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Jaqueline Roriz deve ser absolvida na Câmara, avaliam líderes

Posted in Comentários, Textos Próprios by leonardomeimes on 30/08/2011
A DEFESA DA PATRICINHA, BURRA E LADRA, É QUE SE ELA FOSSE JULGADA CULPADA OS OUTROS CANDIDATOS PODERIAM TAMBÉM SER JULGADOS POR CRIMES COMETIDOS ANTES DO MANDATO…
OU SEJA… TIPO ASSIM… QUE?

ELA ADMITIU QUE RECEBEU DINHEIRO EM CAIXA DOIS E ESTÁ AMEAÇANDO OS OUTROS POLÍTICOS DO ESTADO?!

AFF QUEM É QUE VOTA NISSO?

30/08/2011 – 08h02

MARIA CLARA CABRAL

DE BRASÍLIA

A deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) deve ser absolvida no plenário da Câmara nesta terça-feira, segundo avaliam líderes partidários ouvidos pela Folha.

Os deputados não querem criar um precedente para que casos anteriores ao mandato sejam passíveis de perda de mandato.

Sergio Lima – 12.abr.2011/Folhapress
Câmara deve votar hoje cassação de Jaqueline Roriz
Câmara deve votar hoje cassação de Jaqueline Roriz

Jaqueline responde a um processo na Casa por ter sido flagrada em vídeo recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do mensalão do DEM. A deputada admitiu que o dinheiro seria para caixa dois de campanha. A gravação é de 2006, antes de ela ser eleita deputada distrital.

Na sessão de hoje, Jaqueline e seus advogados irão se defender alegando que o precedente seria perigoso para todos os congressistas. Segundo a defesa, desta forma, qualquer fato realizado na vida pregressa ao mandato poderia ser julgado pelo Legislativo.

Nos últimos dias, a deputada enviou a todos os gabinetes um “memorial de defesa” e fez corpo a corpo com os colegas, seguindo a mesma linha de discurso.

Seu pai, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz também entrou em campo. Conversou com deputados da base e da oposição. Em 2007, Roriz renunciou ao cargo de senador após suspeitas de irregularidades.

Para Jaqueline ser cassada, 257 deputados, dos 513, precisam votar a favor do relatório de Carlos Sampaio (PSDB-SP). No Conselho de Ética, o tucano alegou que o caso da deputada é passível de perda do mandato, já que o vídeo só foi divulgado após as eleições de outubro. Os eleitores não conheciam, portanto, as suspeitas de irregularidades antes de votarem, diz o tucano.

Não há precedentes na Câmara de processos julgados no plenário de casos anteriores ao mandato. Após o escândalo do mensalão, por exemplo, os processos de Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) foram arquivados após o então deputado federal e atual ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, dizer que a urna já havia absolvido os colegas.

Caso a maioria dos deputados contrarie as expectativas dos líderes políticos e aprovem a cassação, Jaqueline ficará inelegível por oito anos.

Jaqueline também responde a um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal). Na semana passada, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou um parecer pela abertura de uma ação penal contra a deputada

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