constituem a única arma confiável do poder; o sacerdote vive à custa dos pecados; é necessário para ele que alguém peque… Primeiro axioma: “Deus perdoa os que se arrependem” – em palavras mais claras: os que se submetem ao sacerdote”.
“Reduziram todos os grandes acontecimentos a uma fórmula idiota: “obediente ou desobediente à Deus” – Deram um passo além: a “vontade de Deus” (em outras palavras: os meios necessários para conservar o poder dos sacerdotes) tinha de ser determinada – e, para isso, precisava-se de uma “revelação”. Em linguagem clara, uma gigantesca fraude literária tinha de ser perpetrada, engendrando-se as “escrituras santas”.[…] O que aconteceu? simplesmente isso: o sacerdote formulou, de uma vez por todas e com rigorosa meticulosidade, que dízimos lhe devem ser pagos, do maior ao menos (sem esquecer as postas de carne, pois o sacerdote é um grande consumidor de carne). […] De então para diante, as coisas foram tão bem dispostas, que o sacerdote se tornou indispensável em todas as partes; em todos os grandes acontecimentos naturais da vida, como nascimento, casamento, enfermidade, morte, para não se falar do “sacrifício” (isso é, as horas de refeição), o santo parasita aparece, e trata de desfigurá-los – ou, segundo as suas próprias palavras, “santificá-los”.

(Nietzsche, O Anticristo)

A Veja é a única que tem coragem de desrespeitar o Niemeier…

Posted in Política by leonardomeimes on 07/12/2012

QUANTA BABAQUICE CABE NESSA REVISTA? QUANTA BOSTA PODE SAIR DA BOCA DO REINALDO AZEVEDO?

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