Moscas Mortas Revolution – Página Inicial

A visão da TV e a visão de um cidadão que sofre a repressão

Posted in Comentários, Textos Próprios by leonardomeimes on 16/08/2011

Fica claro que a apresentadora estava do lado da polícia e não queria ouvir a opinião do homem. Ela foi advertida pela BBC.

Um país que precisa de imigrantes mas não os aceita. A polícia é muito violenta, um brasileiro já foi assassinado pela polícia lá por ser confundido com um islâmico lambram-se? (Jean Charles acho)

Guia de Viagem pela Libéria

Posted in Comentários, Textos Próprios by leonardomeimes on 21/07/2011

Hoje eu encontrei um dos documentários que mais me fez pensar até hoje…

Já pensaram que em nosso país e em outros o fato de a porra da Angelina Jolie ter adotado mais uma criança ser uma notícia é muito comum?

Já pensaram que a mídia usa e abusa do que quer, não ligando para as notícias que realmente importam?

Já pensaram que só em corrupção perdemos quase metade de nosso dinheiro?

Tá, agora sim eu vou mostrar um documentário que vai te fazer pensar em o que você está priorizando em sua vida…

Será que é realmente importante o que acontece na novela das oito?

Se você tivesse que lutar pela sua vida como essas pessoas provavelmente não teria a menor portância o nome da namorada do Bibier…

Pois saiba que no mundo há problemas muito maiores do que a celulite que apareceu na bunda da atriz da novela…

Eu sugiro que todos, TODOS MESMO, vejam o documentário, pode ser forte, mas é necessário para que saibamos o que acontece pelo mundo e que não nos contam por não dar ibope.

 

 

Naruto, um guia básico para entender porque é interessante

Posted in Comentários, Textos Próprios by leonardomeimes on 15/07/2011

O mangá é basicamente a história de um mundo Ninja, onde existem várias vilas e países, cada país tem uma arma (chamados de Jinchuriki).

Os Jinchuuriki são ninjas em cujos corpos foram selados os espíritos (chakras) dos nove demônios de cauda:

Deles importantes, mesmo são:

Gaara e Naruto, respectivamente Ichibi (uma cauda) e Kiuubi (Nove Caudas)

É importante também o Hachibi (oito caudas), no corpo do Killer Bee Sama:

Os Jinchuurikis por terem uma quantidade de chakra muito maior que dos ninjas normais são muito perigosos e por isso foi dado a cada vila um jinchuuriki para que todas tivessem o mesmo poder de ataque.

Naruto é um deles e é a arma de Konoha, porém não adianta nada ser um jinchuuriki se não for possível controlar o Biju (demônio), Naruto sai de controle pelo menos três vezes no mangá, e não é nada bonito pois é isso que aconteçe quando a kiuubi é solta:

Há também os outros ninjas, sendo que os de Konoha (vila da folha) são os mais conhecidos e mais protagonistas:

Da esquerda pra direita, Rock Lee (de verde) que é perito em artes marciais e abre os portões de chakra ficando tão fonte como um Kage (ninja mais forte da vila), Ten Ten especialista em armas, Neji um gênio das artes marciais do clã Hiuuga (Byakugan – ver jutsus oculares), Chouji especialista em artes de expansão do corpo, Shikamaru que é estrategista, Ino entre na mente do oponente, Sakura (protagonista) que é uma ninja média muito forte, Naruto (Kiuubi e protagonista) que aprende a controlar a Kiuubi, entrar no modo Sennin e a usar o Kagebunshin, Hinata (apaixonada pelo Naruto) também utiliza o byakugan, Shino que controla insetos que moram em seu corpo e, por fim, Kiba com o cachorro Akamaru especialista em luta com animais.

Em cima Sasuke à esquerda, um ninja renegado que de amigo vira inimigo de Naruto (tem o Sharingan 0 jutsu ocular), e Sai que é um ninja espião que controla pinturas.

Muito resumido mas dá pra ter uma ideia… esses são os ninjas comuns da vila de Konoha.

há também outros grupos de ninjas como:

Sannin

Todos ninjas de Konoha que foram treinar fora da vila e tomaram outros destinos, Tsunade (a mulher) volta e se torna a líder de Konoha é uma ninja médica que invoca lesmas gigantes e treina a Sakura, Jiraya (de cabelo branco) é, supostamente, o mais forte deles, invoca sapos gigantes e treina o Naruto e Orochimaru (antagonista) invoca cobras e treina o Sasuke.

Mais antagonistas, a Akatsuki:

Grupo de ninjas renegados que se unem a Sasuke e Orochimaru e atacam Konoha e outras vilas em busca dos demônios.

De cima para a esquerda: Kisame, um dos ninjas espadachins que tem tanto chakra que é comparado a um demônio; Pein que são seis corpos, contando da esquerda para direita em cima a partir do de cabelo laranja e longo  até o que tem algo verde em volta da cabeça (menos o de máscara), o Pain tem o Rinnegan; Tobi/Madara o de máscara no meio dos Peins, ele é o principal antagonista da parte que está em curso do mangá, viaja no espaço/tempo e consegue controlar o fogo; continuando com o Zetsu, é um clone feito com plantas do primeiro Hokage (líder de Konoha, rivald e Madara);

Em baixo da esquerda para direita: o demônio Kakuzu, que tem cinco corações e controla todos os elementos; Orochimaru, já comentado); Hidan que amaldiçoa o oponente e é imortal; de cabelo vermelho o mestre Sasori, pupeteiro que controla marionetes letais; em cima dele Deidara que transforma argila em explosivos; Itachi um ninja com poderes ilusionistas absurdos e com o Sharingan; e, por fim, Konan uma ninja que se transforma em pedaços de papel e é companheira de Pein.

há também o grupo de Sasuke:

Grupo Hebi com Suigetsu, um dos ninjas espadachins que controla a água; Sasuke; Juugo que tem um selo maldito e se transforma em um montro; e Karin uma ninja que passa o chakra para os outros recuperando-os.

No momento a história é essa: Naruto termina o treinamento dom o Oito Caudas e vai para todos os fronts de batalha ao mesmo tempo, Madara e Kabuto estão atacando as vilas com ninjas ressuscitados e com Zetsus.

Os jutsus oculares:

 

De cima para baixo: Rinnegan que permite que o ninja controle todos os elementos, compreenda qualquer jutsu que vê entre outros…; Byakugan, dos Hyuuga, permite que seja visto a rede de chakra permitindo golpes certeiros que acabam com o fluxo de chakra do oponente; Sharingan, tem técnicas ilusionárias, técnicas de imitação de jutsu, de viagem no espaço/tempo, de teleporte de coisas, e uma de um fogo negro.

^^

Acho que ninguém entendeu nada, então que leiam o Mangá, vale muito a pena…

Uma luta muito loka de quando eles eram pequenos ainda:

http://www.youtube.com/watch?v=-B_Hl1auT-A

SULA

Posted in Contos, Textos Próprios by leonardomeimes on 16/06/2011

            Lá ia Sula, sempre às voltas com seu vestido rasgado e sua loucura instável. Andava descalça de corcova sempre em riste, quase agachada, arrastando as mãos no chão em busca do que apanhar e olhando freneticamente para os lados como se escondesse algo. Do que restou ela vivia, a mulher não tinha que se preocupar com mais nada e seu rosto era a prova viva: antes maculado com grandes roxos de violência, porém, naqueles dias, andava sujo e ranhento, como uma criança que causa náusea. Sula sempre tinha as calças embosteadas e o cheiro acompanhava.

            Apanhava, diziam, sempre se ouviam gritos e loucuras, ambos que moravam naquela casa indigente, de madeira e de terreno mal cuidado, eram perturbados de maneira que não sobrava entendimento pacífico. Sula devia sua loucura às constantes sovas. O marido, um russo cujo nome ignoro, era carvoeiro, mal garantia a comida, proibia que Sula saísse e que trabalhasse, chegava sempre soluçando com as palmas já esticadas e prontas para serem dadas. E eram muitas.

            Sem ninguém para controlar o cotidiano absurdo dos dois, eles ali ficavam e se entregavam à loucura recíproca. De minha casa, quase em frente, era possível ver parte do quintal e a entrada da casa, havia mato, muita madeira, sacolas com lixo para todo lado, pneus e entulhos de obra. O terreno emana cheiro de bicho morto, cercado com uma cerca farpada, já caída em parte, e, apenas na frente, um muro baixo e cinza. Os ratos e baratas são comuns àquela casa, em que nem mesmo as janelas têm vidros mais.

            Em nossa rua, poucos falavam com o casal, Sula, nome que descobri apenas depois de ela ser levada pela polícia, não conseguia ter contato com ninguém e ficava sempre dentro dos limites de casa. O marido pouco falava nossa língua e ademais estava sempre bêbado, quando não estava fora trabalhando. Em um mês os moradores que se aborreciam com a presença desagradável de ambos se viram livres do tormento. Começou quando o homem desapareceu…

            Até então, grande parte da vizinhança evitava notar a presença de ambos, porém foram obrigados, a partir do sumiço do homem, a conviver com Sula. A mulher, sem ter do que viver, perturbava a vizinhança, ai a náusea que as pessoas tinham quando ela lhes pedia comida! Sula era uma visão desagradável, o rosto retorcido por uma dor constante, tinha uma mão sempre posta acima do peito como se algo ali estivesse segurando; o nariz estremecia enquanto Sula buscava em sua insanidade as expressões necessárias. O mau cheiro agredia as narinas acostumadas aos perfumes, ninguém permitia que a mulher chegasse a suas casas, ao contrário, lhe entregavam algo para comer sem olhar, segurando a respiração e pensando em qualquer outra coisa, antes que o nojo fosse demais. Sula era grande parte do dia silenciosa e para mendigar não falava, para isso tinha os olhos.

            As calças de Sula, sempre com o fundilho molhado, não a permitiam caminhar por muito tempo e caiam, o que a forçava a manter-se parada. Por isso, comia sempre sentada na tampa de cimento de um poço, no quintal de sua casa. De fato, naquele mês, passou a maior parte do tempo ali. Olhava para os lados e não mexia mais do que o pescoço, constantemente procurando ou esperando algo que não lhe aparecia e a boca entoava múrmuros mudos e constantes. Aquela cena se repetiu todos os dias como se a louca estivesse amaldiçoando a todos enquanto notava a imensa insanidade que também havia fora de sua casa.

            O poço antigo era antes usado por toda a vizinhança, agora estava sempre fechado, o progresso havia chegado e com ele a água corrente. Se já não tinham motivos para usá-lo, agora não tinham motivos nem para pensar em sua existência. Aquela constante náusea chegou a um veredito, os moradores começaram a ignorar a mulher, não lhe alimentavam e sequer saiam de casa para atendê-la. Sula deve ter passado dias sem comer. Foi, então, que eu entrei nessa história, ao passar pela frente da casa e do terreno vi algo que não merecia ser contado.

            Nossos bueiros sempre contavam com a presença de ratazanas, os bichos iam de um para o outro e cruzavam a rua como pedestres, principalmente durante a noite. Já estava acostumado a ver esses hóspedes indesejados e a correr atrás deles fazendo-os apressarem-se para os bueiros; porém quando os encontrava mortos eu era impelido a retirar aquela carcaça de meu convívio e a atirava mato à dentro, no terreno ao lado da casa de Sula. Pegava-o pelo rabo, fazia um giro com o braço e atirava longe. Quando era atropelamento a ânsia era maior, tinha que descolar aquele corpo do asfalto com um pedaço de pau e uma pá para depois poder desová-lo.

            Nesse dia, quando voltava da casa de um amigo, ao chegar a minha rua vi Sula parada em frente a sua casa, olhando para algo no asfalto. Aos poucos fui me aproximando para entrar em casa e a imagem foi ficando cada vez mais nítida. A mulher tinha as calças arreadas, provavelmente caídas, as mãos mexiam constantemente nos cabelos, os músculos das pernas se comprimiam incessantemente como se latejassem e os olhos estavam fixos no chão, em uma ratazana morta. Pensei em parar, porém não queria presenciar aquela loucura e então corri até o portão de minha casa. Entrei, fechei-o por dentro, dele vi Sula, na mesma posição, arrancar os cabelos em movimentos constantes, seus dentes rangiam fazia-me encolher meus ombros, uma agonia. Corri para dentro de casa.

            Contei para minha mãe, logo ela estava em frente de casa gritando para que a mulher parasse e atraindo a atenção de toda vizinhança que aos poucos foi saindo de casa para presenciar o que era inevitável. Embora minha mãe não quisesse que eu visse, aproveitei que anoitecia e saí sem ser percebido de casa e vi todo o desenrolar da situação de cima do muro. Sula, ignorando os gritos de mamãe, decidiu-se, parou de arrancar os cabelos, abaixou-se e lançou mão do corpo do rato para, em seguida, morder-lhe a barriga. A boca mastigava com gosto e seus olhos não desgrudavam daquela refeição.

            Um de meus vizinhos chamou a polícia que demorou um bocado a chegar, nisso Sula entrou em sua casa e sentou-se na tampa do poço, ali terminou sua refeição e, depois, se dedicou a esfolar com as unhas o cimento. Os dois policiais entraram pelo portão de sua casa, olharam para tudo que ali estava jogado no quintal, a quantidade de lixo e encontraram a mulher atormentada. Sula ao vê-los entrou em pânico, começou a gritar coisas não compreensíveis, como se contasse uma história absurda em outra língua, batia os pés de pé em cima da tampa do poço e, com os braços estendidos, não permitia que os homens chegassem próximo.

            Sem saber o que fazer um dos policiais levantou um revólver e deu dois tiros para o alto, todos que presenciavam estremeceram e recuaram de susto, Sula disparou a correr pelo quintal da casa, sem as calças que caíram por completo. Quando a mulher entrou correndo em casa os policiais foram atrás e saíram de lá carregando a mulher desmaiada. Finalmente o tormento parecia ter chegado ao fim.

            Para mim ainda não, intrigado pela loucura daquela mulher decidi ir até a casa um dia à tarde. Pulei o portão para não fazer nenhum barulho e, passando pelo jardim sem atentar, encontrei a porta amigavelmente aberta. Dentro, uma sala, coberta de jornais, revistas, sacolas de lixo, embalagens usadas de comida e um fedor de podre que se misturava com cheiro de mofo. Todos os cômodos estavam igualmente arrumados e o quarto de Sula não era diferente, a cama estava quebrada, caída para um lado, em cima muita imundice, o casal nunca deve ter levado o lixo para fora.

            Ao fazer a volta para sair reparei nas paredes, estavam todas escritas, arranhadas na madeira com algo pontiagudo, palavras irreconhecíveis, não entendê-las me fez sentir a cabeça inchar e doer. Logo percebi que se me demorasse ali terminaria louco, como Sula. Corri para fora da casa, fazendo um barulho grande pelo chão de madeira e logo estava no jardim novamente, parei ofegante e coloquei minhas mãos sobre os joelhos descansando. Nisso lembrei-me, que no dia em que a levaram, a louca arranhara insandecidamente a tampa do poço. Decidi ir investigar.

            Passei pelo quintal desviando de tudo que havia ali, abrindo passagem em meio aos entulhos e às plantas e, finalmente, cheguei até o poço. Aproximei-me devagar sem saber o que encontraria e logo pude observar a parte de cima da tampa, havia marcas de sangue, provavelmente das unhas que a louca havia arrancado enquanto arranhava. Havia certo cheiro de podre no ar e muitas moscas, consegui ver que a tampa estava um pouco fora de seu lugar, deixando uma estreita parte do poço aberta. Ao chegar perto dessa fenda senti o cheiro aumentar e as moscas saíam e entravam por aquele espaço freneticamente.

            Pensei em abrir a tampa por completo, por sorte o nojo tomou conta de meu corpo, estremeci pensando no que podia estar ali dentro e daquele ponto de vista reconheci o que Sula havia arranhado em cima da tampa. Uma cruz era pouco visível, a mulher não conseguira terminar o desenho, portanto, algumas partes eram muito fracas e isso impediu que os policiais entendessem a que o poço se prestaria a partir de então.

            Sula havia respondido à violência que sofria com violência e sepultado, ali, o motivo de seu tormento. Para que esse passado não voltasse a atormentá-la empurrei a tampa fechando por completo o poço, ao sair da casa me comprometi a não contar a ninguém e, no fim, senti um apego estranho pela figura daquela louca e um remorso latente. Afinal, fomos todos cúmplices daquele crime.

Leonardo Meimes

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Comissão equipara salário de parlamentares com o de ministros do STF

Posted in Comentários, Textos Próprios by leonardomeimes on 01/06/2011
Logo será a vez dos professores da rede pública, médicos, policiais e outros funcionários públicos…
Não? Nada a ver? =(
eh difícil em… os salários deles estão cada vez maiores!
Que tal agente explodir a constituição e colocar os cargos públicos, todos como cargos voluntários! Incluindo os cargos de senador, prefeito, todos esses, dai apenas quem realmente quer mudar o país para melhor, e não enriquecer irá se candidatar!
01/06/2011 – 16h45

DE BRASÍLIA

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta quarta-feira proposta de emenda constitucional que estabelece salários idênticos para o presidente da República, o vice-presidente, ministros, senadores e deputados aos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Atualmente, não há determinação legal para a equivalência dos valores. Os subsídios dos ministros servem como teto para o funcionalismo público.

Autor da proposta, o deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) diz que a PEC visa garantir o cumprimento dos princípios constitucionais de independência e harmonia entre os Poderes. “É necessário que suas autoridades sejam remuneradas de modo isonômico”, disse o relator.

A proposta segue para uma comissão especial, antes de ser votado em dois turnos no plenário.

Slayer – Disciple

Posted in Comentários, Textos Próprios by leonardomeimes on 26/05/2011

É mais ou menos isso que o ser humano virou, alguém que mata pela fé, pelo poder, que odeia todos igualmente…

O Slayer está sendo irônico em muitas partes da letra e não permitirei que religiosos ou facistas, homofóbicos, qualquer um desse tipo interprete errôneamente, portanto apagarei os comentários maldosos ou burros.

Aliás o Slayer não é contra a religião apenas contra a instituição religiosa que perverte a religião, no fim as religiões são boas para muitas pessoas.

Kadafi

Kadafi

Disciple
Drones since the dawn of time
Compelled to live your sheltered lives
Not once has anyone ever seen
Such a rise in pure hypocrisy
I’ll instigate I’ll free your mind
I’ll show you what I’ve known all this time
God hates us all, God hates us all
You know it’s true God hates this place
You know it’s true he hates this race
Homicide – Suicide
Hate heals, you should try it sometime
Strive for peace with acts of war
The beauty of death we all adore
I have no faith distracting me
I know why your prayers will never be answered
God hates us all; God hates us all
He fuckin’ hates me
Líbia
Pessimist, terrorist targeting the next mark
Global chaos feeding on hysteria
Cut throat, slit your wrist, shoot you in the back fair game
Drug abuse, self abuse searching for the next high
Sounds a lot like hell is spreading all the time
I’m waiting for the day the whole world fuckin’ dies
SíriaI never said I wanted to be God’s disciple
I’ll never be the one to blindly follow
Man made virus infecting the world
Self-destruct human time bomb
What if there is no God would you think the fuckin’ same
Wasting your life in a leap of blind faith
Wake the fuck up can’t ignore what I say
I got my own philosophy
I hate everyone equally
You can’t tear that out of me
No segregation – seperation
Just me in my world of enemies
I never said I wanted to be God’s disciple
I’ll never be the one to blindly follow
I’ll never be the one to bear the cross – disciple
I reject this fuckin’ race
I despise this fuckin’ place

EgitoDiscípulo

Zumbidos desde a aurora do tempo
Compelidos a viverem suas vidas protegidas
Jamais teve alguem que pudesse alguma vez ter visto
Como um despertar de pura hipocrisia
Eu instigarei, eu libertarei sua mente
Mostrarei a você o que eu já sabia durante todo esse tempo
Deus odeia todos nós, deus odeia todos nós
Você sabe que é verdade, deus odeia esse lugar
Você sabe que é verdade, deus odeia essa raça
Homicídio – suicídio
O ódio cura, você poderá tentar isso uma vez
Aspirar pela paz com atos de guerra
A beleza da morte nós adoramos
Não tenho nenhuma fé me distraindo
Eu sei porque suas orações nunca serão atendidas
Deus odeia todos nós, deus odeia todos nós
Porra, ele me odeia
GuantanamoPessimismo, terrorista mirando o próximo marco
Caos global alimentando a histeria
Corte a garganta, corte seu pulso, atire em você pelas costas, uma caça legal
Abuso de drogas, auto abuso procurando o alvo
Soa como se o inferno estivesse se espalhando por todo os cantos
Eu estou esperando pelo dia em que o mundo inteiro morra
Eu nunca disse que queria ser um discípulo de deus!
Nunca serei aquele que irá segui-lo cegamente
O homem fez o vírus que infecta o mundo
Bomba relógio humana de auto-destruição
O que aconteceria se não existisse nenhum deus você pensaria a mesma merda?
Perdendo sua vida em um lapso de fé cega
Levante a cabeça, você não pode ignorar o que eu digo
Eu tenho minha própria filosofia
Guantanamo
Odeio todos igualmente
Você não tem como me impedir disso
Sem segregação – separação
Só eu, em meu mundo de inimigos
Eu nunca disse que queria ser um discípulo de deus!
Nunca serei aquele que irá segui-lo cegamente
Nunca serei aquele que irá carrgar a cruz – discípulo
Eu rejeito essa porra de raça
Eu desprezo essa merda de lugar
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