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SaferNet: Bolsonaro agravou violência de ataques no Twitter

Posted in cidadania by leonardomeimes on 18/05/2011

Bolsonaro agrava a violência contra gays, negros e nordestinos na internet…

Ana Cláudia Barros


Evolução das denúncias de manifestações de ódio no Twitter em 2010(Fonte:SaferNet)

A máxima “a internet é um espelho fiel da sociedade” parece ainda mais cabível quando observadas as ondas de discriminação e ódio que têm emergido nos últimos meses no Twitter. Análise da evolução diária das denúncias no microblog, elaborada pela SaferNet e obtida com exclusividade por Terra Magazine, confirma o que já se suspeitava: eventos do “mundo real” impactam diretamente o ambiente virtual.

Nas cinco principais ondas de ataques e nas manifestações de menor proporção deflagradas no Twitter, no período que vai de novembro de 2010 a 16 maio deste ano, essa correlação fica evidente, conforme enfatiza o presidente da SaferNet Brasil – organização não-governamental que combate crimes contra direitos humanos na rede -, Thiago Tavares.

Ele chama a atenção para o “aumento significativo” da frequência e da violência dos ataques após a entrada em cena do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ).

– Com suas declarações polêmicas, o Bolsonaro acendeu o pavio e encorajou algumas ondas sucessivas de homofobia no Twitter e nas outras redes sociais no Brasil; Orkut principalmente – afirma, destacando a conexão entre realidade “online” e “offline”.

– Se forem cruzados os dados da planilha com as notícias veiculadas na imprensa, é possível perceber ligação com fatos, como disputas no Congresso, violência a homossexuais na Avenida Paulista, chuvas no Nordeste, metrô em Higienópolis.

Sobre as ondas menores, acrescenta:

– Elas têm se apresentado constantes ao longo de 2011. Em sua maioria, foram detonadas pela polarização do debate em torno dos direitos dos homossexuais.

De acordo com Tavares, a incidência das manifestações de discriminação começou a se acirrar a partir do final do segundo semestre de 2010. Sobre os motivos deste crescimento, argumenta:

– Dois fatores são importantes e, em conjunto, ajudam a entender esses números. O Twitter se expandiu muito no Brasil do segundo semestre pra cá. Hoje, tem em torno de 15 milhões de usuários (no mundo, são cerca de 180 milhões). O aumento expressivo na base de usuários também influenciou no número de casos – diz, prosseguindo com a explicação:

– Outro fator importante foi a violência no debate eleitoral. Essa agressividade que permeou a campanha dos candidatos foi transposta para os eleitores. O clima de animosidade criou um ambiente propício para essas manifestações exacerbadas de ódio.


Evolução das denúncias de manifestações de ódio no Twitter em 2011 (Fonte:SaferNet)

De janeiro a dezembro de 2010, 2.372 tweets(mensagens postadas no microblog) com teor discriminatório foram encaminhados à Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos, criada pela SaferNet e operada em parceria com os ministérios públicos federal e estaduais e a Polícia Federal.

Ao todo, foram contabilizados 23.589 denunciantes. Só de janeiro a 16 de maio de 2011, 1.181 tweets com as mesmas características foram reportados à SaferNet, quase a metade do acumulado no ano passado inteiro. Até a mencionada data, 8.942 pessoas se dispuseram a delatar os casos de discriminação. Todas as denúncias são anônimas.

“Detonadores”

O presidente da SaferNet explica que as ondas de preconceito no Twitter Brasil são desencadeadas pelo que chama de “perfis detonadores”, usuários que “assumem a dianteira e inauguram uma sequência de ódio, uma gritaria generalizada”.

A primeira grande onda aconteceu entre 1º e 4 de novembro do ano passado, logo após o anúncio do resultado das eleições presidenciais. Conforme a SaferNet, o perfil da estudante de Direito Mayara Petruso, apontada na época como pivô da polêmica em razão do comentário de que queria afogar os nordestinos, foi, de fato, o estopim das manifestações de preconceito. Neste período de quatro dias, 4.002 pessoas acionaram a ONG para denunciar.

Tavares comenta que foi necessário um “tratamento de choque” para estancar o tumulto na rede.

– Preparamos um relatório com 1.037 contas do Twitter, mandamos a lista para o Ministério Público e comunicamos à imprensa. Foi imediato. Cessou rapidamente.

– Se você comparar essa onda com as demais, vai perceber que as outras ondas duram, no máximo, 48, 72 horas estourando. A onda contra os nordestinos após as eleições, por sua vez, iria perdurar por mais de uma semana. Ela já durava cinco dias. Era uma atividade enorme. As mensagens estavam cada vez mais agressivas. Isso nos surpreendeu. Era uma onda absolutamente sem controle. Por isso decidimos adotar uma ação enérgica.

O segundo “tsunami” virtual foi registrado entre 17 e 19 do mesmo mês, após o lançamento, às vésperas do Dia Nacional da Consciência Negra, da campanha no Twitter “#HomofobiaNão”. Em contraposição ao movimento, grupos conservadores criaram o perfil e a hashtag “#HomofobiaSim”, o que impulsionou uma sequência de manifestações de repúdio aos homossexuais. Ao todo, 8.574 denunciaram.

Já a terceira onda, observada entre 29 e 30 também de novembro, teve como mote o neonazismo. Os alvos? Negros e gays. Os dois perfis apontados como os responsáveis pela propagação do ódio (@anjooslava e @anjonazistaheil) já não estão mais ativos, mas os comentários racistas e homofóbicos podem ser vistos via buscador Topsy, que mostra quem foram os autores da divulgação de determinado tweet e exibe as mensagens mais repassadas pelos usuários.

Entre os recados deixados pelos perfis, ataques frontais como: “Eu odeio homossexuais, desejo que todos eles tenham uma morte sofrida e dolorosa, meu sonho é um dia ver a humanidade livre dessa raça!”; “Meu avô foi brutalmente assassinado por um negro. Como eu vou defender esses lixos?”; “Rejeite o lixo multicultural! Despreze a escória homossexual!!! Não irei me acovardar, e sim massacrar”; “Esse país é um lixo, eles querem te obrigar a amar negros, homossexuais. Se for pra viver nesse lixo a minha vida toda, prefiro a morte”.

A quarta grande onda, ocorrida em 28 e 29 de dezembro, também foi alavancada pela aversão aos gays, lésbicas, transexuais e bissexuais. Segundo a SaferNet, os perfis detonadores foram @contraGays e @estuproSim, este último cancelado.

A série de ataques mais recente aconteceu em 12 deste mês, após a eliminação do Flamengo na Copa do Brasil pelo Ceará. Em um único dia, 5.150 internautas, indignados com o teor das mensagens de preconceito contra nordestinos, recorreram à SaferNet.

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Polêmica ou ignorância?

Posted in cidadania, Educação by leonardomeimes on 17/05/2011

Marcos Bagno, 17 de maio de 2011 às 9:47h

Na semana passada, o site IG noticiou que o Ministério da Educação comprou e distribuiu, para 4.236 mil escolas públicas, um livro que “ensina o aluno a falar errado”. Os jornalistas Jorge Felix e Tales Faria –  do Blog Poder On Line, hospedado no portal – se basearam em exemplos de um capítulo do livro Por Uma Vida Melhor para afirmar que, segundo os autores da coleção organizada pela ONG Ação Educativa, não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Calçaram sua tese no seguinte trecho de um capítulo que diferencia o uso da língua culta e da falada:”Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar os livro?”. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”. O fato de haver outros capítulos, no mesmo livro, que propõem a leitura e discussão de obras de autores como Cervantes, Machado de Assis e Clarice Lispector e ensina modos de leitura, produção e revisão de textos não foi citado. Mas a discussão sobre como registrar as diferenças entre o discurso oral e o escrito esquentou, principalmente após o colunista da Folha de S. Paulo Clóvis Rossi vociferar, no último domingo, que tal livro é “criminoso”.

Veja abaixo a opinião do linguista Marcos Bagno, pesquisador dos temas relacionados às variações linguísticas e professor da Universidade de Brasília:

Para surpresa de ninguém, a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.

Jornalistas desinformados abrem um livro didático, leem metade de meia página e saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos do que eles mesmos pensam (se é que pensam nisso, prepotentemente convencidos que são, quase todos, de que detêm o absoluto poder da informação).

Polêmica? Por que polêmica, meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista, fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio.

Já no governo FHC, sob a gestão do ministro Paulo Renato, os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da variação linguística, o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo, a mudança irreprimível que transformou, tem transformado, transforma e transformará qualquer idioma usado por uma comunidade humana. Somente com uma abordagem assim as alunas e os alunos provenientes das chamadas “classes populares” poderão se reconhecer no material didático e não se sentir alvo de zombaria e preconceito. E, é claro, com a chegada ao magistério de docentes provenientes cada vez mais dessas mesmas “classes populares”, esses mesmos profissionais entenderão que seu modo de falar, e o de seus aprendizes, não é feio, nem errado, nem tosco, é apenas uma língua diferente daquela — devidamente fossilizada e conservada em formol — que a tradição normativa tenta preservar a ferro e fogo, principalmente nos últimos tempos, com a chegada aos novos meios de comunicação de pseudoespecialistas que, amparados em tecnologias inovadoras, tentam vender um peixe gramatiqueiro para lá de podre.

Enquanto não se reconhecer a especificidade do português brasileiro dentro do conjunto de línguas derivadas do português quinhentista transplantadas para as colônias, enquanto não se reconhecer que o português brasileiro é uma língua em si, com gramática própria, diferente da do português europeu, teremos de conviver com essas situações no mínimo patéticas.

A principal característica dos discursos marcadamente ideologizados (sejam eles da direita ou da esquerda) é a impossibilidade de ver as coisas em perspectiva contínua, em redes complexas de elementos que se cruzam e entrecruzam, em ciclos constantes. Nesses discursos só existe o preto e o branco, o masculino e o feminino, o mocinho e o bandido, o certo e o errado e por aí vai.

Darwin nunca disse em nenhum lugar de seus escritos que “o homem vem do macaco”. Ele disse, sim, que humanos e demais primatas deviam ter se originado de um ancestral comum. Mas essa visão mais sofisticada não interessava ao fundamentalismo religioso que precisava de um lema distorcido como “o homem vem do macaco” para empreender sua campanha obscurantista, que permanece em voga até hoje (inclusive no discurso da candidata azul disfarçada de verde à presidência da República no ano passado).

Da mesma forma, nenhum linguista sério, brasileiro ou estrangeiro, jamais disse ou escreveu que os estudantes usuários de variedades linguísticas mais distantes das normas urbanas de prestígio deveriam permanecer ali, fechados em sua comunidade, em sua cultura e em sua língua. O que esses profissionais vêm tentando fazer as pessoas entenderem é que defender uma coisa não significa automaticamente combater a outra. Defender o respeito à variedade linguística dos estudantes não significa que não cabe à escola introduzi-los ao mundo da cultura letrada e aos discursos que ela aciona. Cabe à escola ensinar aos alunos o que eles não sabem! Parece óbvio, mas é preciso repetir isso a todo momento.

Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles — se julgarem pertinente, adequado e necessário — possam vir a usá-la

TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?”

Defesa da união homoafetiva…

Posted in cidadania by leonardomeimes on 17/05/2011

Argumentos Religiosos contra a Homossexualidade?

Posted in cidadania by leonardomeimes on 17/05/2011

Por Prof. Dr. Daniel Helminiak

http://homofobia.com.sapo.pt/argumentos.html

Nenhum argumento religioso contra a homossexualidade sobrevive a uma análise crítica. Qualquer motivo religioso padrão não é mais do que ficção, fruto de convicções cegas. O “argumento” é somente uma preferência pessoal, uma posição apoiada por uma “escolha” e não por “argumentos racionais”. A Religião é, assim, uma máscara usada para encobrir o preconceito.

A Bíblia NÃO condena a homossexualidade

As investigações científicas mais recentes demonstraram e denunciaram erros de tradução e de interpretação nas passagens que dizem respeito à homossexualidade. A maioria define claramente, como por exemplo em Ezequiel 16, 48-49 e no Livro da Sabedoria 9, 13-14, qual foi o pecado de Sodoma (Génesis 19): orgulho, ódio, abuso, dureza de coração. Sexo nunca é mencionado. Também o termo “não natural”, por exemplo, que encontramos na Carta aos Romanos 1, 28-29 devia ter sido traduzido pelos termos “atípico” ou “não convencional”. A Bíblia, se lida em coerência com os seus próprios termos e contexto, não apresenta nenhuma condenação explícita dos actos homossexuais. Ver D. A. Helminiak,What the Bible Really Says About Homossexuality, Alamo Press, 1994.

O Cristianismo NÃO se opôs sempre à homossexualidade

Até cerca de 1200, excepto no período por volta da altura da queda do Império Romano, a homossexualidade era, em geral, aceite na Europa cristã. No século VII, na Espanha Visigoda, uma série de seis conselhos nacionais da Igreja recusaram-se a apoiar a legislação do soberano contra actos homossexuais. No século IX códigos penais extensos por toda a Europa tratavam de questões sexuais detalhadamente, mas nenhum fora de Espanha proibía actos homossexuais. Pela altura da Alta Idade Média existia uma sub-cultura gay emergente e um corpo de literatura gay padrão estudada nas Universidades dirigidas pela Igreja. Ver J. Boswell em Christianity, Social Tolerance and Homosexuality, University Chigago Press, 1980.

Na prática da Igreja, procriação NÃO é essencial para ter relações sexuais

A filosofia estóica defendia que a concepção de bebés era a única razão eticamente aceitável para ter relações sexuais. O Cristianismo desde cedo incorporou esta noção na sua doutrina e algumas igrejas invocam-na para condenar a homossexualidade. Contudo, muitas destas igrejas permitem o uso de contraceptivos e permitem o casamento (e relações sexuais) entre casais que sabem serem estéreis ou entre casais que já ultrapassaram a idade para procriar. Até mesmo a Igreja Católica enfatizou recentemente a importância da união emocional e da partilha do amor como centrais para a intimidade sexual. Evidentemente, as igrejas não acreditam que a única e principal razão para a intimidade sexual é a procriação.

O argumento da “complementaridade” NÃO é coerente

Supostamente a complementaridade dos sexos é um requisição estabelecida por Deus para os relacionamentos sexuais. Mas a “masculinidade” e “feminilidade” são estereótipos. Na realidade, as características da personalidade das pessoas são mistas e abrangem tanto a esfera do masculino e como a esfera do feminino. Quaisquer duas pessoas, heterossexuais ou homossexuais, podem facilmente qualificar-se como complementares nalgumas características psicológicas, ou noutras. Deste modo, a complementaridade em questão só pode ser biológica. Ora, apelar à complementaridade é só uma maneira de dizer que só uma mulher e um homem podem partilhar a intimidade sexual. Logo, o verdadeiro argumento é este: as relações sexuais homossexuais são erradas porque sexo entre um homem e uma mulher é que está certo; casais homossexuais não podem partilhar nenhuma intimidade sexual porque não são heterossexuais. O argumento não explica nada, é circular, a verdadeira questão fica por responder. Indo um pouco mais longe, o argumento da complementaridade afirma que o único acto sexual permissível é a relação sexual entre pénis e vagina, mas não apresenta nenhuma razão para esta afirmação (na qual poucos acreditam, de qualquer modo).

A homossexualidade NÃO é uma doença

A Religião afirma que a homossexualidade é uma aberração em relação à ordem da criação de Deus. Contudo, a maioria das investigações científicas – zoológica, médica, psicológica, sociológica e antropológica – mostram que a homossexualidade é uma variante normal. Não só é prevalente em muitas espécies animais, como nos humanos a homossexualidade tem uma base biológica, é fixada no início da infância e presente em praticamente todas as culturas conhecidas. Não há nenhuma prova credível de que a orientação sexual pode – ou deve – ser modificada. A não ser que ser simplesmente homossexual em si venha a ser considerado como uma patologia com que se nasce, a ciência actual não é capaz de detectar nada de “doente” na homossexualidade e considera-a parte do mundo que Deus criou.

Os homossexuais NÃO são irreligiosos

Muitas pessoas condenam os homossexuais afirmando que são contra Deus e pecadores, mas os homossexuais cristãos contemporâneos reconhecem a sua auto-aceitação como fruto da graça de Deus. Eles testemunham que desde que “se assumiram” sentem-se mais felizes, mais saudáveis, mais produtivos, mais afectuosos, mais em paz, mais alegres e mais próximos das outras pessoas – e mais próximos de Deus. De acordo com o critério de Jesus “Pelos seus frutos os reconhecerás” (Mateus 7, 16) os homossexuais cristãos devem ser verdadeiros profetas do nosso tempo. Pelo contrário, colocar a tónica nos piores elementos e exemplos da comunidade homossexual – ou heterossexual – é uma maneira injusta de avaliar a questão.

*Traduzido de “Religious Arguments Against Homosexuality” in http://www.visionsofdaniel.com


Um terço dos alimentos produzidos é desperdiçado, diz ONU

Posted in cidadania by leonardomeimes on 11/05/2011

http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idnoticia=201105111450_BBB_79647868

11 de maio de 2011 • 11h50 •  atualizado 12h07

 Cerca de um terço dos alimentos produzidos por ano no mundo é desperdiçado, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira pela agência da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO). Segundo o estudo, que foi elaborado entre agosto de 2010 e janeiro deste ano pelo instituto sueco SIK, 1,3 bilhão t de alimento é desperdiçado por ano. A quantidade equivale a mais da metade de toda a colheita de grãos no mundo.

 O estudo afirma que o mundo emergente e os países desenvolvidos desperdiçam aproximadamente a mesma quantidade de alimentos: 670 milhões t por ano nos países ricos e 630 milhões t nos países em desenvolvimento.

No entanto, eles seguem um padrão diferente de desperdício. Nos países mais pobres ou em desenvolvimento, a maior parte dos alimentos é perdida durante o processo de produção e transporte. Já nas nações mais ricas, a maior parte do desperdício acontece quando os alimentos já foram comprados pelos consumidores. Segundo o relatório da FAO, nos países ricos muitos alimentos vão para o lixo antes mesmo de expirar a data de validade.

As médias de desperdício per capita também são muito maiores em países industrializados. Na Europa e América do Norte, cada pessoa desperdiça entre 95 a 115 kg de alimentos por ano. Na África Subsaariana, a média per capita é de seis a 11 kg.

Impacto ambiental

O relatório destaca o impacto negativo do desperdício no meio ambiente. “Isso invariavelmente significa que grande parte dos recursos empregados na produção de alimentos é usada em vão, e que os gases que provocam o efeito estufa causados pela produção de alimentos que é perdido ou desperdiçado também são emissões em vão”, afirma o relatório.

O documento da FAO afirma que no mundo emergente o problema maior é a falta de estrutura produtiva. Já nos países ricos, o principal fator seria o comportamento dos consumidores. A quantidade total de alimentos desperdiçados nos países industrializados apenas pelos consumidores (222 milhões t) é quase equivalente à quantidade total de alimentos produzidos na África Subsaariana (230 milhões t).

Na América Latina, o maior índice de desperdício se dá na produção de frutas e vegetais. Segundo a FAO, mais de 40% das frutas e vegetais produzidos são desperdiçados durante o processo de produção, pós-colheita e embalagem. Os dados do relatório “Perdas alimentares globais e desperdício alimentar” serão discutidos em um congresso internacional promovido pela FAO em Dusseldorf na próxima semana, intitulado Save Food!.

A falácia da anistia

Posted in cidadania, Política by leonardomeimes on 10/05/2011

http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/a-falacia-da-anistia-2

Gerson Freitas Jr, 10 de maio de 2011 às 8:22h

O aumento da produção agrícola depende menos de uma reforma na legislação e mais de uma política de incentivo à inovação e produtividade. Por Gerson Freitas Jr. Foto: Photos.com

A controversa reforma no Código Florestal, que se arrasta no Congresso desde 2009, ganhou mais seis dias para discussão. Será votada na Câmara na terça-feira 10. Apesar de algumas concessões, o texto relatado por Aldo Rebelo (PCdoB-SP) deverá alcançar seu principal objetivo: trazer para a legalidade os produtores rurais com irregularidades ambientais em suas propriedades.

Vários pontos do projeto estão definidos.  O novo código vai legalizar a produção consolidada em Áreas de Preservação Permanente (APPs), como em topos de morros e margens de rios. São os casos do café cultivado no sul de Minas Gerais e do arroz irrigado em Santa Catarina.

Os produtores irregulares também poderão incorporar as APPs no cálculo- da chamada reserva legal, a área de vegetação nativa da propriedade rural que não pode ser desmatada.  O tamanho da reserva legal varia de região para região. É de 20% no Sudeste e chega a 80% da propriedade na Amazônia, porcentuais que serão mantidos.

O texto regulariza ainda a situação dos produtores que tiverem uma reserva legal inferior às exigências atuais, mas que cumprirem a legislação da época em que a propriedade foi consolidada. E autoriza os ilegais a recompor a vegetação em sociedade, condomínio e mesmo em outros estados, desde que no mesmo bioma da área suprimida. Por fim, desobriga os pequenos agricultores (de um a quatro módulos rurais) a recompor as áreas de reserva legal já suprimidas. Para estes, será considerada reserva legal a área ainda preservada quando a nova legislação entrar em vigor.

O relatório de Rebelo só não foi à votação porque o governo não aceita a proposta de anistiar os produtores que desmataram além do permitido até julho de 2008, quando o presidente Lula assinou um decreto com punições para crimes ambientais. De acordo com a proposta do deputado, os proprietários que desmataram ilegalmente terão prazo de um ano para aderir a programas de regularização ambiental e, assim, se livrar de punições.

Se a proposta tivesse sido votada, o governo sairia derrotado e a base aliada, rachada. Razão pela qual os líderes resolveram adiar o pleito. “Foi uma tentativa final e muito enfática, por parte da bancada, de sensibilizar o governo e convencê-lo a recuar de sua posição”, afirma Wagner Rossi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, sobre o adiamento. O governo não quer passar a imagem de ser condescendente na questão ambiental, mas também não quer sair derrotado após conquistar vitórias importantes no Congresso. Por esta razão, vai perseverar na busca por um consenso. E, se necessário, deverá recuar.

Embora os números não sejam precisos – o Brasil ainda não possui um cadastro rural ambiental – ruralistas e ambientalistas concordam que a imensa maioria dos agricultores no Brasil está em situação irregular. Em São Paulo, por exemplo, a Secretaria de Meio Ambiente calcula que 200 mil das 230 mil propriedades rurais possuem uma reserva legal inferior aos 20% exigidos pelo Código Florestal. Em Santa Catarina, estima-se que a ocupação das lavouras em áreas de preservação permanente possa ultrapassar 90%. Um levantamento por amostragem da ONG ambiental TNC em mais de 4,2 mil fazendas em São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás- e Pará mostra que apenas um quinto das propriedades cumprem a legislação no que diz respeito às APPs. Todas as demais precisariam assumir algum compromisso de recuperação para escapar da ilegalidade. Além disso, apenas 33% das propriedades possuem cobertura nativa suficiente para compor suas reservas legais.  Esse porcentual seria de aproximadamente 60% nas fazendas de pecuária do Mato Grosso e do Pará, mas não passa de 11% entre as propriedades produtoras de grãos.

No agregado, o cenário é menos caótico do que pode parecer. A mesma ONG estima que 82% das áreas de preservação permanente, nas regiões estudadas, estão de acordo com a atual legislação ambiental. Ou seja, os produtores teriam de recuperar 18% das APPs, o que corresponde a apenas 3% da área total das propriedades, em média, com variações de 1% no Pará a 16% em Mato Grosso. Ao menos nestas regiões, o cumprimento da legislação não parece tão inalcançável como argumentam os produtores rurais.

Ricardo Pereira, coordenador-geral de obtenção de terras do Incra, afirma que os produtores teriam plenas condições de cumprir as regras atuais. “Até pela pressão internacional, chegou o momento em que a legislação ambiental- terá de ser cumprida. Mas, ao invés de se adequar à lei, você força a barra para que a lei se adapte a você”, critica. Foi o que fizeram os ruralistas.

O novo código não autoriza novos desmatamentos, além daqueles que seriam possíveis segundo a legislação atual. Mas os ambientalistas alertam que a proposta cria brechas e estímulos para a abertura de áreas. “O relatório está cheio de pegadinhas que comprometem toda a legislação”, afirma Raul Telles, advogado do Instituto Sociambiental (ISA). Uma das “pegadinhas” do novo código é considerar de “interesse social” a produção de alimentos, o que abre margem para a exploração agrícola de áreas protegidas. Além disso, o relatório dá a órgãos municipais, supostamente mais frágeis, o poder de autorizar desmatamentos.

O maior risco, porém, é moral. “O novo código atende exclusivamente a demanda de um setor que quer o perdão por tudo que foi feito no passado. A expectativa de uma anistia é um estímulo para que não se cumpra a lei”, afirma Telles. Dados de satélite mostram que o ritmo da derrubada de árvores disparou nos últimos meses no Mato Grosso e Pará. Para os ambientalistas, é um prenúncio do que está por vir.

O ministro Wagner Rossi assegura que não. “Um dos grandes mitos criados é o de que o relatório estimula o desmatamento.” Segundo ele, grande parte do passivo ambiental brasileiro é resultado de uma época em que o Estado estimulou a expansão das fronteiras agrícolas e das sucessivas mudanças na lei ao longo das últimas décadas. “O governo militar só concedia um certificado de posse após o produtor comprovar o desmatamento da área cedida.” O ruralista afirma que a proposta de Rebelo não flexibiliza a legislação, mas cria regras claras e dão segurança jurídica aos produtores. “Sou a favor do desmatamento zero”, garante.

Ruralistas afirmam que, sem flexibilizar as regras, o Brasil não tem como ampliar a produção de alimentos no ritmo necessário para satisfazer a crescente demanda mundial. De acordo com a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a oferta mundial de alimentos precisa crescer cerca de 20%. A expectativa é de que o Brasil tenha de arcar com 40% deste aumento.  Para isso, terá dois caminhos: incorporar novas áreas ou ampliar a sua produtividade.

Embora domine as técnicas mais modernas, na média, a produtividade da agropecuária brasileira ainda está distante de alcançar seu pleno potencial. Em alguns casos, sobretudo na pecuária, ostenta índices medíocres. Grosso modo, as pastagens brasileiras possuem 1 unidade animal por hectare. “Sem qualquer esforço sobrenatural, adotando-se uma tecnologia média e bastante acessível, o País poderia dobrar esse número”, afirma José Vicente Ferraz, diretor-técnico da Informa Economics FNP, uma das mais respeitadas consultorias do setor. “Os Estados Unidos”, compara o especialista, “com a metade do rebanho bovino brasileiro, produzem 50% mais carne”.

Para Ferraz, a ampla disponibilidade de terras, somada à baixa formação técnica e a escassez de capital, desestimulam o pecuarista a investir. “O investimento visa a poupar um fator de produção, neste caso, a terra. Se sobram terras baratas, esse investimento muitas vezes não se justifica do ponto de vista estritamente econômico”.  Ricardo Pereira, do Incra, afirma que a atualização dos índices de produtividade – usados como base para a desapropriação de terras para a reforma agrária – aumentaria a pressão por investimentos no campo. “Nossos índices são os mesmos há 40 anos e estão completamente defasados em relação à realidade atual”.

O ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues afirma que apenas os ganhos de produtividade na pecuária poderiam liberar terras suficientes para dobrar a área plantada com alimentos “sem derrubar uma única árvore”. “Além disso, o Brasil ainda pode aumentar muito a produtividade de grãos como o milho, o trigo e o feijão”, afirma.  Enquanto os Estados Unidos produzem, em média, mais de 9 mil quilos de milho por hectare, no Brasil, o rendimento médio não passada de 4,5 mil.

Rodrigues sustenta, porém, que faltam políticas públicas capazes de assegurar a incorporação de tecnologia no campo, especialmente entre os pequenos. “As margens da agricultura são mínimas, então o produtor só consegue competir se tiver escala e tecnologia de ponta. Como faltam mecanismos para financiar a modernização, ele opta pela expansão da área, que é muito mais barata”, explica. “A discussão em torno do Código Florestal só ganhou esta dimensão porque faltam políticas capazes de estimular o aumento da produtividade.”

Oxi

Posted in cidadania by leonardomeimes on 10/05/2011

Eta que fudeu tudo, agora uma droga mais foda e mais barata que o crack…

A nova droga é uma evolução do crack e custa mais barato que ele. No Paraná, o oxi é vendido em abundância ao preço de R$ 2, enquanto a pedra de crack é negociada por R$ 10.

(…)

Oxi entrou no Brasil pelo Acre

O oxi é produzido na Bolívia e no Peru e começou a entrar no Brasil pelo interior do Acre, em 2005. Em pouco tempo, chegou à capital Rio Branco, onde há um elevado número de consumidores, segundo relatos de peritos criminais bioquímicos que trocam experiências em conferências estaduais sobre entorpecentes, e se espalhou para outras capitais das regiões Norte e Nordeste do país.

Diferente do consumo da Merla – obtida através da mistura de folhas com querosene, acetona, clorifórmio, benzina e ácido sulfúrico –, restrito no Distrito Federal, o oxi avança para o Sul, deixando agentes de saúde e de polícia preocupados.

Por ser uma droga ainda desconhecida da população do Sul do país, as informações sobre o oxi são coletadas por meio de artigos científicos. (fonte: http://www.galeramix.com.br/noticias/detalhe/oxi-droga-mais-destrutiva-do-que-o-crack-deixa-santa-catarina-em-alerta)

De acordo com o diretor do Instituto de Análise Forense, Lourival Abreu Júnior (63anos, com especialização em Análises Toxicológica e professor de Toxicologia da Universidade Federal de Santa Catarina e de Toxilogia Forense para alunos da Academia da Polícia Civil):

Ela é encontrada nas cores marrom, branca, escura e roxa. A cor revela a qualidade. A mais escura tem muito querosene. Os consumidores preferem a de cor roxa”

Portanto podem estar vendendo o Oxi como Crack também, por R$10… O crack é meio amarelado tbm:

Bolsonaro é um ba.ba.ca

Posted in cidadania, Política by leonardomeimes on 09/05/2011

essa é minha opinião olha só a forma como ele fala do Veado, não perde nenhuma oportunidade de ser homofóbico e preconceituoso…

Me dá medo pensar que tem gente atrasada, burra, ignorante em todos os aspectos, infantil e intolerante o suficiente para votar e apoiar esse calhorda.

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Bolsonaro compara pedofilia a homossexualismo

Posted in cidadania by leonardomeimes on 06/05/2011

Deputado compara homossexualismo a pedofilia…

gente boníssima esse Bolsonaro, tenho medo que ele queira prender os homossexuais desse jeito… esse figura não pode ser levado a sério…

Bolsonaro: após união gay, próximo passo é legalizar pedofilia

05 de maio de 2011  20h42  atualizado em 06 de maio de 2011 às 01h0

Veja como votou cada ministro sobre união estável gay

. Foto: Carlos Humberto - STF/DivulgaçãoSupremo retomou julgamento sobre união estável homoafetiva nesta quarta-feira
Foto: Carlos Humberto – STF/Divulgação

CLAUDIA ANDRADE
Direto de Brasília

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) ironizou nesta quinta-feira a decisão do Supremo Tribunal Federal favorável à união estável homossexual. “Agora virou bagunça. O próximo passo vai ser a adoção de crianças (por casais homossexuais) e a legalização da pedofilia”, disse.

No final de março, Bolsonaro se envolveu em uma polêmica após proferir frases supostamente racistas e homofóbicas durante o programa CQC, da TV Bandeirantes. Em outra ocasião, o político disse estar “se lixando” para o movimento gay.

Hoje, o parlamentar reforçou sua posição contrária a casais homossexuais terem filhos dizendo que a criança “vai ver a mãe crescer usando cueca e o pai usando calcinha” e que depois disso vai ter “passeata gay mirim”. Bolsonaro afirmou ainda que o Supremo extrapola sua competência ao julgar um tema já previsto na Constituição, que reconhece a união estável entre homem e mulher como entidade familiar para efeito da proteção do Estado.

O argumento também foi usado por um dos filhos do deputado, Flávio Bolsonaro, deputado estadual pelo mesmo partido, em seu microblog. Segundo ele, “cabe ao Congresso Nacional e não ao STF criar direitos”.

Outro filho do parlamentar Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro, publicou várias mensagens sobre o julgamento em sua conta na rede de microblogs Twitter. “Não concordar com o estímulo ao homossexualismo é ser ignorante?”, questionou. “Então p/ ser inteligente é preciso ser gay? Isso é heterofobia!”(sic).

STF decide a favor de união gay
Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no dia 5 de maio de 2011 pelo reconhecimento de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Todos os dez ministros aptos a votar foram favoráveis a estender a parceiros homossexuais direitos hoje previstos a casais heterossexuais – o ministro Dias Toffoli se declarou impedido de participar porque atuou como advogado-geral da União no caso e deu, no passado, parecer sobre o processo.

Com o julgamento, os magistrados abriram espaço para o direito a gays em união estável de terem acesso a herança e pensões alimentícia ou por morte, além do aval de tornarem-se dependentes em planos de saúde e de previdência. Após a decisão, os cartórios não deverão se recusar, por exemplo, a registrar um contrato de união estável homoafetiva, sob pena de serem acionados judicialmente. Itens como casamentos civis entre gays ou o direito de registro de ambos os parceiros no documento de adoção de uma criança, porém, não foram atestados pelo plenário.

Callcenter… telemarketing

Posted in cidadania by leonardomeimes on 04/05/2011

Essa semana eu tive uma experiência muito desgastante com telemarketing,

Estava com um problema porque a OI não estava disponibilizando uma opção para entrar na nova promoção para que eu pudesse pagar apenas R$ 5, e não R$ 10 como antes, e receber R$ 10 por dia de bônus… pois bem, pensei em ligar para a operadora, só que nenhum dos menus tinha a opção de falar com um atendente

Consegui no site um outro número 1057, liguei, tive que colocar o número do meu celular e DD em todas as ligações e duas vezes…

1º ligação… = Atenderam depois de mais de 60 segundos, o que já vai contra a legislação vigente, a primeira coisa que o atendente me pergunta? “Senhor, qual o número do seu telefone com DD”.

Respondi: Eu não devia mas vou lhe falar…

Ele: O senhor vai falar ou não o número… (sendo muito grosso)

Respondi: então não!

Ele: Boa noite senhor (desligou na minha cara…)

Eles são proibidos de pedir novamente informações que já tenham sido dadas, no caso, já tinha sido dada duas vezes…

2º ligação… = caiu antes de alguém atender e depois de eu ter coloado o número duas vezes e esperado mais de 60 segundos…

3º ligação: a atendente, depois de mais de 60 segundos, disse meu número! milagre eu não precisei repetir! ela sabia! Porém ela me passou um número que não existe  para mandar mensagem e não resolveu meu problema…

4º ligação… = caiu depois de mais de 60 segundos de espera…

5º ligação… = a atendente pediu meu número e o DD, sendo que já tinha informado 2 vezes… e depois me deixou em espera, porém desliguei antes de ela votlar pois tava demorando muito…

Resultado: não resolvi meu problema!

Erros da empresa:

1 -pedir mais de uma vez uma informação (no caso três vezes)

2 – deixar a ligação cair, duas vezes

3 – em todas as ligações a espera foi maior que 60 segundos

4 – não resolveram o problema

5 – não tinha a opção de falar com o atendente em todos os menus

6 – a primeira ligação foi extremamente grossa…

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