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Os EUA não estão nem ai para a democracia e para os direitos humanos

Posted in Política by leonardomeimes on 17/02/2011

Várias ditaduras árabes estão vendo seu povo se revoltar… Ok, isso é ótimo, mas é a posição dos EUA que me preocupa, alguma vez alguém já leu algum pronunciamento de Obama ou Bush sobre esses países antes das revoltas? Apenas sobre o Irã! Porque essa fixação pelo Irã? Terá algum motivo escondido por baixo do solo Iraniano? $_$.

É incrível perceber que enquanto as ditaduras são fora dos EUA, são à favor das políticas dos EUA e são opostas ao Irã, para os EUA a democracia não importa… ou melhor só existe dentro de seu território, pois fora é mais fácil controlar governos se os líderes são ditadores.

Os EUA estavam financiando o governo de Hosni Mubarak, com grandes quantidades de dólares, sendo assim assumiam a posição de aliados do ditador, que incrível agora ver os EUA pedindo que ele renunciasse como se sempre tivessem sido contra ele.

Além disso, a imprensa coloca todos os abusos do Irã na capa, e esquece que Mianmar, Somália e muitos outros países tem problemas e repressão tão absurdos como no Irã, apenas não tem riquezas que façam os países ocidentais se importarem com eles

Pergunto, se era tão absurdo o que acontecia no Iraque, a ponto dos EUA quererem atacar, porque não invadir:

a Somália e libertar o povo? Instaurar uma democracia na Somália em 91, impediria que mais de 300.000 pessoas morressem de fome por causa do governo militar que não dava a mínima para o povo (apenas a ONU interviu e minimamente);

a Somália e libertar o povo? Instaurar uma democracia na Somália em 91, impediria que mais de 300.000 pessoas morressem de fome por causa do governo militar que não dava a mínima para o povo (apenas a ONU interviu e minimamente);

Uganda em 71? quando Amin matou mais de 300,000 (também esse número) pessoas;

Uganda em 71? quando Amin matou mais de 300,000 (também esse número) pessoas;

Ruanda em 94? quando mais de 800.000 pessoas de minorias étnicas foram assassinadas;

Ruanda em 94? quando mais de 800.000 pessoas de minorias étnicas foram assassinadas;

Myanmar em 2008? quando os monges eram assassinados por pedir a democracia.

Myanmar em 2008? quando os monges eram assassinados por pedir a democracia.

Fato: os EUA não estão nem ai para a democracia e para os direitos humanos.

As invasões de Iraque, Afeganistão e praticamente todas as guerras modernas são motivadas pela economia e pelo poder, é por isso que o Irã é um país importante para os EUA, pois está no meio do Oriente Médio e está assumindo uma posição de liderança que pode ameaçar a influência americana na região, além de ter petróleo…

Quanta merda se esconde por baixo dos panos em!

Leonardo Meimes

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2 Respostas

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  1. ----- said, on 17/02/2011 at 18:19

    O sistema pelo qual rege o egocêntrico, insolente e extremista regime ditatorial e imperialista dos Estados Unidos da América do Norte; o qual se julga o campeão de “Democracia”; por exemplo; não é senão um poder tirânico da burguesia e do capital monopolista; visto que, na organização do poder político estadunidense, todos os poderes estão reunidos em mãos da classe dominante; a qual não permite nenhuma ameaça ao seu domínio, e, que não pode ser contrariada, criticada ou ter oposição organizada desfavorável as prerrogativas, ideários ou princípios burgueses; pois, o capital e os interesses da burguesia em primeiro lugar e tem que ser defendidos a qualquer custo.
    E, à vista disso, o regime tirânico imperial estadunidense, esta sempre comprimido nos limites estreitos da exploração; e, por conseguinte, permanece sempre em essência um regime para a minoria burguesa exploradora, singularmente para as classes possuidoras, apenas para os ricos.
    Toda ruidosa propaganda de “Democracia” nos Estados Unidos da América, não é senão uma capa fina, por traz do qual fica cada vez mais difícil de não esconder ou disfarçar a grande ditadura da burguesia e do capital monopolista.
    Por conseguinte, o nefasto regime imperial dos EUA, é o exercício do poder de uma minoria privilegiada e possuidora, sobre a maioria explorada, indigente, destituída e excluída. Logo, é a classe burguesa minoria dominante que exerce a ditadura a fim de consolidar, manter ou fortalecer as suas posições.
    O dissimulado regime político nacional-imperialista e ilusório “democrático” dos Estados Unidos da América, não passa de um circo; um engodo, uma fraude, uma farsa, um faz-de-conta com cartas marcadas; apenas para dizer e iludir que se trata da “democracia” para a maioria.
    Portanto, as funções das instituições políticas da “democracia” burguesa consiste em assegurar o domínio de classe (a ditadura) da burguesia e seus privilégios.
    O ganancioso regime imperial dos EUA, é uma forma de governo nacionalista, em que todos os poderes se enfeixam em mãos de grupos ligados aos partidos que representem os interesses da burguesia.
    Portanto, nos Estados Unidos da América do Norte, apenas dois grandes partidos da burguesia se alternam no poder a décadas e, que em consenso, enganam e iludem a maioria; quando representam e defendem os interesses do capital e camada social que detém privilégios.
    Os Partidos Democrata e Republicano, são partidos conluiados que tem compromissos com a minoria privilegiada; sendo que; cada um é sustentado por grupos restritos da burguesia e do capital monopolista, os quais visam exclusivamente enriquecer e atender a seus próprios interesses.
    Os dois partidos não acrescentam em nada para maioria, e ainda disfarçam simulando existência de posição de oposição ideológica um ao outro. Porém, a essência é sempre imutável, ou seja num sentido mais amplo, a burguesia estará sempre no comando, controlando ou conduzindo tranquila o poder com qualquer forma de administração, (com seus dois, ou mais partidos análogos) e, sem objeção em sua ditadura.
    E, á vista disso, os dois partidos são representantes da classe dominante; e cuja diferença não vai muito além do nome. E, isso não significa dizer que a absoluta maioria do povo, queira unicamente ou tão-somente apenas a existência desses dois partidos.
    Nos EUA, os Partidos Democrata e Republicano são partidos conluiados, que em consenso, enganam os eleitores a delegar sempre a mandatários representantes da burguesia e do Grande Capital Monopolista; o poder de decidir em todo o tempo as leis a favor da classe dominante. E, nessas condições as posições-chave nos órgãos do poder no mundo do capital, são ocupadas sempre por representantes da burguesia.
    A propósito, os dois partidos tem grande espaço nos meios de Comunicação Social e nas Agências de Publicidade; as quais representam um poderoso meio de influência ideológico e, sendo exatamente essas, que se encontram sob o domínio da classe dominante que embora sendo minoria privilegiada, é no entanto toda poderosa.
    Os eleitores são induzidos ao erro de forma eficaz, ao pensarem que decidindo por um ou outro desses dois partidos haverá mudanças; mas nada altera e a natureza é sempre imutável.
    Diante disso, nada difere o caráter opressor, hostil, agressivo e obsessivo da politica expansionista imperial dos EUA; e, basta que se observe no modo como o nefando Império estadunidense, conduz uma negociação em que fazem diplomacia de gângster, no qual blefam, intimidam, ameaçam e mentem para a Comunidade Internacional.
    Pois, é como trocar seis por meia dúzia; visto que, nos EUA, os dois partidos enganam as massas populares, e contribuem sobremaneira para reduzir a influência de outros partidos e, portanto, ajudam a manter o povo aprisionados na ideologia burguesa.
    É bem verdade que nos EUA existem outros partidos, mas, que não tem a mínima chance de concorrer com o poderio econômico desses dois partidos da burguesia; além disso, a legislação dos EUA dificulta no máximo a participação de outros partidos nas eleições inventando inúmeros subterfúgios e obstáculos jurídicos, entre eles por exemplo, a necessidade de recolherem muito milhares de assinaturas num prazo curto realizada em presença de testemunhas e registradas notoriamente a obtenção de Licenças para os coletores de Assinaturas, etc. E mesmo se os outros partidos conseguirem vencer todas as barreiras, as comissões eleitorais privam-nos frequentemente da possibilidade de participarem nas eleições sob o pretexto de as assinaturas serem ilegíveis ou outro qualquer pretexto inventado.
    A Manipulação da consciência da população aplica-se em larga escala nos EUA, com objetivo de que o povo eleja sempre políticos que representem os interesses da burguesia e do capital monopolista – para em todo tempo decidirem as leis a favor dos proveitos da classe dominante privilegiada.
    E, para manipular a consciência das massas populares, a propaganda burguesa utiliza amplamente uma linguagem política especial, que deturpa e obscurece o sentido dos acontecimentos reais.
    Nos EUA a “liberdade de expressão e manifestação” e o exercício dos direitos de associação e reunião, incluindo a participação em organizações não-governamentais e sindicatos, permanecem até o momento – desde que; não fiquem afetando os interesses da burguesia e do capital monopolista; mas em qualquer momento quando as autoridades que constituem a organização politica burguesa, entenderem que os interesses da burguesia e do capital, estejam sendo prejudicados pelos atos públicos e coletivos de sentimentos e opiniões levadas a efeito pelos explorados, oprimidos, indigentes, destituídos e excluídos – então, essas manifestações serão consideradas “ilegais” e “abusivas” e podem ser impedidas, perseguidas, dispersadas ou reprimidas pela polícia. Portanto, a burguesia quando se sente incomodada, utiliza sempre a imperiosa máquina estatal para a repressão de seus adversários sociais.
    As democracias entendem que uma das suas principais funções é proteger direitos humanos fundamentais como a liberdade de expressão; o direito a proteção legal igual; e a oportunidade de organizar e participar plenamente na vida política, econômica e cultural da sociedade.
    Os Imperialistas dos EUA que se julgam os “guardiões” dos direitos humanos, legalizam a tortura, invadem e destroem nações soberanas; financiam ataques utilizando armas bizarras das mais avançadas tecnologias bélicas, que imolam a vida de milhares de pessoas.
    Além disso, os imperialistas arrasam países inteiros, jogando suas populações na miséria ao promoverem sangrenta ocupação e destruição. Do mesmo modo, estabelecerem ditaduras títeres que assassinam centenas de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes; além da assolação econômica e social; e, tudo isso, simplesmente para atender aos interesses dos monopólios do capital.
    “A Democracia é para o império estadunidense, quando os EUA mandam, ditam as regras, subjugam e submetem os povos a condição ou posição de servidão, exploração, passividade, dependência, obediência, sujeição, subserviência e controle; mas, quando os povos se exsurgem e tentam colocarem-se ou oporem-se contra a ingerência, ganância, dominação, tirania, vontade ou interesses dos EUA – então, isso será considerado ditadura para o império estadunidense.”
    Os povos que realmente almejam ser livres, soberanos e independentes e, para isso, venham aderir a um caminho consentâneo na construção do desenvolvimento do processo democrático, conforme suas realidades sociais, culturais, politicas e econômicas; e, dessa forma propugnam para não ficarem nas mãos, de joelhos, submissos, obedientes, subservientes, sob controle, ou servindo aos interesses e propósitos do imperialismo estadunidense.
    E, assim, deixando de rezar na cartilha dos Estados Unidos da América, esses povos são perseguidos, e suas eleições livres e Justas são consideradas pelo império de irregulares ou fraudadas, pois, os imperialistas estadunidenses aceitam apenas eleições de regimes inócuos, inermes, fantoches, subservientes, favoráveis e sequazes do Império. Ademais, o governo eleito por esses povos livres, que não aceitam se sujeitarem aos caprichos dos Estados Unidos da América do Norte; são sempre rotulados ou assacados de totalitário, tirânico, ditadura e seus inimigos.
    O Imperioso regime opressor dos EUA, que sempre defende junto a Comunidade Internacional, a fazer sanções econômicas, embargos ou medidas restritivas destinadas a obstruir o comercio e as comunicações das nações livres, soberanas e independentes; contrárias a política de expansão e dominação imperial.
    E, com essas medidas, o capcioso, poderoso, arrogante, perigoso, brutal e ameaçador império estadunidense; o qual se considera acima das leis; visa mormente prejudicar a economia dos territórios livres; para desse modo poder subordina-los; e, assim, derrocar e impossibilitar a execução ou o prosseguimento do desenvolvimento com liberdade, soberania e independência das nações livres; as quais enjeitam as posições imperiais de dominação e tirania dos EUA.
    Os estadunidenses que se julgam os donos do poder e da situação, os eruditos altivos, superiores e melhores que todo o gênero humano – com seu sistema de governo fundado no poder de dominação infrene; e, com postura provocativa; o império instala bases militares em todas as regiões do mundo, para preponderar ou demonstrar força, para intimidar e ameaçar o mundo livre, com exercícios militares constantes e em grande escala.
    Pois, os imperialistas tentam de todas as formas iludir a natureza humana ao colocarem a verdade pelo avesso, quando apresentam-se como os paladinos da “Liberdade” e “Democracia”; inclusive, fazem uso desses princípios com cavilação obstinada de que são os únicos, reais “representantes” ou “defensores” desses ideais.
    Todavia, tudo isso é pura astúcia na tentativa de justificar, convencer ou inculcar no pensamento da Comunidade Internacional; de que as intervenções que realizam são justas em países livres, soberanos e independentes; os quais repugnam em se sujeitarem, ou se submeterem ao domínio imperial.
    E, à vista disso, esses países livres, lutam incessantemente contra a agressão e opressão imperialista, para não ficarem de joelhos, passivos, brandos, submissos, quietos, comportados, obedientes, sob comando, controle, ou domínio absoluto do império.
    Os imperialistas dos EUA, com sua política de expansão, influência ou até mesmo dominação territorial, cultural e econômica do mundo – usam com desfaçatez, ardileza e estratégia de dominação – as duas palavras mágicas que são consideradas chave, ou seja, “Liberdade” e “Democracia”, que usadas com sutileza são apenas sofismas, para encobrir seus reais propósitos de possessão do mundo livre.
    Contudo, ao contrário do que enunciam sobre “Liberdade” e “Democracia”, os farsistas e nacional-imperialistas estadunidenses, intentam em manter o mundo livre sob seu domínio, controle e autoridade.
    E, para isso, tramam de forma ardilosa na pretensão de iludir ou ludibriar os povos, ao fazerem uso de manobras empregando a violência ou malefícios perpetrados; objetivando despojar os povos livres, soberanos e independentes; ao utilizarem de aleivosias ou afirmações hipócritas de que as causas que defendem e lutam são apenas por “Liberdade” e “Democracia”.
    O império dos EUA, com propósito de intimidar as massas populares e assumir as rédeas da política interna das nações livres, soberanas e independentes; sustentam uma política de prepotência a fim de atingir seu objetivo de dominar o mundo livre.
    E, para isso, como perspícuo truísmo de suas intenções, o império instala e mantem bases militares em todos os continentes; e, da mesma forma, promovem invasões para depor governos legítimos das nações livres, soberanas e independentes, contrárias a politica de expansão e dominação imperial.
    E destarte o celerado império com sua política rapace, alastra-se hostilmente extorquindo concessões por meio do emprego da ameaça das armas e força bruta, as matérias-primas e demais riquezas naturais.
    Para isso, comandam genocídios por todo o mundo livre; endividam as nações livres, compram seus políticos e governos fantoches; além de apoiarem estados títeres, para realizarem política de desestabilização, discórdia e desentendimentos regionais ou atos subversivos violentos e intimidadores a serviço do insidioso sistema imperial estadunidense.
    O todo poderoso e opulento Império dos EUA, para embair as massas populares e dominar o mundo livre; usam como estratégia para iludir; a aplicação constante das palavras que agradam e que são elemento decisivo, ou seja, “Liberdade” e “Democracia”; para assim, enganarem, e tentarem justificar perante a Comunidade Internacional, de que os atos de agressão e dominação que realizam em todo mundo livre, são sublimes e justas; e, assim, afirmarem hipocritamente de que são os reais “defensores” desses ideais.
    Todavia, quando as nações realmente decidem ou agem segundo as próprias determinações, aspirando ser livres, soberanas e independentes, organizando o desenvolvimento do processo democrático, consoante suas realidades, sociais, culturais, politicas e econômicas; e, desse modo, contrariando os interesses dos EUA; de imediato, vem a reação hostil do império.
    E, confutando aos interesses dos EUA; então de pronto, vem por parte do império estadunidense, tratamento cruento, hostil e injusto, infligido com encarniçamento as nações livres – desaparecendo desse modo, as tão propaladas e exaustivamente apregoadas palavras “Liberdade” e “Democracia” que usadas de maneira hipócrita pelo império, como estratégia; ao submeterem as massas populares a uma terrível lavagem cerebral, mesmerizada e condicionada, para que acreditem ou aceitem os EUA; por engano e, de modo falso; como o único, legítimo, verdadeiro ou real “representante” e “defensor” desses ideais.
    Mas, a verdade sempre aparece, ou seja, as reais e verdadeiras intenções do todo poderoso, ameaçador, possessivo, brutal, agressivo, arrogante e terrorista império estadunidense; são expugnar o mundo livre, para impor com violência seus desígnios através da força bruta, com total e absoluto desrespeito as resoluções da Comunidade Internacional; quando levam a efeito intervenções invasivas em territórios livres, soberanos e independentes; violando assim, os direitos humanos, com golpes, truculências, rapinagens, perseguições, repressões, torturas, massacres, pilhagens e guerras.
    Todas as nações devem ser livres, soberanas e independentes de toda e qualquer força imperial; para assim, construírem o processo de democracia e liberdade de acordo com seus ideais de desenvolvimento, ou realidades sociais, culturais, politicas e econômicas.
    E, com efeito, para conquistarem a autonomia e liberdade, os povos intimoratos das nações livres, devem incessantemente combater as ingerências direta ou indireta em seus assuntos internos.
    Pois, é somente cabível aos povos nativos de um território ou nação, formar opinião ou juízo crítico sobre o exercício ou desempenho de seu governo; e seja qual for a forma constituída de governo.
    E, da mesma forma é somente cabível aos povos nativos de uma nação livre, derrocarem dos poderes políticos os condutores indesejáveis, que julgarem ser intendentes déspotas, demagogos, corruptos, vigaristas, oportunistas e aproveitadores; e, tudo isso deve ser feito sem a ingerência externa de qualquer força imperial.
    Somente um povo cônscio, sábio, livre, soberano e independente de toda e qualquer força ou poder imperial, pode construir o processo de democracia e liberdade, conforme seus ideais de desenvolvimento, com suas realidades sociais, politicas e econômicas; e tudo isso sem a ingerência imperialista.
    Portanto, a realidade de um povo livre com sua organização politica tem que ser referenciada ou acatada; pois, diante disso, o que existe efetivamente na vida, cultural, social, politica e econômica de um povo, não é similar a constituição da organização de outros povos com seus costumes e tradições.

    • leonardomeimes said, on 18/02/2011 at 08:12

      Tenho visto esse texto em vários sites portanto concluo que você não é o autor, caso seja, por favor, cite seu nome para sabermos, caso não seja seu cite a referência para podermos buscar mais informações.

      Se não fizer um dos dois eu apagarei como spam… mesmo sendo de opinião à favor da minha, não aceito spam, tenha sua própria opinião. Mãs se fores o autor só diga o seu nome…


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